Romildo Bolzan Jr. espera colocar diversas mudanças em prática (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Pensar em mudanças que, se aprovadas e instituídas, possam aumentar a arrecadação não somente do seu Grêmio, mas também dos demais clubes. Romildo Bolzan Jr. tem pensado o hoje e amanhã do Tricolor e, ao mesmo tempo, buscado apoio para discutir questões que possam impactar em mudanças benéficas, no seu entendimento, para o futebol brasileiro. A volta do mata-mata é apenas uma delas.
Marco Polo Del Nero, futuro presidente da CBF, sinalizou que poderia analisar a ideia de Bolzan Jr. sobre a volta do mata-mata no último dia 9. E ele convidou o mandatário gremista para uma reunião, na próxima segunda-feira, na sede da entidade. Mesmo sem conhecer a pauta que será proposta por Del Nero, o presidente tricolor utilizará o encontro para detalhar o possível retorno dos playoffs ao Brasileirão, além das outras propostas que tem em mente.
– Terei uma reunião com o Marco Polo na segunda-feira. Eu vou levar toda a pauta do mata-mata, uma pauta sobre a Lei Pelé, pauta sobre (a volta da venda de) bebidas alcoólicas nos estádios e sobre as torcidas em clássicos. Levarei a pauta inteira que acho necessário discutir no futebol brasileiro.
Levarei uma série de situações para propor debate. Mas os clubes têm que se reunir e discutir com a CBF essas questões. Não podemos ficar na situação de perder dinheiro ou então não realizar as coisas por falta de debates, de iniciativas.
Não temos é condição de deixar de debater. O importante é, sempre, debater – destacou o presidente tricolor, ao LANCE!Net, antes de completar:
– Não conheço a pauta que o presidente Marco Polo Del Nero vai me propor, pois foi ele que me proporcionou essa reunião. Mas levarei todas essas pautas.
Pautas essas que são polêmicas e tratam de questões complexas. Romildo Bolzan Jr. fez questão de destacar outras duas.
– A hoje proibida venda de bebidas alcoólicas nos estádios pode não ter reflexo econômico para os clubes, mas tem sim. E Precisamos acabar com essa história de apenas uma torcida em clássicos do futebol brasileiro.
Temos apenas ma torcida ou poucos torcedores do outro time em clássicos – disse o presidente, citando, na sequência, que a CBF não será a única que precisará dar o aval para que possíveis mudanças aconteçam:
– São pautas para se trabalhar com a força pública, com as policias militares, Congresso, com as Assembleias Legislativas. São assuntos recorrentes, assuntos que dizem respeito a uma pauta sobre o futebol brasileiro. São pautas positivas e aumentam a capacidade de arrecadação dos clubes.
A certeza para o dirigente é a necessidade de união entre os clubes. Somente unidos graças aos mesmos interesses, as agremiações poderão, na visão de Bolzan, tratar das questões necessárias.
– Os clubes têm que voltar a ter a capacidade de união e reunião em pontos comuns. Essa é uma questão importante. Os clubes têm que sentar e, se não há a possibilidade de fazer uma corporação, uma Liga, um Clube dos 13 novamente ou algo nesse sentido, os clubes precisam ter capacidade de reunião e união naquilo em que eles são comuns. Criando essa condição, nós vamos poder ter um debate melhor sobre a questão corporativo dos clubes.
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Pensar em mudanças que, se aprovadas e instituídas, possam aumentar a arrecadação não somente do seu Grêmio, mas também dos demais clubes. Romildo Bolzan Jr. tem pensado o hoje e amanhã do Tricolor e, ao mesmo tempo, buscado apoio para discutir questões que possam impactar em mudanças benéficas, no seu entendimento, para o futebol brasileiro. A volta do mata-mata é apenas uma delas.
Marco Polo Del Nero, futuro presidente da CBF, sinalizou que poderia analisar a ideia de Bolzan Jr. sobre a volta do mata-mata no último dia 9. E ele convidou o mandatário gremista para uma reunião, na próxima segunda-feira, na sede da entidade. Mesmo sem conhecer a pauta que será proposta por Del Nero, o presidente tricolor utilizará o encontro para detalhar o possível retorno dos playoffs ao Brasileirão, além das outras propostas que tem em mente.
– Terei uma reunião com o Marco Polo na segunda-feira. Eu vou levar toda a pauta do mata-mata, uma pauta sobre a Lei Pelé, pauta sobre (a volta da venda de) bebidas alcoólicas nos estádios e sobre as torcidas em clássicos. Levarei a pauta inteira que acho necessário discutir no futebol brasileiro.
Levarei uma série de situações para propor debate. Mas os clubes têm que se reunir e discutir com a CBF essas questões. Não podemos ficar na situação de perder dinheiro ou então não realizar as coisas por falta de debates, de iniciativas.
Não temos é condição de deixar de debater. O importante é, sempre, debater – destacou o presidente tricolor, ao LANCE!Net, antes de completar:
– Não conheço a pauta que o presidente Marco Polo Del Nero vai me propor, pois foi ele que me proporcionou essa reunião. Mas levarei todas essas pautas.
Pautas essas que são polêmicas e tratam de questões complexas. Romildo Bolzan Jr. fez questão de destacar outras duas.
– A hoje proibida venda de bebidas alcoólicas nos estádios pode não ter reflexo econômico para os clubes, mas tem sim. E Precisamos acabar com essa história de apenas uma torcida em clássicos do futebol brasileiro.
Temos apenas ma torcida ou poucos torcedores do outro time em clássicos – disse o presidente, citando, na sequência, que a CBF não será a única que precisará dar o aval para que possíveis mudanças aconteçam:
– São pautas para se trabalhar com a força pública, com as policias militares, Congresso, com as Assembleias Legislativas. São assuntos recorrentes, assuntos que dizem respeito a uma pauta sobre o futebol brasileiro. São pautas positivas e aumentam a capacidade de arrecadação dos clubes.
A certeza para o dirigente é a necessidade de união entre os clubes. Somente unidos graças aos mesmos interesses, as agremiações poderão, na visão de Bolzan, tratar das questões necessárias.
– Os clubes têm que voltar a ter a capacidade de união e reunião em pontos comuns. Essa é uma questão importante. Os clubes têm que sentar e, se não há a possibilidade de fazer uma corporação, uma Liga, um Clube dos 13 novamente ou algo nesse sentido, os clubes precisam ter capacidade de reunião e união naquilo em que eles são comuns. Criando essa condição, nós vamos poder ter um debate melhor sobre a questão corporativo dos clubes.
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