Foto: MARCOS BEZERRA / FUTURA PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO
As traves das goleiras do Estádio Moisés Lucarelli salvaram duas vezes. Marcelo Grohe garantiu com mais três defesas. O Grêmio escapou de uma derrota histórica em Campinas. Saiu com o empate. A limitada Ponte Preta foi melhor sempre, dominou, teve posse de bola e esteve perto gol. Grohe foi o destaque, o melhor.
O jogo das 11h fez mal ao Tricolor. O Grêmio dormiu demais em Campinas. Dormiu tanto que o dorminhoco Braian Rodríguez perdeu um gol já nos descontos, na melhor chance da partida: ele, a grande área e o goleiro. Normal! Só Roger Machado entre milhões ainda acredita no atacante uruguaio.
O Grêmio parecia ter voltado aos tempos de Felipão. Errou em todas as linhas. Os problemas começavam na defesa, amarravam os laterais e passavam pelo meio-campo. O ataque foi engolido pela defesa paulista. O calor castigou as equipes. Mas quem mais sofreu, sentiu, empacou foi o visitante.
A lentidão gremista facilitou o trabalho do adversário. Com falhas no coletivo, a individualidade sumiu. Fica difícil escolher o mais desafinado, se Luan ou Walace, Galhardo ou Marcelo Oliveira, Maicon ou Giuliano. A intensidade do time sumiu, a troca de posições desapareceu, a velocidade não esteve em campo.
O Grêmio não começou o segundo turno com a fome de vitórias dos que desejam lutar pelo título. Reapareceu uma equipe comum, sem brilho, entregue ao adversário e sem soluções em campo e no banco de reservas. Nem Roger salvou-se em São Paulo. Seu time foi amassado. O 0 a 0 não conta o que foi Grêmio e Ponte Preta.
Empate pode não ser ruim. Mas, contra a Ponte Preta, em Campinas, quem deseja algo mais numa competição, qualquer uma, precisa vencer, fazer três pontos. Em duas partidas com o mesmo adversário, que não estará no top 10 do Brasileirão no final, o Grêmio conseguiu apenas dois pontos. É pouco, é quase nada.
VEJA TAMBÉM
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- Agora ou nunca: Grêmio precisa acelerar para evitar rebaixamento
As traves das goleiras do Estádio Moisés Lucarelli salvaram duas vezes. Marcelo Grohe garantiu com mais três defesas. O Grêmio escapou de uma derrota histórica em Campinas. Saiu com o empate. A limitada Ponte Preta foi melhor sempre, dominou, teve posse de bola e esteve perto gol. Grohe foi o destaque, o melhor.
O jogo das 11h fez mal ao Tricolor. O Grêmio dormiu demais em Campinas. Dormiu tanto que o dorminhoco Braian Rodríguez perdeu um gol já nos descontos, na melhor chance da partida: ele, a grande área e o goleiro. Normal! Só Roger Machado entre milhões ainda acredita no atacante uruguaio.
O Grêmio parecia ter voltado aos tempos de Felipão. Errou em todas as linhas. Os problemas começavam na defesa, amarravam os laterais e passavam pelo meio-campo. O ataque foi engolido pela defesa paulista. O calor castigou as equipes. Mas quem mais sofreu, sentiu, empacou foi o visitante.
A lentidão gremista facilitou o trabalho do adversário. Com falhas no coletivo, a individualidade sumiu. Fica difícil escolher o mais desafinado, se Luan ou Walace, Galhardo ou Marcelo Oliveira, Maicon ou Giuliano. A intensidade do time sumiu, a troca de posições desapareceu, a velocidade não esteve em campo.
O Grêmio não começou o segundo turno com a fome de vitórias dos que desejam lutar pelo título. Reapareceu uma equipe comum, sem brilho, entregue ao adversário e sem soluções em campo e no banco de reservas. Nem Roger salvou-se em São Paulo. Seu time foi amassado. O 0 a 0 não conta o que foi Grêmio e Ponte Preta.
Empate pode não ser ruim. Mas, contra a Ponte Preta, em Campinas, quem deseja algo mais numa competição, qualquer uma, precisa vencer, fazer três pontos. Em duas partidas com o mesmo adversário, que não estará no top 10 do Brasileirão no final, o Grêmio conseguiu apenas dois pontos. É pouco, é quase nada.
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