Jefferson Botega / Agência RBS
Grêmio e Flamengo farão dois duelos com portões fechados pela Copa do Brasil. Conforme apurou GZH, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul não irá liberar o retorno de público à Arena nesta quarta-feira (25), para o jogo de ida das quartas de final.
O clube carioca, que já mandou compromissos pela Libertadores com a presença de torcedores nas arquibancadas do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, vinha pleiteando junto às autoridades cariocas a liberação para a segunda partida contra o Tricolor, no Maracanã, no dia 15 de setembro. Mas, com a manutenção do veto no Rio Grande do Sul, o torcedor rubro-negro também será impedido de comparecer ao local do confronto, conforme estabelece o protocolo de recomendações para retorno do público aos estádios divulgado pela CBF.
"O Grêmio está nos protocolos que foram tirados do Conselho Técnico da CBF e nos protocolos sanitários do Estado. Se alguma coisa tiver que acontecer, necessariamente passa pelas autoridades sanitárias. Nós queremos que os jogos voltem, não tenha dúvida. Mas queremos com segurança, queremos sem riscos. Então, esta decisão não é nossa e os protocolos falam claramente que um jogo de mano a mano, se as praças forem recíprocas, o que acontecer em uma tem que acontecer na outra. Se não tiver público em uma, não pode ter na outra. Esta questão para nós está posta e estamos aguardando as autoridades sanitárias", declarou o presidente Romildo Bolzan Júnior, após a vitória sobre o Bahia.
Isso não quer dizer que o Grêmio não esteja se preparando para reabrir os portões da Arena. De acordo com o dirigente, o clube já debateu internamente de que forma irá recepcionar seu torcedor de volta ao estádio.
"Já tem um protocolo pronto. A prioridade vai ser associado mais antigo, associado vacinado, associado em dia. Nós vamos trabalhar esta ideia de contemplar todos aqueles que estiveram próximos da gente. No momento em que puder voltar aos estádios, tem uma situação se vai ser 25%, 30%, 20% (da capacidade do estádio). De qualquer maneira, creio que o estádio vai ter que ser aberto por inteiro, porque 30% do estádio, com distanciamento de convivência, naturalmente que vai ter que ocupar todo o estádio. Se é uma coisa sedenta, que qualquer torcedor gosta, é voltar ao estádio. Então, temos a expectativa que quando puder retornar, a prioridade será essa. Vão voltar torcedores com idade cronológica de título, com vacinação, com parcelas de mensalidade em dia. Estas coisas já estão muito bem pensadas", finalizou Romildo.
#gremio #imortal #tricolor #governo #publico
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O clube carioca, que já mandou compromissos pela Libertadores com a presença de torcedores nas arquibancadas do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, vinha pleiteando junto às autoridades cariocas a liberação para a segunda partida contra o Tricolor, no Maracanã, no dia 15 de setembro. Mas, com a manutenção do veto no Rio Grande do Sul, o torcedor rubro-negro também será impedido de comparecer ao local do confronto, conforme estabelece o protocolo de recomendações para retorno do público aos estádios divulgado pela CBF.
"O Grêmio está nos protocolos que foram tirados do Conselho Técnico da CBF e nos protocolos sanitários do Estado. Se alguma coisa tiver que acontecer, necessariamente passa pelas autoridades sanitárias. Nós queremos que os jogos voltem, não tenha dúvida. Mas queremos com segurança, queremos sem riscos. Então, esta decisão não é nossa e os protocolos falam claramente que um jogo de mano a mano, se as praças forem recíprocas, o que acontecer em uma tem que acontecer na outra. Se não tiver público em uma, não pode ter na outra. Esta questão para nós está posta e estamos aguardando as autoridades sanitárias", declarou o presidente Romildo Bolzan Júnior, após a vitória sobre o Bahia.
Isso não quer dizer que o Grêmio não esteja se preparando para reabrir os portões da Arena. De acordo com o dirigente, o clube já debateu internamente de que forma irá recepcionar seu torcedor de volta ao estádio.
"Já tem um protocolo pronto. A prioridade vai ser associado mais antigo, associado vacinado, associado em dia. Nós vamos trabalhar esta ideia de contemplar todos aqueles que estiveram próximos da gente. No momento em que puder voltar aos estádios, tem uma situação se vai ser 25%, 30%, 20% (da capacidade do estádio). De qualquer maneira, creio que o estádio vai ter que ser aberto por inteiro, porque 30% do estádio, com distanciamento de convivência, naturalmente que vai ter que ocupar todo o estádio. Se é uma coisa sedenta, que qualquer torcedor gosta, é voltar ao estádio. Então, temos a expectativa que quando puder retornar, a prioridade será essa. Vão voltar torcedores com idade cronológica de título, com vacinação, com parcelas de mensalidade em dia. Estas coisas já estão muito bem pensadas", finalizou Romildo.
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