Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Integrantes de torcidas organizadas do Grêmio podem ter revendido a cambistas parte dos ingressos que receberam para o Gre- Nal de domingo, no Beira-Rio. A direção do clube nega que distribua entradas de forma gratuita.
A suspeita sobre comercialização de ingressos surgiu em redes sociais. Segundo ela, as organizadas receberam dezenas de ingressos gratuitos e tiveram preferência para compra de outra cota, a R$ 80, parte da qual teria sido revendida a cambistas por R$ 120.
Assessor especial da presidência para assuntos de torcida, Lauro Noguez garante que o Grêmio não dá distribui ingressos.
– Não pagamos nada para organizadas. Também não pagamos ônibus ou coisa alguma. Apenas fazemos uma reserva de ingressos para que eles comprem – diz.
Segundo o assessor, as organizadas dispuseram de um horário determinado para comprar uma cota de 600 bilhetes. Pouco mais de 400 foram adquiridos e o restante, conforme Noguez, acabou liberado para os torcedores comuns.
Seja como for, o Grêmio pretende aumentar a fiscalização sobre as organizadas, apontadas como responsáveis pelo tumulto que resultou em 215 cadeiras depredadas no Beira-Rio, além de banheiros seriamente danificados. Um prejuízo estimado em R$ 100 mil será pago pelo cube.
A direção espera a liberação das imagens por parte do Inter para se certificar se foram associados ou não. Em caso positivo, o Conselho de Administração poderá excluí-los do quadro social.
– Não vamos esconder ninguém. Queremos responsabilizar os autores. A maioria dos integrantes das organizadas é gente boa, mas alguns se inflitram para cometer badernas – entende Noguez.
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Integrantes de torcidas organizadas do Grêmio podem ter revendido a cambistas parte dos ingressos que receberam para o Gre- Nal de domingo, no Beira-Rio. A direção do clube nega que distribua entradas de forma gratuita.
A suspeita sobre comercialização de ingressos surgiu em redes sociais. Segundo ela, as organizadas receberam dezenas de ingressos gratuitos e tiveram preferência para compra de outra cota, a R$ 80, parte da qual teria sido revendida a cambistas por R$ 120.
Assessor especial da presidência para assuntos de torcida, Lauro Noguez garante que o Grêmio não dá distribui ingressos.
– Não pagamos nada para organizadas. Também não pagamos ônibus ou coisa alguma. Apenas fazemos uma reserva de ingressos para que eles comprem – diz.
Segundo o assessor, as organizadas dispuseram de um horário determinado para comprar uma cota de 600 bilhetes. Pouco mais de 400 foram adquiridos e o restante, conforme Noguez, acabou liberado para os torcedores comuns.
Seja como for, o Grêmio pretende aumentar a fiscalização sobre as organizadas, apontadas como responsáveis pelo tumulto que resultou em 215 cadeiras depredadas no Beira-Rio, além de banheiros seriamente danificados. Um prejuízo estimado em R$ 100 mil será pago pelo cube.
A direção espera a liberação das imagens por parte do Inter para se certificar se foram associados ou não. Em caso positivo, o Conselho de Administração poderá excluí-los do quadro social.
– Não vamos esconder ninguém. Queremos responsabilizar os autores. A maioria dos integrantes das organizadas é gente boa, mas alguns se inflitram para cometer badernas – entende Noguez.
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