Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
Na democracia das redes sociais, houve gremistas me cobrando que fiz coluna falando "Resultado, sim. Desempenho..." logo após o triunfo sobre o Cuiabá e poucos dias depois uma outra coluna sobre o Inter empatando com o Santos cujo título é "Se não jogar bem, pontue". Esta parcela de gremistas que se comunicou comigo com graus variados de educação e argumentação me trouxe a esta pauta. Por que os títulos foram diferentes?
Porque os contextos são diferentes.
O Inter não jogou bem contra o Santos, mas antes havia feito boas atuações contra Fluminense e Flamengo nas vitórias com oito gols marcados e só dois sofridos. A estratégia reativa de Aguirre estava em pleno êxito e afirmação casando performance e resultado. Contra o Santos, o desempenho foi bem inferior. Então, quem vinha de seis pontos ganhos em seis disputados no novo modelo precisava pele menos pontuar para estabilizar este crescimento. Daí a manchete que estabelecia o pragmatismo de que se não jogar bem, pontue. Afinal, o que resta para o Inter é fazer campanha no Brasileirão para uma vaga direta de Libertadores no sonho mais audacioso.
O Grêmio, ao contrário, quando enfrentou o Cuiabá vinha de derrota para o São Paulo e de sofrível vitória contra o lanterna do Brasileirão na Arena. Não havia desempenho no time gremista que foi a seis pontos contra dois concorrentes diretos na zona do rebaixamento. Entre as duas vitórias, colocou-se uma derrota para o São Paulo no Morumbi. A performance gremista não dava sinais de melhora, o que motivou a manchete da coluna escrita logo após a vitória sobre o Cuiabá.
Logo, a comparação não cabe se observados os cenários em que se colocaram as colunas e as manchetes. No entanto, uma vez feita a comparação por leitores e leitoras que se desagradaram das manchetes, virou boa pauta para abrir a semana. E, de verdade, agradeço a quem leu e observou a diferença porque gerou uma pauta interessante que aproxima colunista do seu público. Sempre há razões, nunca há descritérios para que este colunista desenvolva este ou aquele raciocínio com esta ou aquela manchete.
Nesta segunda-feira, aliás, está claro que o Grêmio que venceu o Bahia e emendou duas vitórias consecutivas melhorou sobre si mesmo. Douglas Costa evolui e Borja é autor de nove pontos para o Grêmio desde sua chegada. Villasanti dá dinâmica ao meio-campo que ainda terá logo, logo o reforço do colombiano Campaz para a função mais avançada do setor. A melhora não é um escândalo, não autoriza ainda qualquer outro sonho que não o de sair do Z-4, mas é perceptível. Existe.
O teste mais forte desta lenta evolução vai se dar sábado que vem contra o Corinthians na Arena. Recém-reforçado de Renato Augusto e Giuliano, o time paulista avançou para o G-6 e acaba de vencer o AthleticoPR fora de casa. Campaz deverá estar à disposição, o que não significa que começa imediatamente titular, se bem entendi a prudência de Luiz Felipe Scolari. A meu juízo, a hora é de escalá-lo, sim, porque o momento é propício. Toda qualidade que puder ser agregada é bem-vinda.
#gremio #imortal #tricolor #opiniao #brasileirao
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O Grêmio, ao contrário, quando enfrentou o Cuiabá vinha de derrota para o São Paulo e de sofrível vitória contra o lanterna do Brasileirão na Arena. Não havia desempenho no time gremista que foi a seis pontos contra dois concorrentes diretos na zona do rebaixamento. Entre as duas vitórias, colocou-se uma derrota para o São Paulo no Morumbi. A performance gremista não dava sinais de melhora, o que motivou a manchete da coluna escrita logo após a vitória sobre o Cuiabá.
Logo, a comparação não cabe se observados os cenários em que se colocaram as colunas e as manchetes. No entanto, uma vez feita a comparação por leitores e leitoras que se desagradaram das manchetes, virou boa pauta para abrir a semana. E, de verdade, agradeço a quem leu e observou a diferença porque gerou uma pauta interessante que aproxima colunista do seu público. Sempre há razões, nunca há descritérios para que este colunista desenvolva este ou aquele raciocínio com esta ou aquela manchete.
Nesta segunda-feira, aliás, está claro que o Grêmio que venceu o Bahia e emendou duas vitórias consecutivas melhorou sobre si mesmo. Douglas Costa evolui e Borja é autor de nove pontos para o Grêmio desde sua chegada. Villasanti dá dinâmica ao meio-campo que ainda terá logo, logo o reforço do colombiano Campaz para a função mais avançada do setor. A melhora não é um escândalo, não autoriza ainda qualquer outro sonho que não o de sair do Z-4, mas é perceptível. Existe.
O teste mais forte desta lenta evolução vai se dar sábado que vem contra o Corinthians na Arena. Recém-reforçado de Renato Augusto e Giuliano, o time paulista avançou para o G-6 e acaba de vencer o AthleticoPR fora de casa. Campaz deverá estar à disposição, o que não significa que começa imediatamente titular, se bem entendi a prudência de Luiz Felipe Scolari. A meu juízo, a hora é de escalá-lo, sim, porque o momento é propício. Toda qualidade que puder ser agregada é bem-vinda.
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