Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Ainda indefinida, a compra da gestão da Arena é a única saída para as finanças do Grêmio nos próximos anos.
A afirmação é do presidente Romildo Bolzan Júnior, para quem a aquisição se constitui em um bom negócio, diferentemente do que pensam alguns conselheiros oposicionistas.
É o caso de Renato Moreira, que avalia como mais conveniente deixar que a OAS siga bancando o financiamento pelos próximos cinco anos e meio restantes, em vez de efetuar a compra.
Com o direito de exploração da Arena, o clube poderá desenvolver um novo plano de associados, observa Bolzan.
A meta é arrecadar R$ 10 milhões mensais, o dobro do faturamento atual. Hoje, como o torcedor sabe que o valor não entrará integralmente nos cofres do clube, não se sente estimulado a se associar.
- A campanha está pronta. Só falta consolidar esta situação (a compra) - afirma Bolzan.
O dirigente não teme que o clube comprometa seu patrimônio ao assumir as parcelas do financiamento.
Ainda restam R$ 170 milhões a serem quitados. Banrisul, Banco do Brasil e Santander, os bancos repassadores do empréstimo liberado pelo BNDES, já aceitam que o Grêmio assuma o financiamento, diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela OAS.
- Hoje, já pagamos R$ 1,5 milhão para usar o estádio (o custo com os associados que migraram). Com a compra, esse valor vai desaparecer. E a mensalidade do financiamento não será muito superior a isso - diz o presidente.
Venda de camarotes, bilheteria dos jogos e utilização da Arena para outros eventos são alguns dos benefícios que o clube passará a contar a partir da conclusão do negócio.
Só nas partidas contra Ponte Preta e Figueirense foram arrecados cerca de R$ 650 mil, valor destinado para a conta centralizadora da Arena Porto-Alegrense.
- Estamos determinados a consumar a negociação. É a nossa única solução financeira - afirma Bolzan.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio ajusta estrutura enquanto foca na sobrevivência na Série A
- Á beira do abismo: Grêmio precisa da vitória sobre o Cruzeiro para respirar
- Mudança no ataque: Pressão na tabela força Grêmio a se reinventar
Ainda indefinida, a compra da gestão da Arena é a única saída para as finanças do Grêmio nos próximos anos.
A afirmação é do presidente Romildo Bolzan Júnior, para quem a aquisição se constitui em um bom negócio, diferentemente do que pensam alguns conselheiros oposicionistas.
É o caso de Renato Moreira, que avalia como mais conveniente deixar que a OAS siga bancando o financiamento pelos próximos cinco anos e meio restantes, em vez de efetuar a compra.
Com o direito de exploração da Arena, o clube poderá desenvolver um novo plano de associados, observa Bolzan.
A meta é arrecadar R$ 10 milhões mensais, o dobro do faturamento atual. Hoje, como o torcedor sabe que o valor não entrará integralmente nos cofres do clube, não se sente estimulado a se associar.
- A campanha está pronta. Só falta consolidar esta situação (a compra) - afirma Bolzan.
O dirigente não teme que o clube comprometa seu patrimônio ao assumir as parcelas do financiamento.
Ainda restam R$ 170 milhões a serem quitados. Banrisul, Banco do Brasil e Santander, os bancos repassadores do empréstimo liberado pelo BNDES, já aceitam que o Grêmio assuma o financiamento, diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela OAS.
- Hoje, já pagamos R$ 1,5 milhão para usar o estádio (o custo com os associados que migraram). Com a compra, esse valor vai desaparecer. E a mensalidade do financiamento não será muito superior a isso - diz o presidente.
Venda de camarotes, bilheteria dos jogos e utilização da Arena para outros eventos são alguns dos benefícios que o clube passará a contar a partir da conclusão do negócio.
Só nas partidas contra Ponte Preta e Figueirense foram arrecados cerca de R$ 650 mil, valor destinado para a conta centralizadora da Arena Porto-Alegrense.
- Estamos determinados a consumar a negociação. É a nossa única solução financeira - afirma Bolzan.
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