NELSON ALMEIDA/AFP/GETTY IMAGES
Sob nova gestão, a CBF vai conversar com a Globo para tentar mudar o horário das transmissões do futebol. Marco Polo Del Nero, que assumiu a presidência na última quinta-feira, disse que jogos às 22 horas de quarta-feira não agradam mais o torcedor e, por isso, vai negociar com a emissora para acharem uma alternativa.
De acordo com o cartola, a TV nunca fez nenhuma exigência de nada e o relacionamento permite que mudanças sejam discutidas.
"Olha, com a Globo, pelo menos em São Paulo, ela nunca nos exigiu nada. Nada mesmo. A gente manda a nossa programação, ela nos pede alguns ajustes e nós devolvemos com o que podemos mexer. Mas não há exigência", afirmou Del Nero, em entrevista exclusiva para o ESPN.com.br.
"Lá atrás, o horário das 22 horas era o melhor para o torcedor, a gente tinha estatísticas nesse sentido. Mas hoje isso mudou. Esse horário já não é mais o melhor. Então, se não é o melhor, vamos tentar mudar com a Rede Globo. Temos que discutir esse problema. [Tem que ser] Um horário que o torcedor goste. Das 21h30, por exemplo. Até 21h30 eu acho que já ajuda", completou.
Ele ainda revelou que gostou do horário das 11 horas do domingo, em que o Palmeiras atuou duas vezes em São Paulo, por conta dos protestos contra Dilma Rousseff.
"11h da manhã do domingo virou um sucesso de público. Então, por que não repetir?", completou.
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"Olha, com a Globo, pelo menos em São Paulo, ela nunca nos exigiu nada. Nada mesmo. A gente manda a nossa programação, ela nos pede alguns ajustes e nós devolvemos com o que podemos mexer. Mas não há exigência", afirmou Del Nero, em entrevista exclusiva para o ESPN.com.br.
"Lá atrás, o horário das 22 horas era o melhor para o torcedor, a gente tinha estatísticas nesse sentido. Mas hoje isso mudou. Esse horário já não é mais o melhor. Então, se não é o melhor, vamos tentar mudar com a Rede Globo. Temos que discutir esse problema. [Tem que ser] Um horário que o torcedor goste. Das 21h30, por exemplo. Até 21h30 eu acho que já ajuda", completou.
Ele ainda revelou que gostou do horário das 11 horas do domingo, em que o Palmeiras atuou duas vezes em São Paulo, por conta dos protestos contra Dilma Rousseff.
"11h da manhã do domingo virou um sucesso de público. Então, por que não repetir?", completou.
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