Marcelo Grohe tem experiência em clássicos
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio )
Inter favorito, também ligado na Libertadores e grande final no Beira-Rio. Adicione a esses elementos um Grêmio em formação e sob desconfiança. Pode ser 2015, mas foi o cenário de 2006. Remanescente daquele tempo, Marcelo Grohe sabe o caminho para reversão de resultado e expectativa com a camisa tricolor. Nove anos depois, quer ver novamente o Tricolor campeão.
Hoje, Grohe é titular absoluto do Grêmio, convocado à Seleção e com sondagens de clubes do exterior. Em 2006, era apenas o reserva do lesionado Galatto. E ajudou a segurar o Inter no Beira-Rio lotado. Recém egresso da Série B, o Tricolor, sob comando de Mano Menezes, arrancou empate em 1 a 1, gols de Pedro Júnior e Fernando, na casa do rival e foi campeão pelo gol qualificado. Impediu o penta colorado, assim como pode fazer agora.
Há mais semelhanças: a campanha do Grêmio também teve tropeços e o time, embora com evolução, ainda passa por ajustes e deve receber reforços para o Brasileirão. Enquanto isso, o Inter se divide em Libertadores e Gauchão, como fizera em 2006, quando seria campeão continental. Aquele 9 de abril não sai da cabeça do camisa 1.
- Todos os Gre-Nais são especiais, sem dúvida de jogar uma final, uma primeira fase, sempre é um jogo especial, muito marcante. Mas, para mim, o primeiro Gre-Nal, em 2006, da final, e depois o do Beira-Rio que a gente foi campeão. Mas lembro de todos perfeitamente - resgatou.
Com memória apurada, até vê semelhanças entre o passado e o presente:
- Foi talvez até um pouco parecido, não momento de equipe, mas a gente focado no Gauchão, o Inter na Libertadores, na época a gente era franco-atirador, ninguém acreditava que a gente iria levar o título, tínhamos recém subido da Série B, foi bem legal assim. Mas faz muito tempo, passaram vários grupos por aqui, é totalmente diferente. Acho que quem permanece é eu e o massagista, o roupeiro. Mas estamos muito felizes de jogar uma decisão, trabalhamos muito para esse momento. Não foi fácil, e agora faltam dois jogos para realizar o nosso sonho.
Felipão ainda não esboçou time nesta semana. O grupo volta aos treinamentos no CT Luiz Carvalho na tarde desta quarta-feira. O primeiro Gre-Nal ocorre na Arena, às 16h, no próximo domingo, mesmo horário do duelo da volta, no Beira-Rio, em 3 de maio.
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(Foto: Lucas Uebel/Grêmio )
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Hoje, Grohe é titular absoluto do Grêmio, convocado à Seleção e com sondagens de clubes do exterior. Em 2006, era apenas o reserva do lesionado Galatto. E ajudou a segurar o Inter no Beira-Rio lotado. Recém egresso da Série B, o Tricolor, sob comando de Mano Menezes, arrancou empate em 1 a 1, gols de Pedro Júnior e Fernando, na casa do rival e foi campeão pelo gol qualificado. Impediu o penta colorado, assim como pode fazer agora.
Há mais semelhanças: a campanha do Grêmio também teve tropeços e o time, embora com evolução, ainda passa por ajustes e deve receber reforços para o Brasileirão. Enquanto isso, o Inter se divide em Libertadores e Gauchão, como fizera em 2006, quando seria campeão continental. Aquele 9 de abril não sai da cabeça do camisa 1.
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- Foi talvez até um pouco parecido, não momento de equipe, mas a gente focado no Gauchão, o Inter na Libertadores, na época a gente era franco-atirador, ninguém acreditava que a gente iria levar o título, tínhamos recém subido da Série B, foi bem legal assim. Mas faz muito tempo, passaram vários grupos por aqui, é totalmente diferente. Acho que quem permanece é eu e o massagista, o roupeiro. Mas estamos muito felizes de jogar uma decisão, trabalhamos muito para esse momento. Não foi fácil, e agora faltam dois jogos para realizar o nosso sonho.
Felipão ainda não esboçou time nesta semana. O grupo volta aos treinamentos no CT Luiz Carvalho na tarde desta quarta-feira. O primeiro Gre-Nal ocorre na Arena, às 16h, no próximo domingo, mesmo horário do duelo da volta, no Beira-Rio, em 3 de maio.
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