O presidente Fábio Koff emocionou a todos que estiveram presentes na festa dos 111 anos do Grêmio
Em seu discurso, Koff lembrou da música My Way, interpretada por Elvis Presley e Frank Sinatra, para dizer que está no fim da sua vida, mas fez tudo do “seu jeito”.
Na fala, revelou que parou para pensar no quanto o Grêmio significa para ele e o quanto ele dedicou de tempo a este clube. Falou sobre os seus erros, acertos, glórias e lutas. Assim como o título da música, Koff repetiu que fez tudo do seu jeito.
Aqui o discurso na íntegra.
“Peço uma licença especial nesta noite festiva, em que comemoramos os 111 anos de um dos amores da minha vida. Peço licença, pois hoje quero falar do meu jeito de ser gremista: My Way. Falar do que sinto por esse clube, do que sinto por estar à frente deste clube; do amor que me move, depois de tanto viver, a dedicar horas cada vez mais raras da minha vida para acalentar esta paixão que cultivo há pelo menos oito décadas. Repito, oito décadas.
Dias desses surpreendi-me pensando na minha vida e como ela está diretamente ligada a estas três cores. Na minha idade é comum fazermos retrospectivas. Eu sou, efetivamente, azul, preto e branco. Eu sou um torcedor de três campos: da Baixada, do Olímpico – que hoje completa 60 anos – e agora da Arena. Eu sou um privilegiado! Quantos passaram pelos bancos de madeira da Baixada, pelos assentos de concreto do Olímpico e agora podem desfrutar do conforto deste monumental estádio?
Eu torci para Osvaldo Rolla, para Telê Santana, para Ênio Andrade. Eu vi Aírton virar Pavilhão, eu vi nascer uma estrela em nossa bandeira, chamada Everaldo. Eu convivi com Lupicínio, nosso magistral compositor, cujo filho hoje nos honra com sua presença. Eu vi, vivi e hoje revivo o Grêmio.
Passando a limpo minha trajetória, me vem à cabeça as palavras eternizadas nas interpretações de Elvis Presley e Frank Sinatra./ My Way é tudo que cada um de nós gostaria de dizer quando chega onde eu cheguei, pelas causas que lutei, pelo time que amei, por tudo que pude fazer por ele… e ele por mim. Percebam:
Eu vivi uma vida por inteiro
Eu viajei por cada e em todas as estradas
Mas muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito
Arrependimentos, eu tive alguns
Mas são tão poucos para mencionar
Eu fiz o que eu tinha que fazer
Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo ao longo da estrada
E eu vi tudo, sem exceção
Teve horas que eu mordi mais que eu podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Eu encarei tudo isso e continuei altivo
E fiz do meu jeito
Eu amei, eu sorri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte nas derrotas
Agora, quando vejo as lágrimas derramadas
Eu acho tudo muito divertido
Por saber que eu fiz tudo
E tudo eu fiz do meu jeito
Que amor que vale a pena esse Grêmio! Que diferença fez na minha vida essa escolha! E que felicidade saber que o meu jeito também faz diferença na vida do clube.
É muito grande o orgulho que sinto de saber que participei do Grêmio de Aírton, de Ancheta, de Mazaropi, de Danrlei, de China, de Felipão, de De León, de Hélio Dourado, de Dinho, de Alcindo, de Baltazar e de tantos outros… O orgulho de ter certeza que esse Grêmio também tem um pouco do meu jeito.
Esse jeito que desajeita os adversários, que os faz temerosos!
Esse jeito que embala oito milhões de corações!
Esse jeito de dizer: EU NÃO DESISTO NUNCA, EU LUTO ATÉ A EXAUSTÃO!
Que orgulho deste clube que me fez rir e chorar, numa montanha russa de emoções inacreditavelmente boa. Dos gols de Renato aos pênaltis desperdiçados. Tudo, absolutamente tudo valeu a pena. Pois, quando encerro essa retrospectiva do My Way, o que sobra é uma palavra pequena, de intensidade inversamente proporcional ao seu tamanho: AMOR.
E é com AMOR que seguimos em frente, lutando dia a dia, buscando novas perspectivas, levando o Grêmio para sua merecida grandeza, para onde esta torcida quer e merece. É com esse objetivo que trabalhamos todos os dias, sem hesitar um minuto sequer, nos reinventando a cada dificuldade.
Senhoras e Senhores, esse gigante tricolor ainda há de crescer muito. Esta casa, em breve, queremos que esteja 100% sob nosso controle. Para isso caminhamos. E a partir disso decolaremos rumo ao infinito.
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Em seu discurso, Koff lembrou da música My Way, interpretada por Elvis Presley e Frank Sinatra, para dizer que está no fim da sua vida, mas fez tudo do “seu jeito”.
Na fala, revelou que parou para pensar no quanto o Grêmio significa para ele e o quanto ele dedicou de tempo a este clube. Falou sobre os seus erros, acertos, glórias e lutas. Assim como o título da música, Koff repetiu que fez tudo do seu jeito.
Aqui o discurso na íntegra.
“Peço uma licença especial nesta noite festiva, em que comemoramos os 111 anos de um dos amores da minha vida. Peço licença, pois hoje quero falar do meu jeito de ser gremista: My Way. Falar do que sinto por esse clube, do que sinto por estar à frente deste clube; do amor que me move, depois de tanto viver, a dedicar horas cada vez mais raras da minha vida para acalentar esta paixão que cultivo há pelo menos oito décadas. Repito, oito décadas.
Dias desses surpreendi-me pensando na minha vida e como ela está diretamente ligada a estas três cores. Na minha idade é comum fazermos retrospectivas. Eu sou, efetivamente, azul, preto e branco. Eu sou um torcedor de três campos: da Baixada, do Olímpico – que hoje completa 60 anos – e agora da Arena. Eu sou um privilegiado! Quantos passaram pelos bancos de madeira da Baixada, pelos assentos de concreto do Olímpico e agora podem desfrutar do conforto deste monumental estádio?
Eu torci para Osvaldo Rolla, para Telê Santana, para Ênio Andrade. Eu vi Aírton virar Pavilhão, eu vi nascer uma estrela em nossa bandeira, chamada Everaldo. Eu convivi com Lupicínio, nosso magistral compositor, cujo filho hoje nos honra com sua presença. Eu vi, vivi e hoje revivo o Grêmio.
Passando a limpo minha trajetória, me vem à cabeça as palavras eternizadas nas interpretações de Elvis Presley e Frank Sinatra./ My Way é tudo que cada um de nós gostaria de dizer quando chega onde eu cheguei, pelas causas que lutei, pelo time que amei, por tudo que pude fazer por ele… e ele por mim. Percebam:
Eu vivi uma vida por inteiro
Eu viajei por cada e em todas as estradas
Mas muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito
Arrependimentos, eu tive alguns
Mas são tão poucos para mencionar
Eu fiz o que eu tinha que fazer
Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo ao longo da estrada
E eu vi tudo, sem exceção
Teve horas que eu mordi mais que eu podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Eu encarei tudo isso e continuei altivo
E fiz do meu jeito
Eu amei, eu sorri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte nas derrotas
Agora, quando vejo as lágrimas derramadas
Eu acho tudo muito divertido
Por saber que eu fiz tudo
E tudo eu fiz do meu jeito
Que amor que vale a pena esse Grêmio! Que diferença fez na minha vida essa escolha! E que felicidade saber que o meu jeito também faz diferença na vida do clube.
É muito grande o orgulho que sinto de saber que participei do Grêmio de Aírton, de Ancheta, de Mazaropi, de Danrlei, de China, de Felipão, de De León, de Hélio Dourado, de Dinho, de Alcindo, de Baltazar e de tantos outros… O orgulho de ter certeza que esse Grêmio também tem um pouco do meu jeito.
Esse jeito que desajeita os adversários, que os faz temerosos!
Esse jeito que embala oito milhões de corações!
Esse jeito de dizer: EU NÃO DESISTO NUNCA, EU LUTO ATÉ A EXAUSTÃO!
Que orgulho deste clube que me fez rir e chorar, numa montanha russa de emoções inacreditavelmente boa. Dos gols de Renato aos pênaltis desperdiçados. Tudo, absolutamente tudo valeu a pena. Pois, quando encerro essa retrospectiva do My Way, o que sobra é uma palavra pequena, de intensidade inversamente proporcional ao seu tamanho: AMOR.
E é com AMOR que seguimos em frente, lutando dia a dia, buscando novas perspectivas, levando o Grêmio para sua merecida grandeza, para onde esta torcida quer e merece. É com esse objetivo que trabalhamos todos os dias, sem hesitar um minuto sequer, nos reinventando a cada dificuldade.
Senhoras e Senhores, esse gigante tricolor ainda há de crescer muito. Esta casa, em breve, queremos que esteja 100% sob nosso controle. Para isso caminhamos. E a partir disso decolaremos rumo ao infinito.
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