Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Poucas vezes vi um começo de jogo tão avassalador na cancha tricolor. O Grêmio de Roger vencia o forte Corinthians por 2 a 0 antes do ponteiro marcar cinco minutos. Intenso como prega o treinador, o time abafou o visitante. Adiantou a marcação, trocou passes rápidos, buscou o flanco e, principalmente, foi eficiente: em duas conclusões marcou dois gols. A vitória por 3 a 1 foi merecida.
Temos pontos a melhorar, é preciso admitir, mas o ânimo e o futebol evoluíram. Na estreia em casa de Roger Machado, sua equipe confirmou virtudes apresentadas no empate com o Goiás. O Grêmio com a postura apresentada na Arena reanima o torcedor.
Giuliano subiu de produção. Correu bastante, dentro da sua média, porém foi decisivo, participou dos três gols, foi o craque do jogo. Voltou a marcar seu gol por entrar na área. Assim como ocorreu em Goiânia, o meia chegou para conferir o lance feito centroavante. Por vir do meio-campo, entrou desmarcado e guardou.
Giuliano também deu assistência. Abriu na direita, recebeu o passe longo de Marcelo Oliveira, que também correu em direção à área. O canhoto chegou de trás, surpreendeu a marcação ao receber livre e acertar um pataço cruzado de direita. O belo gol coroou um começo de partida fulminante. Já o terceiro foi aquela sorte que estava faltando, quando Giuliano errou o chute e a bola sobrou para Luan deslocar Cássio.
Interessante observar que os dois primeiros gols nasceram de lances de lado. Walace (de outra bela atuação) acionou Pedro Rocha que cruzou. Depois, Giuliano serviu Marcelo Oliveira. Ao longo da noite, o time puxou contragolpes com jogadores abertos. A eficiência que sobrou nos minutos iniciais faltou na etapa final, quando desperdiçamos contra-ataques em série. Este é um ponto a ser melhorado.
Na defesa, pode-se dizer que o Imortal suportou bem a pressão do Corinthians que, apesar da má fase, é uma equipe bem articulada, com toque de bola fácil e envolvente e banco robusto. Só chama atenção como a marcação tricolor é superada sem muito esforço pelos lados, outro aspecto para ser corrigido. Maicon foi driblado com extrema facilidade no gol corintiano, por exemplo. Galhardo sofreu na direita.
No segundo tempo o Corinthians chegou muito perto, em chute de Jadson e na bola parada. Já nos acréscimos, Tiago justificou sua escolha para substituir Marcelo Grohe. O jovem goleiro catou na linha, exibindo muito reflexo, o chute de Petros. Completou com maestria uma atuação segura, que reforça a confiança para visitar o São Paulo no fim de semana.
Após dois jogos e uma semana de trabalho, Roger dá sinais promissores. O Grêmio voltou a correr. O Grêmio adiantou a marcação. O Grêmio voltou a ter ultrapassagens. O Grêmio passou a variar mais as jogadas entre meio e flancos. O Grêmio foi intenso. O Grêmio marcou três gols. O Grêmio venceu um forte elenco. O Grêmio reanimou o torcedor.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio ajusta estrutura enquanto foca na sobrevivência na Série A
- Á beira do abismo: Grêmio precisa da vitória sobre o Cruzeiro para respirar
- Mudança no ataque: Pressão na tabela força Grêmio a se reinventar
Poucas vezes vi um começo de jogo tão avassalador na cancha tricolor. O Grêmio de Roger vencia o forte Corinthians por 2 a 0 antes do ponteiro marcar cinco minutos. Intenso como prega o treinador, o time abafou o visitante. Adiantou a marcação, trocou passes rápidos, buscou o flanco e, principalmente, foi eficiente: em duas conclusões marcou dois gols. A vitória por 3 a 1 foi merecida.
Temos pontos a melhorar, é preciso admitir, mas o ânimo e o futebol evoluíram. Na estreia em casa de Roger Machado, sua equipe confirmou virtudes apresentadas no empate com o Goiás. O Grêmio com a postura apresentada na Arena reanima o torcedor.
Giuliano subiu de produção. Correu bastante, dentro da sua média, porém foi decisivo, participou dos três gols, foi o craque do jogo. Voltou a marcar seu gol por entrar na área. Assim como ocorreu em Goiânia, o meia chegou para conferir o lance feito centroavante. Por vir do meio-campo, entrou desmarcado e guardou.
Giuliano também deu assistência. Abriu na direita, recebeu o passe longo de Marcelo Oliveira, que também correu em direção à área. O canhoto chegou de trás, surpreendeu a marcação ao receber livre e acertar um pataço cruzado de direita. O belo gol coroou um começo de partida fulminante. Já o terceiro foi aquela sorte que estava faltando, quando Giuliano errou o chute e a bola sobrou para Luan deslocar Cássio.
Interessante observar que os dois primeiros gols nasceram de lances de lado. Walace (de outra bela atuação) acionou Pedro Rocha que cruzou. Depois, Giuliano serviu Marcelo Oliveira. Ao longo da noite, o time puxou contragolpes com jogadores abertos. A eficiência que sobrou nos minutos iniciais faltou na etapa final, quando desperdiçamos contra-ataques em série. Este é um ponto a ser melhorado.
Na defesa, pode-se dizer que o Imortal suportou bem a pressão do Corinthians que, apesar da má fase, é uma equipe bem articulada, com toque de bola fácil e envolvente e banco robusto. Só chama atenção como a marcação tricolor é superada sem muito esforço pelos lados, outro aspecto para ser corrigido. Maicon foi driblado com extrema facilidade no gol corintiano, por exemplo. Galhardo sofreu na direita.
No segundo tempo o Corinthians chegou muito perto, em chute de Jadson e na bola parada. Já nos acréscimos, Tiago justificou sua escolha para substituir Marcelo Grohe. O jovem goleiro catou na linha, exibindo muito reflexo, o chute de Petros. Completou com maestria uma atuação segura, que reforça a confiança para visitar o São Paulo no fim de semana.
Após dois jogos e uma semana de trabalho, Roger dá sinais promissores. O Grêmio voltou a correr. O Grêmio adiantou a marcação. O Grêmio voltou a ter ultrapassagens. O Grêmio passou a variar mais as jogadas entre meio e flancos. O Grêmio foi intenso. O Grêmio marcou três gols. O Grêmio venceu um forte elenco. O Grêmio reanimou o torcedor.
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