Foto: Getty Images
Não apenas dentro de campo que o Grêmio, lanterna do Campeonato Brasileiro e sem técnico após a demissão de Tiago Nunes, vive maus momentos. Segundo revela o jornal “Zero Hora”, a crise também está fora de campo, com um grupo dividido no vestiário e problemas com a direção.
A reportagem cita o relato de ex-membros da comissão técnica, funcionários e dirigentes. Segundo eles, dentro do elenco, há subdivisões, até normais nos clubes, mas que se intensificaram nos últimos tempos. Os jogadores também não têm boa relação com Carlos Amodeo, CEO tricolor.
Entre os atletas, a separação mais clara é, segundo a Zero Hora, entre os mais jovens e os experientes. O zagueiro Geromel, no clube desde 2013, seria um dos poucos a circular entre os dois grupos. “As ascensões de promessas eram retardadas para se esgotarem as possibilidades com os atletas experimentados”, relata a publicação.
“Este ambiente aumentou o distanciamento entre os grupos, algo que não recebeu a devida atenção, segundo pessoas próximas ao vestiário gremista. A pequena reformulação promovida em 2021 com a saída de alguns e chegadas de Thiago Santos, Douglas Costa e Rafinha não conseguiu aparar e unificar o plantel”, segue.
Já com Amodeo, a divisão não é apenas com os jogadores, mas com o departamento de futebol como um todo. O que inclusive teria impedido que o CEO assumisse o cargo de executivo de futebol como chegou a ser cotado.
Amodeo foi responsável por liderar, em 2020, uma série de demissões no clube e também mudanças no futebol. A posição teria incomodado pessoas no CT gremista e funcionários mais antigos do clube. O CEO, porém, tem apoio total nos bastidores dos dirigentes do alto escalão tricolor.
Tudo isso acontece em meio a incertezas sobre o futuro presidente do Grêmio. Isso por que Romildo Bolzan tem mandato até 2023, quando não poderá mais se reeleger. Mas existe a possibilidade de que ele deixe o clube antes, caso opte por seguir carreira política – ele é cotado no PDT (Partido Democrático Trabalhista).
Dentro de campo, o Grêmio chega à décima rodada do Campeonato Brasileiro ainda sem vencer, com cinco derrotas e dois empates – teve dois jogos adiados até aqui. A equipe volta a campo nesta quarta-feira, às 19h, contra o Palmeiras, em São Paulo.
#gremio #imortal #tricolor #crise #bastidores
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A reportagem cita o relato de ex-membros da comissão técnica, funcionários e dirigentes. Segundo eles, dentro do elenco, há subdivisões, até normais nos clubes, mas que se intensificaram nos últimos tempos. Os jogadores também não têm boa relação com Carlos Amodeo, CEO tricolor.
Entre os atletas, a separação mais clara é, segundo a Zero Hora, entre os mais jovens e os experientes. O zagueiro Geromel, no clube desde 2013, seria um dos poucos a circular entre os dois grupos. “As ascensões de promessas eram retardadas para se esgotarem as possibilidades com os atletas experimentados”, relata a publicação.
“Este ambiente aumentou o distanciamento entre os grupos, algo que não recebeu a devida atenção, segundo pessoas próximas ao vestiário gremista. A pequena reformulação promovida em 2021 com a saída de alguns e chegadas de Thiago Santos, Douglas Costa e Rafinha não conseguiu aparar e unificar o plantel”, segue.
Já com Amodeo, a divisão não é apenas com os jogadores, mas com o departamento de futebol como um todo. O que inclusive teria impedido que o CEO assumisse o cargo de executivo de futebol como chegou a ser cotado.
Amodeo foi responsável por liderar, em 2020, uma série de demissões no clube e também mudanças no futebol. A posição teria incomodado pessoas no CT gremista e funcionários mais antigos do clube. O CEO, porém, tem apoio total nos bastidores dos dirigentes do alto escalão tricolor.
Tudo isso acontece em meio a incertezas sobre o futuro presidente do Grêmio. Isso por que Romildo Bolzan tem mandato até 2023, quando não poderá mais se reeleger. Mas existe a possibilidade de que ele deixe o clube antes, caso opte por seguir carreira política – ele é cotado no PDT (Partido Democrático Trabalhista).
Dentro de campo, o Grêmio chega à décima rodada do Campeonato Brasileiro ainda sem vencer, com cinco derrotas e dois empates – teve dois jogos adiados até aqui. A equipe volta a campo nesta quarta-feira, às 19h, contra o Palmeiras, em São Paulo.
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