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Filha de Everaldo, ex-Grêmio, diz acompanhar o pai na Copa de 70 e se emociona: "Lembranças boas"

Denise é filha de Everaldo, lateral-esquerdo que estava na delegação do tricampeonato, mas teve pouco contato com o pai em razão de seu falecimento quatro anos depois


Fonte: LANCE

Filha de Everaldo, ex-Grêmio, diz acompanhar o pai na Copa de 70 e se emociona: Lembranças boas
Foto: Divulgação
Há 50 anos, a Seleção Brasileira levantava a taça Jules Rimet e sagrava-se campeã da Copa do Mundo pela terceira vez. Quem fazia parte do esquadrão de Pelé, Jairzinho e Tostão era o lateral-esquerdo do Grêmio Everaldo, que tornou-se o primeiro jogador de um clube gaúcho a ganhar um título mundial e ainda virou estrela na bandeira do Tricolor.



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Nesse tempo de quarentena, quem tem acompanhado essa conquista e ficado muito feliz é Denise, filha de Everaldo.

Por uma mistura de fatalidade e quase que "renascimento", Denise perdeu seu pai em um acidente de carro na BR-290 quando tinha apenas seis anos de idade, guardando, assim, poucas lembranças mais nítidas dele. Sendo que uma das sobreviventes a colisão com um caminhão carregado de arroz foi justamente a filha de Everaldo.

Sendo assim, ela e os familiares tem usado essas reexibições para curtir um pouco mais imagens conhecidas (e desconhecidas) do jogador que motivou o Grêmio a colocar uma estrela dourada em seu escudo homenageando o primeiro atleta de um clube gaúcho campeão do mundo pela Seleção Brasileira.



- Eu estou amando. São parte de alguns jogos que aparecem, geralmente. Mas o jogo inteiro nunca tinha visto. Eu tenho poucas gravações dele (Everaldo). Queria que estivessem filmando só ele (risos). Achava ele pequeninho. No jogo, aparece bastante quando a bola sai e ele cobra a lateral. Fiquei emocionada. Tenho lembranças boas do que vivi com ele. Tem gente que com seis anos não lembra muita coisa, mas eu lembro. Ele ajudando a mãe em casa. Tenho lembranças dele, mas vendo o jogo é tudo novo para mim - disse ao portal "Globo Esporte".


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Comentários



Jaime Capra     

Denise querida. Tenho 75 anos. Vi muitos jogos no Olimpico com seu pai atuando com muita tranquilidade. Também matei a saudade dele na reprise dos jogos da copa. Abraços.

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