O gol de Igor Gomes, nos acréscimos do segundo tempo, ainda assombra a memória dos gremistas como um fantasma. Mas não é o único. Com a vitória do Cuiabá em cima do Athlético-PR, a situação se tornou a pior até agora vivida pelo Grêmio dentro da zona de rebaixamento. Os sete pontos são a maior distância para o primeiro time fora do Z-4 do Brasileirão.
Com dez pontos somados, o Tricolor se mantém na vice-lanterna da competição com 10 pontos. Sete atrás do 16ª colocado, o Cuiabá, rival da próxima quarta em duelo adiado da 5ª rodada. O time gaúcho ainda lamentou a vitória do Juventude sobre o Bragantino, que levou a equipe gaúcha para os 19 pontos.
A diferença atual para a primeira posição fora do Z-4 supera as vividas nas rodadas 10, 11 e 14, quando o Grêmio esteve a seis pontos do 16º. Atrás do Grêmio, apenas a Chapecoense, que ainda não venceu no Brasileiro e soma quatro pontos. Os catarinenses enfrentam nesta segunda-feira o América-MG, a equipe logo acima do time de Felipão, com 14 pontos.
Ou seja, o cenário do Grêmio na luta contra o rebaixamento ainda vai piorar nesta rodada. O Coelho pode aumentar sua vantagem e se tornar o 17º, também sete pontos à frente; ou a Chapecoense pode encurtar sua distância para o clube gaúcho.
— Temos que fazer os jogadores entenderem o quanto é importante um ponto, principalmente o ponto contra um adversário direto. Nesse momento, temos que ter outra postura para que a gente comece num caminho mais solido. Os jogadores vão ficando cada vez mais encucados com essa situação de ter que descer. Não vamos. Mas temos que jogar diferente, sermos diferentes, aceitarmos onde estamos — disse o treinador.
O Grêmio está na zona de rebaixamento desde a segunda rodada, na qual a equipe teve o jogo contra o Flamengo adiado, portanto não atuou. Ainda sob o comando de Tiago Nunes, o Tricolor pontuou apenas na sexta rodada, no empate com o Santos. A primeira vitória veio apenas na 12ª rodada, já com Felipão na beira do campo, contra o Fluminense.
Porém, Grêmio venceu apenas duas vezes em 14 jogos. Para completar, são oito derrotas e quatro empates, com 23,8% de aproveitamento. O presidente Romildo Bolzan Jr. deixou claro que a situação preocupa, mas mantém a confiança na comissão técnica e no grupo de jogadores para evitar o pior na temporada.
Sinais ruins existem. Estamos preocupados. Trabalhando forte para passar esse momento, mas não vou fazer bravata. Confio em quem trabalha conosco, no elenco, vamos dar a volta por cima, mas o momento nos preocupa.
— Romildo Bolzan, presidente do Grêmio
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A diferença atual para a primeira posição fora do Z-4 supera as vividas nas rodadas 10, 11 e 14, quando o Grêmio esteve a seis pontos do 16º. Atrás do Grêmio, apenas a Chapecoense, que ainda não venceu no Brasileiro e soma quatro pontos. Os catarinenses enfrentam nesta segunda-feira o América-MG, a equipe logo acima do time de Felipão, com 14 pontos.
Ou seja, o cenário do Grêmio na luta contra o rebaixamento ainda vai piorar nesta rodada. O Coelho pode aumentar sua vantagem e se tornar o 17º, também sete pontos à frente; ou a Chapecoense pode encurtar sua distância para o clube gaúcho.
— Temos que fazer os jogadores entenderem o quanto é importante um ponto, principalmente o ponto contra um adversário direto. Nesse momento, temos que ter outra postura para que a gente comece num caminho mais solido. Os jogadores vão ficando cada vez mais encucados com essa situação de ter que descer. Não vamos. Mas temos que jogar diferente, sermos diferentes, aceitarmos onde estamos — disse o treinador.
O Grêmio está na zona de rebaixamento desde a segunda rodada, na qual a equipe teve o jogo contra o Flamengo adiado, portanto não atuou. Ainda sob o comando de Tiago Nunes, o Tricolor pontuou apenas na sexta rodada, no empate com o Santos. A primeira vitória veio apenas na 12ª rodada, já com Felipão na beira do campo, contra o Fluminense.
Porém, Grêmio venceu apenas duas vezes em 14 jogos. Para completar, são oito derrotas e quatro empates, com 23,8% de aproveitamento. O presidente Romildo Bolzan Jr. deixou claro que a situação preocupa, mas mantém a confiança na comissão técnica e no grupo de jogadores para evitar o pior na temporada.
Sinais ruins existem. Estamos preocupados. Trabalhando forte para passar esse momento, mas não vou fazer bravata. Confio em quem trabalha conosco, no elenco, vamos dar a volta por cima, mas o momento nos preocupa.
— Romildo Bolzan, presidente do Grêmio
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