Foto: Miguel Schincariol / Lancepress!
A melhor partida do Grêmio desde que Roger assumiu foi contra o Goiás. Mesmo assim, o time cedeu facilmente quando o adversário exerceu alguma pressão, e essa pressão durou apenas 15 minutos. Contra o Corinthians, escrevi que o Grêmio venceu bem, mas mostrou defeitos. Esses defeitos, e muitos outros mais, o time apresentou contra o São Paulo.
O Grêmio teve sorte de perder só por 2 a 0. O São Paulo mostrou que é muito superior, poderia ter goleado. O Grêmio fez uma partida vergonhosa. Não pelo resultado, mas pela forma como se submeteu ao inimigo, sem futebol, sem vontade, sem orientação. O São Paulo era o São Paulo, o Grêmio foi o Atlético de Carazinho. Há muito tempo não via um time gaúcho ser amassado e humilhado com tanta facilidade como hoje.
Pobre Roger, pobre Felipão, pobre de quem treinar esse Grêmio de dirigentes que não entendem de futebol.
O Grêmio tem goleiro. Dois, até. Tem um ótimo centromédio, Wallace. E não muito mais do que isso. Os laterais são lentos, todos eles. Marcelo Oliveira, que é razoável como volante, é uma enganação como lateral. Fellipe Bastos, hoje, deveria ter saído aos 20 do primeiro tempo. O São Paulo passou todo o tempo triangulando em cima dele, que não tem sequer estabilidade emocional para ser pressionado.
Os zagueiros do Grêmio são bons se bem protegidos. Caso contrário, são medianos. O resto do time, aliás, é todo mediano. Luan é o clássico moscão, um jogador que, ao receber a bola, a primeira coisa que faz é virar-se de costas para o gol e recuar a jogada.
Luan é o meia do drible para trás, a alegria do zagueiro. Pedro Rocha, se fosse centroavante, teria feito no primeiro tempo um gol que Sandro Sotilli, hoje, com quase 50 anos de idade, faria bocejando.
Mamute, o mais promissor de todos, seria excelente, se não tivesse medo de fazer gol. Esse é o Grêmio de 2015. O Grêmio tem um time fraco, fraquíssimo. Não sairá da segunda página da tabela.
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O Grêmio teve sorte de perder só por 2 a 0. O São Paulo mostrou que é muito superior, poderia ter goleado. O Grêmio fez uma partida vergonhosa. Não pelo resultado, mas pela forma como se submeteu ao inimigo, sem futebol, sem vontade, sem orientação. O São Paulo era o São Paulo, o Grêmio foi o Atlético de Carazinho. Há muito tempo não via um time gaúcho ser amassado e humilhado com tanta facilidade como hoje.
Pobre Roger, pobre Felipão, pobre de quem treinar esse Grêmio de dirigentes que não entendem de futebol.
O Grêmio tem goleiro. Dois, até. Tem um ótimo centromédio, Wallace. E não muito mais do que isso. Os laterais são lentos, todos eles. Marcelo Oliveira, que é razoável como volante, é uma enganação como lateral. Fellipe Bastos, hoje, deveria ter saído aos 20 do primeiro tempo. O São Paulo passou todo o tempo triangulando em cima dele, que não tem sequer estabilidade emocional para ser pressionado.
Os zagueiros do Grêmio são bons se bem protegidos. Caso contrário, são medianos. O resto do time, aliás, é todo mediano. Luan é o clássico moscão, um jogador que, ao receber a bola, a primeira coisa que faz é virar-se de costas para o gol e recuar a jogada.
Luan é o meia do drible para trás, a alegria do zagueiro. Pedro Rocha, se fosse centroavante, teria feito no primeiro tempo um gol que Sandro Sotilli, hoje, com quase 50 anos de idade, faria bocejando.
Mamute, o mais promissor de todos, seria excelente, se não tivesse medo de fazer gol. Esse é o Grêmio de 2015. O Grêmio tem um time fraco, fraquíssimo. Não sairá da segunda página da tabela.
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