Rogério Caboclo falou sobre a MP 671 (Foto: Rafael Ribeiro / CBF)
O diretor Financeiro da CBF, Rogério Caboclo, deu entrevista ao programa Seleção Sportv desta quarta-feira. Caboclo falou sobre as propostas invasivas da Medida Provisória 671, que trata do parcelamento das dívidas dos clubes.
De acordo com Rogério, o futebol brasileiro – clubes, federações e CBF – entende que a MP, do jeito que está redigida, é inexequível.
– A Medida Provisória é um ato separatista. Promove a cisão da unidade do futebol brasileiro, condenando os clubes que aderirem a não participarem das competições organizadas pelas federações, CBF, Conmebol e FIFA – destacou.
Caboclo ressaltou que a CBF trabalha pelo desenvolvimento do futebol a partir da administração responsável. Ele explica que a entidade apoia a evolução da gestão do futebol e várias ações estão em andamento, mas reprova os pontos da MP 671 que desrespeitam as leis brasileiras.
– A Medida Provisória diz que uma autoridade pública de gestão governamental vai definir a fatia do orçamento que será investido no futebol feminino e nas categorias de base. Se um clube tem R$ 10 milhões de orçamento, por exemplo, a MP pode impedir que o time principal seja fortalecido porque vai determinar o percentual disponível para contratação de jogadores e investimento em outros setores do clube – afirmou o diretor.
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Caboclo ressaltou que a CBF trabalha pelo desenvolvimento do futebol a partir da administração responsável. Ele explica que a entidade apoia a evolução da gestão do futebol e várias ações estão em andamento, mas reprova os pontos da MP 671 que desrespeitam as leis brasileiras.
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