Barcos e Moreno no treino do Grêmio
(Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
O Grêmio ainda não desistiu da ideia de fazer funcionar o esquema com dois centroavantes. Após dois dias consecutivos com atividades sem essa opção, Felipão voltou a testar Barcos e Moreno juntos no treino de sexta-feira, o último antes da estreia no Gauchão, às 17h deste sábado, diante do União Frederiquense. Indicativo de que usará a dupla gringa? Ao menos, Scolari começa a encontrar formar de favorecer os homens de área.
Os testes começaram ainda na pré-temporada em Gramado. Os dois primeiros coletivos agradaram, mas o rendimento caiu nos amistosos diante de Gramadense, Novo Hamburgo e Cascavel.
Nesses duelos, apenas Moreno anotou gol. Na sexta, Felipão tratou de tirar a pressão sobre o argentino e o boliviano e disse que a responsabilidade de fazê-los render é do treinador.
E também dos meias. Felipão afirmou que é necessário encontrar alternativas de mais velocidade para compensar a menor mobilidade de Barcos e Moreno. O teste deste sábado parece perfeito, uma vez que o meia clássico, que cadencia o jogo, Douglas, está fora por atraso na inscrição. Atuarão os jovens Lincoln e Luan. Citou, inclusive, a parceria de Moreno com Ricardo Goulart no Cruzeiro, que rendeu ao centroavante 15 gols no Nacional.
- Eu que tenho que ter essa calma, não o torcedor. Eu tenho que procurar alternativas para as características dos jogadores que compõem o time. No treino, quando eu fazia que o Moreno saísse do meio para a esquerda, no Cruzeiro ele tinha penetração no meio, o Goulart para preencher. Tem que ter alguém com características no lado que preencha o que ele precisa. Estamos tentando solucionar alguns problemas de marcação, perda de bola, quem vem marcar volante, características de velocidade... A característica de quem joga ao lado são importantes. Não adianta pensar que o nome é importante, tem que ter característica que preencha um quesito para deixar a equipe completa - explicou o treinador.
Como Moreno ainda não concedeu entrevistas desde o retorno do empréstimo do Cruzeiro, Barcos é quem parte em defesa da dupla de gringos. O Pirata pede calma e quer uma avaliação em jogos oficiais.
- Felipão pediu para a gente se movimentar, se ficassem os dois fixos, ficaria difícil. Tenho tendência de sair mais, mas isso não dificultou para a gente. A bola não chega com tanta rapidez, não chega muito, por isso não jogamos como a gente esperava.
Mas jogo-treino não é uma prova se pode ou não jogar. O treinador sabe isso mais que a gente - defendeu Barcos. - O que é melhor ou pior vamos ver no jogo. Jogos-treino não são provas para testar se pode ou não jogar com os dois centroavantes. Em jogo que vale pontos, vamos ver se dá ou não dá.
Caso Felipão opte por um esquema mais conservador, deve deixar Moreno no banco e escalar Everton, como opção de velocidade. O provável time para a partida das 17h na Arena, neste sábado: Marcelo Grohe; Galhardo, Rhodolfo, Marcelo Oliveira e Marcelo Hermes; Araújo, Fellipe Bastos, Lincoln e Luan; Moreno e Barcos.
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(Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
O Grêmio ainda não desistiu da ideia de fazer funcionar o esquema com dois centroavantes. Após dois dias consecutivos com atividades sem essa opção, Felipão voltou a testar Barcos e Moreno juntos no treino de sexta-feira, o último antes da estreia no Gauchão, às 17h deste sábado, diante do União Frederiquense. Indicativo de que usará a dupla gringa? Ao menos, Scolari começa a encontrar formar de favorecer os homens de área.
Os testes começaram ainda na pré-temporada em Gramado. Os dois primeiros coletivos agradaram, mas o rendimento caiu nos amistosos diante de Gramadense, Novo Hamburgo e Cascavel.
Nesses duelos, apenas Moreno anotou gol. Na sexta, Felipão tratou de tirar a pressão sobre o argentino e o boliviano e disse que a responsabilidade de fazê-los render é do treinador.
E também dos meias. Felipão afirmou que é necessário encontrar alternativas de mais velocidade para compensar a menor mobilidade de Barcos e Moreno. O teste deste sábado parece perfeito, uma vez que o meia clássico, que cadencia o jogo, Douglas, está fora por atraso na inscrição. Atuarão os jovens Lincoln e Luan. Citou, inclusive, a parceria de Moreno com Ricardo Goulart no Cruzeiro, que rendeu ao centroavante 15 gols no Nacional.
- Eu que tenho que ter essa calma, não o torcedor. Eu tenho que procurar alternativas para as características dos jogadores que compõem o time. No treino, quando eu fazia que o Moreno saísse do meio para a esquerda, no Cruzeiro ele tinha penetração no meio, o Goulart para preencher. Tem que ter alguém com características no lado que preencha o que ele precisa. Estamos tentando solucionar alguns problemas de marcação, perda de bola, quem vem marcar volante, características de velocidade... A característica de quem joga ao lado são importantes. Não adianta pensar que o nome é importante, tem que ter característica que preencha um quesito para deixar a equipe completa - explicou o treinador.
Como Moreno ainda não concedeu entrevistas desde o retorno do empréstimo do Cruzeiro, Barcos é quem parte em defesa da dupla de gringos. O Pirata pede calma e quer uma avaliação em jogos oficiais.
- Felipão pediu para a gente se movimentar, se ficassem os dois fixos, ficaria difícil. Tenho tendência de sair mais, mas isso não dificultou para a gente. A bola não chega com tanta rapidez, não chega muito, por isso não jogamos como a gente esperava.
Mas jogo-treino não é uma prova se pode ou não jogar. O treinador sabe isso mais que a gente - defendeu Barcos. - O que é melhor ou pior vamos ver no jogo. Jogos-treino não são provas para testar se pode ou não jogar com os dois centroavantes. Em jogo que vale pontos, vamos ver se dá ou não dá.
Caso Felipão opte por um esquema mais conservador, deve deixar Moreno no banco e escalar Everton, como opção de velocidade. O provável time para a partida das 17h na Arena, neste sábado: Marcelo Grohe; Galhardo, Rhodolfo, Marcelo Oliveira e Marcelo Hermes; Araújo, Fellipe Bastos, Lincoln e Luan; Moreno e Barcos.
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