Relembre como era o mundo na última vez em que o Grêmio enfrentou Renato Portaluppi

Clube terá seu maior ídolo como adversário nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil


Fonte: Gaúcha ZH

Relembre como era o mundo na última vez em que o Grêmio enfrentou Renato Portaluppi
Daniel Marenco / Agencia RBS
A Arena será palco, nesta quarta-feira (25), a partir das 21h30min, do primeiro duelo entre Grêmio e Renato Portaluppi em mais de 13 anos. O estádio que desde 2019 ostenta a estátua do ex-jogador nunca recebeu o ídolo como adversário. Pelo contrário, ninguém fica mais confortável na casa gremista do que Renato, técnico que mais vezes defendeu o clube na história.



A última vez que Portaluppi enfrentou o Tricolor foi em 8 de junho de 2008, no antigo Estádio Olímpico. À frente do Fluminense, foi derrotado por 2 a 1 em jogo válido pela quinta rodada do Brasileirão. GZH agora recorda como era o mundo na última vez em que Grêmio e Renato Portaluppi se enfrentaram.


Como estava o Grêmio

Vice-campeão da América em 2007, o Grêmio não conseguiu a classificação para a Libertadores de 2008. Foi eliminado precocemente no Gauchão e na Copa do Brasil, restando apenas o Campeonato Brasileiro para ser disputado – ao final da temporada, terminaria como vice nacional.


O grupo formado pelo presidente Paulo Odone era de investimentos modestos e cheio de apostas, como o goleiro Victor e o zagueiro Réver, além de jovens como Felipe Mattioni e Rafael Carioca. Os grandes reforços eram o meia Roger Flores, que pouco tempo depois deixaria o clube, e o atacante colombiano Perea. O técnico era Celso Roth.


Como estava Renato



O treinador gaúcho vivia naquele momento a primeira boa fase da carreira. Era o atual campeão da Copa do Brasil, título conquistado em 2007, e havia na mesma semana conquistado vaga na final da Libertadores ao eliminar o Boca Juniors. Com a derrota para a LDU na decisão e a campanha ruim no Brasileirão, foi demitido e demorou para reencontrar o caminho das glórias. Só voltou a fazer sucesso nacional no próprio Grêmio, em 2016.


Olimpíada na China



Os Jogos Olímpicos de Pequim ficaram marcados pelos domínios do norte-americano Michael Phelps nas provas de natação e do jamaicano Usain Bolt no atletismo. Enquanto Phelps levou para casa oito medalhas de ouro, Bolt chocou o mundo ao quebrar os recordes nas provas de 100m e 200m rasos e também no revezamento 4x100m. O recorde coletivo, no entanto, foi tirado em 2017 após um dos membros da equipe ser pego no antidoping.


O Brasil terminou a Olimpíada com 17 medalhas, sendo três de ouro: no vôlei feminino, no salto em distância feminino, com Maurren Maggi, e nos 50m livres da natação, com Cesar Cielo.


Batman enchia os cinemas



Nos cinemas, o filme mais assistido de 2008 foi Batman – O Cavaleiro das Trevas, segundo longa da trilogia dirigida por Christopher Nolan e que tinha Christian Bale no papel do Homem-morcego. A produção arrecadou mais de US$ 1 bilhão.


No Oscar, brilhou Onde os Fracos Não Têm Vez, dos irmãos Ethan e Joel Coen, que levou a estatueta de melhor filme.


Nas paradas de sucesso



A música que abriu o ano como mais ouvida nas paradas da Billboard foi Low, do rapper Flo Rida em parceria com o cantor e produtor T-Pain. O hit ficou 10 semanas consecutivas em primeiro lugar nas mais ouvidas dos Estados Unidos, à época quebrando um recorde que pertencia a Irreplaceable, Beyoncé. No Brasil, fizeram estouraram músicas como Pontes Indestrutíveis, de Charlie Brown Jr., e Good Luck/Boa Sorte, da brasileira Vanessa da Mata com o norte-americano Ben Harper.


Barack Obama é eleito nos EUA



Em 4 de novembro de 2008, Barack Obama entrou para história como o primeiro homem negro eleito presidente dos Estados Unidos. Membro do Partido Democrata, Obama derrotou o republicano John McCain por 365 a 173 votos no colégio eleitoral para chegar à Casa Branca. O democrata também recebeu 69,4 milhões de votos gerais, sendo até 2020 o presidente mais votado dos EUA. Ele sucedeu George W. Bush à frente da maior potência mundial.



Fidel renuncia

Em 19 de fevereiro, Fidel Castro renunciou ao cargo de presidente de Cuba e de comandante do Partido Comunista após 49 anos. Afastado desde 2006 por motivos de saúde, ele foi substituído por seu irmão, Raúl Castro. Mais tarde, o parlamento aprovou o nome de Raúl como novo presidente da ilha.

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