Ferreira está relacionado para o Gre-Nal 436
Lucas Uebel / Grêmio
Desde a lesão sofrida aos 10 minutos do segundo tempo contra o Juventude, em 13 de fevereiro, Ferreira vive uma batalha contra o próprio corpo para voltar a jogar. O atacante do Grêmio passou os 33 dias, desde que deixou o gramado da Arena até a véspera do clássico deste sábado no Beira-Rio, em busca das melhores condições físicas. A previsão é de que o camisa 10 seja utilizado no Gre-Nal 436, mesmo que não inicie entre os titulares. Um reflexo da dedicação do jogador neste último mês após uma rotina de tratamentos intensivos e convivência com o desconforto na perna direita.
Em termos técnicos, segundo fontes ouvidas por GZH, a lesão de Ferreira ocorreu na região da entese do adutor da coxa direita, na parte mais insercional. Dores que irradiam da musculatura próxima da virilha pela perna e que variam de acordo com a intensidade do movimento realizado. O retorno do atacante já deveria ter ocorrido, segundo previsão do próprio clube, que vazou a data de 1° de março nas redes sociais.
A lesão atrapalhou a liberação para os treinos e jogos sem limitações. Durante o período de início dos trabalhos físicos, Ferreira era visto com frequência desde as primeiras horas do dia até o final da tarde nas dependências do clube. Cumpria um turno de fisioterapia e depois participaria dos trabalhos com o restante do grupo de jogadores.
Mesmo com os dois turnos de tratamento por quase 30 dias, o problema muscular ainda não melhorou totalmente. O retorno aos treinos trouxe de volta a rotina de dores no local. A comissão técnica deixou o jogador de fora da partida contra o Ypiranga, o preservando para semifinal e minimizando o risco de nova lesão no local.
— Ferreira vem trabalhando, mas conversando com ele entendemos que era melhor ele ficar de fora ainda — citou Roger Machado na semana passada.
Na última semana, totalmente integrado aos trabalhos com o restante do grupo, a resposta do atacante foi satisfatória. Mesmo com as dores, Ferreira atingiu índices nas avaliações da comissão técnica que permitem seu retorno ao nível de competição observado nos jogos.
A tendência é de que Ferreira fique como opção para o decorrer do jogo. Segundo fontes consultadas por GZH, o atacante consegue realizar os movimentos necessários e sem muitas limitações. O problema relatado é que a dor varia de acordo com a exigência das ações e isso pode atrapalhar seu desempenho.
O curioso é que o jogador tem no histórico poucos confrontos contra o Inter, mesmo na época das categorias de base. No clube desde os 16 anos, chegou ao Grêmio em 201 e participou de apenas um Gre-Nal nas categorias de base. Pelo time sub-20, no Gauchão da categoria em 2017, entrou no segundo tempo de uma vitória por 3 a 1. Após ir para campo aos 13 minutos do segundo tempo, marcou o gol que fechou o placar da vitória. Como a transição está vinculada ao departamento profissional no Grêmio, Ferreira acumula três jogos pela categoria. Um empate e duas derrotas, sem gols marcados.
O retrospecto como profissional é de seis jogos: duas vitórias, dois empates e duas derrotas. E com um gol marcado, em um jogo que o camisa 10 cita com carinho:
— O gol mais importante da minha carreira foi o da final do Gauchão do ano passado. Também acho que foi um dos meus melhores jogos — relembrou Ferreira, em entrevista para GZH, antes do seu jogo de número 100 pelo clube.
Aos 24 anos, e como principal protagonista do Grêmio, Ferreira é esperança dos gremistas para encerrar a série invicta do rival. Mesmo que não esteja com 100% das suas condições físicas, o camisa 10 entrará no Beira-Rio para ajudar os companheiros na partida de ida das semifinais do Gauchão.
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Lucas Uebel / Grêmio
Desde a lesão sofrida aos 10 minutos do segundo tempo contra o Juventude, em 13 de fevereiro, Ferreira vive uma batalha contra o próprio corpo para voltar a jogar. O atacante do Grêmio passou os 33 dias, desde que deixou o gramado da Arena até a véspera do clássico deste sábado no Beira-Rio, em busca das melhores condições físicas. A previsão é de que o camisa 10 seja utilizado no Gre-Nal 436, mesmo que não inicie entre os titulares. Um reflexo da dedicação do jogador neste último mês após uma rotina de tratamentos intensivos e convivência com o desconforto na perna direita.
Em termos técnicos, segundo fontes ouvidas por GZH, a lesão de Ferreira ocorreu na região da entese do adutor da coxa direita, na parte mais insercional. Dores que irradiam da musculatura próxima da virilha pela perna e que variam de acordo com a intensidade do movimento realizado. O retorno do atacante já deveria ter ocorrido, segundo previsão do próprio clube, que vazou a data de 1° de março nas redes sociais.
A lesão atrapalhou a liberação para os treinos e jogos sem limitações. Durante o período de início dos trabalhos físicos, Ferreira era visto com frequência desde as primeiras horas do dia até o final da tarde nas dependências do clube. Cumpria um turno de fisioterapia e depois participaria dos trabalhos com o restante do grupo de jogadores.
Mesmo com os dois turnos de tratamento por quase 30 dias, o problema muscular ainda não melhorou totalmente. O retorno aos treinos trouxe de volta a rotina de dores no local. A comissão técnica deixou o jogador de fora da partida contra o Ypiranga, o preservando para semifinal e minimizando o risco de nova lesão no local.
— Ferreira vem trabalhando, mas conversando com ele entendemos que era melhor ele ficar de fora ainda — citou Roger Machado na semana passada.
Na última semana, totalmente integrado aos trabalhos com o restante do grupo, a resposta do atacante foi satisfatória. Mesmo com as dores, Ferreira atingiu índices nas avaliações da comissão técnica que permitem seu retorno ao nível de competição observado nos jogos.
A tendência é de que Ferreira fique como opção para o decorrer do jogo. Segundo fontes consultadas por GZH, o atacante consegue realizar os movimentos necessários e sem muitas limitações. O problema relatado é que a dor varia de acordo com a exigência das ações e isso pode atrapalhar seu desempenho.
O curioso é que o jogador tem no histórico poucos confrontos contra o Inter, mesmo na época das categorias de base. No clube desde os 16 anos, chegou ao Grêmio em 201 e participou de apenas um Gre-Nal nas categorias de base. Pelo time sub-20, no Gauchão da categoria em 2017, entrou no segundo tempo de uma vitória por 3 a 1. Após ir para campo aos 13 minutos do segundo tempo, marcou o gol que fechou o placar da vitória. Como a transição está vinculada ao departamento profissional no Grêmio, Ferreira acumula três jogos pela categoria. Um empate e duas derrotas, sem gols marcados.
O retrospecto como profissional é de seis jogos: duas vitórias, dois empates e duas derrotas. E com um gol marcado, em um jogo que o camisa 10 cita com carinho:
— O gol mais importante da minha carreira foi o da final do Gauchão do ano passado. Também acho que foi um dos meus melhores jogos — relembrou Ferreira, em entrevista para GZH, antes do seu jogo de número 100 pelo clube.
Aos 24 anos, e como principal protagonista do Grêmio, Ferreira é esperança dos gremistas para encerrar a série invicta do rival. Mesmo que não esteja com 100% das suas condições físicas, o camisa 10 entrará no Beira-Rio para ajudar os companheiros na partida de ida das semifinais do Gauchão.
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Comentários
Comentários (1)
Ta mas nao tem um proficional da medicina pra ver , e tambem fazer acura desse problema, sou contra um jogador jogar com dores, logo logo começa a serie B, ai sim precisamos do Ferrerinha pronto, tenque somar ponto desde o primeiro jogo ...
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