Flu tem média alta de gols no ano com jogo aéreo, mas que despencou no Brasileirão (Foto: Bruno Haddad / Fluminense)
Fluminense e Ponte Preta se enfrentam hoje, no Maracanã, em jogo com alto potencial para ser decidido com pelo menos um gol em jogadas aéreas. Isso porque tanto o Tricolor quanto a Macaca estão entre as três equipes da Série A que no ano mais fizeram e mais sofreram gols depois de a bola viajar pelo alto.
O Fluminense é o que tem a maior média de gols marcados a partir de bolas que viajam pelo alto antes de serem finalizadas em gol, seja com o pé ou com a cabeça, mas sempre tendo antes viajado longe do gramado. O Flu já marcou 20 em 24 jogos, média de 0,83. A Ponte Preta é a terceira que mais marcou assim: foram 18 gols em 28 jogos, média de 0,64.
Quando se defendem, a Ponte Preta tem o segundo pior retrospecto do ano entre os times da Série A, tendo sofrido 15 gols a partir de jogadas aéreas, média de 0,54. O Flu tem o terceiro pior histórico: levou 11 gols em 24 jogos, média de 0,46.
Mas há uma questão importante: o Fluminense fez um único gol a partir de jogadas aéreas em sete jogos do Brasileirão, e a Ponte Preta já marcou quatro. Por outro lado, o Flu já sofreu seis gols depois de a bola viajar pelo alto, e a Ponte Preta, apenas um. Ao menos nos números, a Ponte Preta tem uma certa vantagem retrospectiva no quesito.


O que fica claro quando se analisa o tipo de lance que resulta em gols (a favor e contra) das duas equipes é que ao mesmo tempo em que aproveitam, são vulneráveis a cruzamentos, lançamentos e bolas levantadas curtas. Os gols saem com a bola em jogo. Com a bola parada saem muito menos gols. De cada dez gols do Fluminense em jogadas aéreas, só um ocorreu em bola parada. Na Ponte, quatro de cada dez são em bola parada.
A característica fica mais evidente quando comparado com o Vasco, por exemplo. De cada dez gols marcados pelo Vasco a partir de jogadas aéreas, nove ocorrem com a bola parada (escanteios, faltas levantadas ou arremessos laterais longos), jogadas em que supostamente a defesa adversária teria mais tempo para se organizar. Só que não.

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O Fluminense é o que tem a maior média de gols marcados a partir de bolas que viajam pelo alto antes de serem finalizadas em gol, seja com o pé ou com a cabeça, mas sempre tendo antes viajado longe do gramado. O Flu já marcou 20 em 24 jogos, média de 0,83. A Ponte Preta é a terceira que mais marcou assim: foram 18 gols em 28 jogos, média de 0,64.
Quando se defendem, a Ponte Preta tem o segundo pior retrospecto do ano entre os times da Série A, tendo sofrido 15 gols a partir de jogadas aéreas, média de 0,54. O Flu tem o terceiro pior histórico: levou 11 gols em 24 jogos, média de 0,46.
Mas há uma questão importante: o Fluminense fez um único gol a partir de jogadas aéreas em sete jogos do Brasileirão, e a Ponte Preta já marcou quatro. Por outro lado, o Flu já sofreu seis gols depois de a bola viajar pelo alto, e a Ponte Preta, apenas um. Ao menos nos números, a Ponte Preta tem uma certa vantagem retrospectiva no quesito.


O que fica claro quando se analisa o tipo de lance que resulta em gols (a favor e contra) das duas equipes é que ao mesmo tempo em que aproveitam, são vulneráveis a cruzamentos, lançamentos e bolas levantadas curtas. Os gols saem com a bola em jogo. Com a bola parada saem muito menos gols. De cada dez gols do Fluminense em jogadas aéreas, só um ocorreu em bola parada. Na Ponte, quatro de cada dez são em bola parada.
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