Felipão e seus jogadores tentam se motivar para último jogo do ano (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
O Grêmio não tem mais chances de classificação à Libertadores, o que transformou o jogo contra o Flamengo neste domingo, pela última rodada do Brasileirão, num amistoso de luxo. Certo? Nem tanto assim. Além dos motivos ligados ao calendário e às finanças de 2015, os jogadores procuram se motivar (e motivar os torcedores) com um discurso lúdico, em que honra, amor à camisa e até o hino do clube surgem como tópicos relevantes.
Se superar o Flamengo, que irá à Arena com reservas, e o Fluminense não vencer o Cruzeiro no Mineirão, o time de Felipão fecha o Brasileirão em quinto, o que implica dois benefícios concretos: ingresso direto nas oitavas da Copa do Brasil e uma premiação de R$ 2,3 milhões, R$ 1,5 milhões a mais do que se terminar na atual posição em que se encontra.
Os jogadores, no entanto, vão além e citam outros motivos para se motivar. Artilheiro e capitão do time, Barcos fala em "honra". E aproveita para chamar o torcedor.
- Temos que jogar do mesmo jeito sempre, pela nossa honra, para ficar numa posição melhor. O torcedor tem que acompanhar, será um evento bonito de ver - projeta.
Destaque na temporada e avalista da melhor defesa do Brasileirão, Marcelo Grohe reforça a convocação à torcida para o duelo das 17h. Criado nas categorias de base do clube desde os 13 anos, o goleiro, hoje com 27, cita até um trecho do hino gremista, composto por Lupicínio Rodrigues.
- O torcedor do Grêmio é fiel, o próprio hino diz "com o Grêmio onde o Grêmio estiver". Não é porque não está brigando que ele vai nos abandonar. Convocamos o torcedor para que possa comparecer, nos empurrar e vamos tentar fazer um grande jogo para terminar o ano bem - pondera o camisa 1.
A preocupação em não desmobilizar o grupo começou com Felipão, que tratou de tranquilizar o grupo e falar que rejeitara uma proposta do futebol chinês. Assim, seguirá no clube em 2015. Nos treinos, Scolari tratou de ser enérgico, a ponto de, em determinado trabalho, afirmar que, "quem não estivesse motivado, deveria ir embora".
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Se superar o Flamengo, que irá à Arena com reservas, e o Fluminense não vencer o Cruzeiro no Mineirão, o time de Felipão fecha o Brasileirão em quinto, o que implica dois benefícios concretos: ingresso direto nas oitavas da Copa do Brasil e uma premiação de R$ 2,3 milhões, R$ 1,5 milhões a mais do que se terminar na atual posição em que se encontra.
Os jogadores, no entanto, vão além e citam outros motivos para se motivar. Artilheiro e capitão do time, Barcos fala em "honra". E aproveita para chamar o torcedor.
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