Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
O contexto de crise indica mudanças na equipe titular do Grêmio no confronto de domingo, contra o Atlético-GO, na Arena, pela 9ª rodada do Brasileirão. Vanderson e Ricardinho são os nomes mais citados como possíveis novidades na partida das 20h30, fundamental para a continuidade do técnico Tiago Nunes.
No meio-campo, também há a possibilidade de Jean Pyerre entrar na vaga de Darlan ou Matheus Henrique. Mas os dois jovens têm presença mais provável nas vagas de Rafinha e Diego Souza. O martelo da escalação será batido, porém, no treino deste sábado.
Até por uma questão física. O centroavante vinha de quatro jogos com praticamente 90 minutos em campo até deixar a derrota para o Juventude no intervalo. Já o lateral engatou partidas inteiras contra Sport, Santos e Fortaleza e mais de 70 minutos contra Juventude e Athletico.
As entradas de Vanderson e Ricardinho seriam maneiras de aumentar a intensidade e vitalidade nos dois setores. Além, claro, de uma mudança de características.
Vanderson tem um perfil mais ofensivo e dá profundidade ao time pelos lados. O que abre espaço para o ponta direita, no caso Douglas Costa, circular mais próximo da área. Contra o Ceará, na primeira rodada, o jovem anotou um golaço em iniciativa individual.
"O Rafinha é um jogador mais base, que atua muitas vezes como meio-campista, mais por trás da linha da bola. O Vanderson é de mais profundidade, que ataca mais o espaço. Se você tem um lateral mais base, tem que colocar um atacante mais que ataque a profundidade para fazer essa compensação", explicou Tiago Nunes depois da derrota para o Athletico.
No ataque, Diego Souza tem sido um exímio finalizador desde o último ano e coleciona bolas na rede. São 14 gols e quatro assistências até aqui na temporada. Participa de um gol a cada 85 minutos em campo.
Mas Ricardinho tem mostrado também bons números. São oito gols e uma assistência, uma participação a cada 106 minutos. O jovem também dá outra característica, com mais movimentação ao setor e ataque ao espaço vazio.
"Às vezes uso o Diego Souza para fazer o pivô, às vezes o Ricardinho para ter um ataque à linha, cara mais rápido, de profundidade. Então, existe a busca contínua pela manutenção de identidade que sempre se teve com a adaptação aos jogadores que temos", destacou o treinador também após o Furacão.
Meio pode ter nova mudança
Rafinha e Diego Souza dão ao time a qualidade técnica já reconhecida e também experiência. Ambos são líderes do vestiário e com status de decisivos dentro do clube. A vivência geralmente é citada por dirigentes como fundamental para acalmar os ânimos do time, que vive um momento complicado.
Além da saída deles, o último jogo abriu a possibilidade de o treinador fazer uma mudança no meio-campo. Darlan foi a novidade contra o Juventude, mas acabou sacado no intervalo para a entrada de Jean Pyerre. O meia fez a bola circular mais, ainda que com pouca inspiração.
Essa situação ainda será definida no decorrer deste sábado, já que o treino ocorre à tarde, no CT Luiz Carvalho. Matheus Henrique e Victor Bobsin devem continuar no setor, embora o primeiro seja alvo de contestações pela torcida nas redes sociais.
#gremio #imortal #tricolor #vanderson #ricardinho
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No meio-campo, também há a possibilidade de Jean Pyerre entrar na vaga de Darlan ou Matheus Henrique. Mas os dois jovens têm presença mais provável nas vagas de Rafinha e Diego Souza. O martelo da escalação será batido, porém, no treino deste sábado.
Até por uma questão física. O centroavante vinha de quatro jogos com praticamente 90 minutos em campo até deixar a derrota para o Juventude no intervalo. Já o lateral engatou partidas inteiras contra Sport, Santos e Fortaleza e mais de 70 minutos contra Juventude e Athletico.
As entradas de Vanderson e Ricardinho seriam maneiras de aumentar a intensidade e vitalidade nos dois setores. Além, claro, de uma mudança de características.
Vanderson tem um perfil mais ofensivo e dá profundidade ao time pelos lados. O que abre espaço para o ponta direita, no caso Douglas Costa, circular mais próximo da área. Contra o Ceará, na primeira rodada, o jovem anotou um golaço em iniciativa individual.
"O Rafinha é um jogador mais base, que atua muitas vezes como meio-campista, mais por trás da linha da bola. O Vanderson é de mais profundidade, que ataca mais o espaço. Se você tem um lateral mais base, tem que colocar um atacante mais que ataque a profundidade para fazer essa compensação", explicou Tiago Nunes depois da derrota para o Athletico.
No ataque, Diego Souza tem sido um exímio finalizador desde o último ano e coleciona bolas na rede. São 14 gols e quatro assistências até aqui na temporada. Participa de um gol a cada 85 minutos em campo.
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"Às vezes uso o Diego Souza para fazer o pivô, às vezes o Ricardinho para ter um ataque à linha, cara mais rápido, de profundidade. Então, existe a busca contínua pela manutenção de identidade que sempre se teve com a adaptação aos jogadores que temos", destacou o treinador também após o Furacão.
Meio pode ter nova mudança
Rafinha e Diego Souza dão ao time a qualidade técnica já reconhecida e também experiência. Ambos são líderes do vestiário e com status de decisivos dentro do clube. A vivência geralmente é citada por dirigentes como fundamental para acalmar os ânimos do time, que vive um momento complicado.
Além da saída deles, o último jogo abriu a possibilidade de o treinador fazer uma mudança no meio-campo. Darlan foi a novidade contra o Juventude, mas acabou sacado no intervalo para a entrada de Jean Pyerre. O meia fez a bola circular mais, ainda que com pouca inspiração.
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