George Hilton, ministro do Esporte (Foto: Douglas Gomes/PRB)
Em reunião na semana passada na sede da CBF, os representantes dos principais clubes do país decidiram não aderir ao refinanciamento da dívida nas condições incluídas no texto original da Medida Provisória (MP) do Profut. A iniciativa foi comentada nesta segunda-feira, 13, pelo ministro do Esporte, George Hilton, que afirmou que o governo ouviu todos os envolvidos para a elaboração do documento que foi assinado pela presidente Dilma há um mês.
- Isso foi amplamente discutido com clubes de todas divisões, atletas, clubes formadores, e todos foram ativos na formação desse texto. Caberá, agora, ao Congresso Nacional fazer os ajustes necessários – afirmou o ministro, em evento com o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, sobre futebol feminino que ocorreu no estádio do Morumbi.
Os pontos que contrariam clubes e a CBF da proposta do governo são as contrapartidas impostas aos que aderirem à MP, como limites de mandatos aos dirigentes eleitos e punições severas aos dirigentes que realizarem uma má gestão do clube ou entidade. A medida mais polêmica refere-se ao enquadramento da CBF e propõe criação de uma liga pelos clubes caso a entidade não respeite as contrapartidas sugeridas no documento.
- Há um momento de reflexão e é importante que se inaugure uma nova fase no futebol brasileiro. Por isso criamos um texto que permite a criação da liga, mas isso ficará a cargo dos clubes – comentou George Hilton, que fez questão de ressaltar que a CBF foi consultada pelo governo durante o período de elaboração da proposta.
- A CBF não só participou amplamente das discussões como mandou carta para desculpar a ausência dos dirigentes que estavam viajando quando o texto foi assinado pela presidente Dilma - lembrou o ministro.
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- Isso foi amplamente discutido com clubes de todas divisões, atletas, clubes formadores, e todos foram ativos na formação desse texto. Caberá, agora, ao Congresso Nacional fazer os ajustes necessários – afirmou o ministro, em evento com o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, sobre futebol feminino que ocorreu no estádio do Morumbi.
Os pontos que contrariam clubes e a CBF da proposta do governo são as contrapartidas impostas aos que aderirem à MP, como limites de mandatos aos dirigentes eleitos e punições severas aos dirigentes que realizarem uma má gestão do clube ou entidade. A medida mais polêmica refere-se ao enquadramento da CBF e propõe criação de uma liga pelos clubes caso a entidade não respeite as contrapartidas sugeridas no documento.
- Há um momento de reflexão e é importante que se inaugure uma nova fase no futebol brasileiro. Por isso criamos um texto que permite a criação da liga, mas isso ficará a cargo dos clubes – comentou George Hilton, que fez questão de ressaltar que a CBF foi consultada pelo governo durante o período de elaboração da proposta.
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