Bolzan Jr.observa que eventuais bons resultados podem abreviar sacrifícios | Foto: Divulgação / Grêmio / CP
O momento não é dos mais otimistas. O discurso da direção gremista tem sido repetido como um mantra nas últimas semanas, lembrando a necessidade de um período de sacrifícios, onde o departamento de futebol terá que mostrar criatividade para contratar sem muito dinheiro no caixa. De quebra, o Grêmio começa a temporada 2015 com um incômodo peso: nunca, desde a década de 1970, o clube ficou tanto tempo sem levantar sequer um troféu de importância, mesmo um Gauchão. Já são quatro anos sem que a torcida termine uma competição podendo gritar “É campeão”. O último título foi o Campeonato Gaúcho de 2010. Em nível nacional, a distância é ainda maior: a Copa do Brasil em 2001.
O horizonte complicado previsto para os primeiros seis meses de 2015, no entanto, pode ser reduzido caso bons resultados surjam dentro de campo. A garantia é do próprio presidente Romildo Bolzan Jr., que assegura que um eventual sucesso nas primeiras competições do ano podem abreviar os sacrifícios. “Ajudaria muito se isso acontecesse”, diz, observando que, mesmo sem reforços, o time tem condições de ir bem tanto no Gauchão como na Copa do Brasil com o atual elenco. Ainda que com uma ressalva: “Se ficar como está, temos condições. Se alguém sair, bom, aí teremos que talvez buscar reforços”.
O mandatário Tricolor é mais otimista ao falar das perspectivas para o segundo semestre tricolor. De acordo com Romildo Bolzan Jr., até lá o clube já terá se livrado de uma série de encargos e dívidas que hoje impedem que contratações mais caras sejam efetuadas. O que tende a facilitar — e muito — a caminhada em direção aos títulos novamente: “É um peso complexo. No futebol, com a competitividade que tem hoje em dia, um time do tamanho do Grêmio, com a torcida que tem, precisa de títulos. O clube não pode passar por um jejum desses, tem que dar uma resposta ao torcedor”.
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O horizonte complicado previsto para os primeiros seis meses de 2015, no entanto, pode ser reduzido caso bons resultados surjam dentro de campo. A garantia é do próprio presidente Romildo Bolzan Jr., que assegura que um eventual sucesso nas primeiras competições do ano podem abreviar os sacrifícios. “Ajudaria muito se isso acontecesse”, diz, observando que, mesmo sem reforços, o time tem condições de ir bem tanto no Gauchão como na Copa do Brasil com o atual elenco. Ainda que com uma ressalva: “Se ficar como está, temos condições. Se alguém sair, bom, aí teremos que talvez buscar reforços”.
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