Felipão não aguenta mais tentar montar uma equipe de qualidade no Grêmio e esbarrar na falta de opções. Disparou publicamente que há ao menos seis times melhores que o seu. Neste sábado admitiu que a tendência é de 'sofrimento' caso não pintem reforços. Pressionando a direção cada vez mais, o treinador esbarra em um problema crônico: a falta de dinheiro.
Não adianta o técnico reclamar. O clube não tem condições de fazer um investimento pesado sob pena de rasgar tudo que propôs neste ano. A meta é pagar contas. E até quando fez um investimento maior, acabou errando. Como com Cristian Rodríguez, que teve vínculo rescindido sem jogar 90 minutos. E Braian Rodríguez, que não consegue se firmar no time titular.
Se de um lado vem a reclamação do treinador, por outro sobram 'desvios' do comando político do futebol. O diretor César Pacheco recuou de qualquer mudança de planos. Foi evasivo e não deu qualquer garantia.
"Temos problemas financeiros, não pudemos trazer mais jogadores para agregar ao grupo. Em Porto Alegre, vamos nos reunir e buscar uma solução. Não é só o departamento de futebol, é o Grêmio, um planejamento. Estamos todos falando de contratações. As que fizemos já estavam programadas. E existem algumas que ainda não foram finalizadas", afirmou Pacheco.
Enquanto Felipão clama por 'cofres abertos', salientando que o Grêmio é um clube 'de futebol', a direção na palavra do responsável pela pasta, rema exatamente no sentido contrário.
"A direção do Grêmio sabe o que pode gastar. Se tivéssemos dinheiro suficientes para fazer três contratações de vulto, teríamos feito. Sabemos o que temos. Não podemos cometer erros achando que precisamos de jogadores, tirar milhões dos cofres e correr o risco de não dar resultado. Temos coisas encaminhadas e achamos que pode dar certo", explicou Pacheco.
Enquanto isso, o clube vê crescer o descontentamento do treinador, que se não for atendido ao clamar por melhores jogadores pode simplesmente optar por abrir mão do trabalho. Afinal, ele recebe repetidas propostas bem mais vantajosas financeiramente.
Com clima tenso, a semana de treinamentos será importantíssima para o Tricolor. Enquanto isso, o único nome contratado até agora foi Vitinho, do Guarani de Palhoça. Mais nomes devem ser fechados. Ou uma nova onda de reclamações poderá surgir.
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Não adianta o técnico reclamar. O clube não tem condições de fazer um investimento pesado sob pena de rasgar tudo que propôs neste ano. A meta é pagar contas. E até quando fez um investimento maior, acabou errando. Como com Cristian Rodríguez, que teve vínculo rescindido sem jogar 90 minutos. E Braian Rodríguez, que não consegue se firmar no time titular.
Se de um lado vem a reclamação do treinador, por outro sobram 'desvios' do comando político do futebol. O diretor César Pacheco recuou de qualquer mudança de planos. Foi evasivo e não deu qualquer garantia.
"Temos problemas financeiros, não pudemos trazer mais jogadores para agregar ao grupo. Em Porto Alegre, vamos nos reunir e buscar uma solução. Não é só o departamento de futebol, é o Grêmio, um planejamento. Estamos todos falando de contratações. As que fizemos já estavam programadas. E existem algumas que ainda não foram finalizadas", afirmou Pacheco.
Enquanto Felipão clama por 'cofres abertos', salientando que o Grêmio é um clube 'de futebol', a direção na palavra do responsável pela pasta, rema exatamente no sentido contrário.
"A direção do Grêmio sabe o que pode gastar. Se tivéssemos dinheiro suficientes para fazer três contratações de vulto, teríamos feito. Sabemos o que temos. Não podemos cometer erros achando que precisamos de jogadores, tirar milhões dos cofres e correr o risco de não dar resultado. Temos coisas encaminhadas e achamos que pode dar certo", explicou Pacheco.
Enquanto isso, o clube vê crescer o descontentamento do treinador, que se não for atendido ao clamar por melhores jogadores pode simplesmente optar por abrir mão do trabalho. Afinal, ele recebe repetidas propostas bem mais vantajosas financeiramente.
Com clima tenso, a semana de treinamentos será importantíssima para o Tricolor. Enquanto isso, o único nome contratado até agora foi Vitinho, do Guarani de Palhoça. Mais nomes devem ser fechados. Ou uma nova onda de reclamações poderá surgir.
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