A classificação às semifinais foi suada. Porém, não pegou ninguém do Grêmio de surpresa. Todos estavam ligados para as dificuldades que seriam encontradas diante do Novo Hamburgo. Ainda mais após o Inter sofrer para suplantar Cruzeiro-RS um dia antes. O trabalho de atenção aos detalhes, respeito ao adversário e luta até o final estava imbuído em todos no vestiário. Até porque Felipão tratou de acabar com qualquer deslumbramento no último domingo.
A última quinta-feira foi de tensão entre os tricolores. A equipe entrou em campo na Arena com a responsabilidade de superar o Anilado e chegar às semifinais do Gauchão. O favoritismo deu espaço à atenção. Afinal, o Colorado, após estar perdendo por 2 a 0, empatou o jogo e precisou fazer 3 a 1 nos pênaltis. O fato de ser apenas um jogo equilibra as forças. Para Geromel (autor do gol de empate no tempo normal no 1 a 1 - vitória de 6 a 5 nos pênaltis), o sufoco passado pelos comandados de Diego Aguirre foi determinante para a entrega durante o confronto.
- Vimos o jogo do Inter ontem (quarta) e serviu de lição. Estávamos preparados para essa situação. Foi o que ocorreu. Tivemos um monte de chances e a bola não estava querendo entrar. Buscamos mais e mais, deu na trave, teve o pênalti, mas conseguimos sair classificados. Um jogo classificatório de um jogo só é sempre difícil. Eles vieram fechadinhos e tivemos muitas dificuldades - afirmou o zagueiro.
O exemplo do Inter também aumentou a tensão. Ao contrário do adversário, envolvido na Libertadores, o Grêmio nunca escondeu que está focado no Gauchão. Tanto que a competição tomou contorno de "Copa do Mundo" para direção, comissão técnica e jogadores. Herói da classificação ao defender duas cobranças, Marcelo Grohe reconheceu que a queda seria decepcionante no vestiário.
- Sair seria algo muito ruim. Ficaria uma frustração sem tamanho. Dentro de casa, depois de ter uma sequência boa na competição, formar um time, um grupo. Graças a Deus estamos vivos na competição. Esperamos ser felizes e nos classificar para a final - disse o goleiro.

Felipão abraça Maicon após classificação do Grêmio (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)
Neste trabalho de alerta e, também, temor, entrou Felipão. No último domingo, irritado com o desempenho do time no empate em 1 a 1 com o São José-RS, tratou de se dirigir aos microfones contra a resposta dos jogadores, que já estavam admirados com os elogios recebidos pela imprensa. Na ocasião, disse que "cada um virava o melhor do mundo na semana e o Pelé". A bronca de Felipão atingiu o grupo de forma positiva, de acordo com Mamute:
- Foi bom ele ter dito. Puxou a orelha do grupo. Todos despertamos. Ele falou no coletivo, não foi para ninguém no individual.
Com o grupo remobilizado, o Grêmio agora tenta encaminhar a classificação às finais do Gauchão. Neste domingo, às 16h, enfrenta o Juventude em Caxias pelo primeiro jogo das semifinais.
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A última quinta-feira foi de tensão entre os tricolores. A equipe entrou em campo na Arena com a responsabilidade de superar o Anilado e chegar às semifinais do Gauchão. O favoritismo deu espaço à atenção. Afinal, o Colorado, após estar perdendo por 2 a 0, empatou o jogo e precisou fazer 3 a 1 nos pênaltis. O fato de ser apenas um jogo equilibra as forças. Para Geromel (autor do gol de empate no tempo normal no 1 a 1 - vitória de 6 a 5 nos pênaltis), o sufoco passado pelos comandados de Diego Aguirre foi determinante para a entrega durante o confronto.
- Vimos o jogo do Inter ontem (quarta) e serviu de lição. Estávamos preparados para essa situação. Foi o que ocorreu. Tivemos um monte de chances e a bola não estava querendo entrar. Buscamos mais e mais, deu na trave, teve o pênalti, mas conseguimos sair classificados. Um jogo classificatório de um jogo só é sempre difícil. Eles vieram fechadinhos e tivemos muitas dificuldades - afirmou o zagueiro.
O exemplo do Inter também aumentou a tensão. Ao contrário do adversário, envolvido na Libertadores, o Grêmio nunca escondeu que está focado no Gauchão. Tanto que a competição tomou contorno de "Copa do Mundo" para direção, comissão técnica e jogadores. Herói da classificação ao defender duas cobranças, Marcelo Grohe reconheceu que a queda seria decepcionante no vestiário.
- Sair seria algo muito ruim. Ficaria uma frustração sem tamanho. Dentro de casa, depois de ter uma sequência boa na competição, formar um time, um grupo. Graças a Deus estamos vivos na competição. Esperamos ser felizes e nos classificar para a final - disse o goleiro.

Felipão abraça Maicon após classificação do Grêmio (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)
Neste trabalho de alerta e, também, temor, entrou Felipão. No último domingo, irritado com o desempenho do time no empate em 1 a 1 com o São José-RS, tratou de se dirigir aos microfones contra a resposta dos jogadores, que já estavam admirados com os elogios recebidos pela imprensa. Na ocasião, disse que "cada um virava o melhor do mundo na semana e o Pelé". A bronca de Felipão atingiu o grupo de forma positiva, de acordo com Mamute:
- Foi bom ele ter dito. Puxou a orelha do grupo. Todos despertamos. Ele falou no coletivo, não foi para ninguém no individual.
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