Rincón esteve no Maracanã para o Jogo das Estrelas (Foto: Thiago de Lima)
Rincón, Aristizábal, Asprilla, Armero, Rentería... Não faltam exemplos de jogadores colombianos que fizeram sucesso no futebol brasileiro. Mas atualmente são poucos os que se aventuram no país, justamente no melhor momento da seleção da Colômbia e num período em que o Brasil passou a permitir mais estrangeiros por clube. Apesar de as equipes nacionais mapearem cada vez mais os vizinhos da América do Sul, Rincón acredita que ainda não estão prestando atenção suficiente ao mercado onde nasceu.
No Rio de Janeiro para participar do Jogo das Estrelas - evento beneficente organizado por Zico no Maracanã - , o ex-jogador de 48 anos cobrou o Brasil ao ser questionado do motivo pelo qual atualmente são poucos colombianos por aqui. Embora o meio-campo, ex-Corinthians, Palmeiras, Santos e Cruzeiro, critique o nível técnico dos campeonatos de seu país, destacou que surgem bons valores individuais e citou como exemplo o meia Edwin Cardona, do Atlético Nacional. O São Paulo até manifestou interesse no jogador, mas quando correu atrás ele já havia sido negociado para o Monterrey, do México.
- Eu divido o futebol lá em dois: a seleção da Colômbia e o futebol colombiano. Para mim, o futebol colombiano não está bom por uma série de situações que está acontecendo. No geral o nível está muito baixo, mas individualmente ainda sai muito jogador. Tinha o Cardona, que foi para o México... O Nacional tinha uns três ou quatro jogadores que mandou para o México, não foi para o Brasil. Acho que o Brasil está olhando outros mercados e não a Colômbia. Porque temos jogador para vir para cá.
Rincón chegou ao Rio de Janeiro para se divertir no jogo festivo, mas também divertiu os outros. No aeroporto, foi confundido com Seedorf pelo irmão de El Tigre Ramirez, que não acompanha muito futebol. E a gargalhada foi garantida para quem presenciou a cena, até para o próprio colombiano, que levou na esportiva.
- Não respondi nada, só dei risada (risos). Faz parte, não tenho problema com isso - brincou.
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Rincón, Aristizábal, Asprilla, Armero, Rentería... Não faltam exemplos de jogadores colombianos que fizeram sucesso no futebol brasileiro. Mas atualmente são poucos os que se aventuram no país, justamente no melhor momento da seleção da Colômbia e num período em que o Brasil passou a permitir mais estrangeiros por clube. Apesar de as equipes nacionais mapearem cada vez mais os vizinhos da América do Sul, Rincón acredita que ainda não estão prestando atenção suficiente ao mercado onde nasceu.
No Rio de Janeiro para participar do Jogo das Estrelas - evento beneficente organizado por Zico no Maracanã - , o ex-jogador de 48 anos cobrou o Brasil ao ser questionado do motivo pelo qual atualmente são poucos colombianos por aqui. Embora o meio-campo, ex-Corinthians, Palmeiras, Santos e Cruzeiro, critique o nível técnico dos campeonatos de seu país, destacou que surgem bons valores individuais e citou como exemplo o meia Edwin Cardona, do Atlético Nacional. O São Paulo até manifestou interesse no jogador, mas quando correu atrás ele já havia sido negociado para o Monterrey, do México.
- Eu divido o futebol lá em dois: a seleção da Colômbia e o futebol colombiano. Para mim, o futebol colombiano não está bom por uma série de situações que está acontecendo. No geral o nível está muito baixo, mas individualmente ainda sai muito jogador. Tinha o Cardona, que foi para o México... O Nacional tinha uns três ou quatro jogadores que mandou para o México, não foi para o Brasil. Acho que o Brasil está olhando outros mercados e não a Colômbia. Porque temos jogador para vir para cá.
Rincón chegou ao Rio de Janeiro para se divertir no jogo festivo, mas também divertiu os outros. No aeroporto, foi confundido com Seedorf pelo irmão de El Tigre Ramirez, que não acompanha muito futebol. E a gargalhada foi garantida para quem presenciou a cena, até para o próprio colombiano, que levou na esportiva.
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