Diretor do Grêmio fala sobre caso Marcelo Hermes: "Não entrou dinheiro nos nossos cofres"


Fonte: GZH

Foto: Divulgação
A ida do lateral-esquerdo Marcelo Hermes do Grêmio para o Benfica, em janeiro de 2017, está sendo investigada pelo Ministério Público de Portugal. A informação é do jornal português Record.

Segundo a publicação, a Justiça do país considerou a negociação estranha e apreendeu o contrato que selou a contratação do atleta brasileiro. A suspeita é de que Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica, tenha recebido comissão pela transferência.

Hermes saiu do clube gaúcho depois de não chegar a um acordo nas tratativas para a renovação de contrato. Assim, passou a treinar no grupo de transição e quando seu contrato foi encerrado, em 2016, ficou livre para assinar com qualquer clube. Em 4 de janeiro de 2017, ele foi anunciado pelos portugueses, mas acabou sendo pouco aproveitado e, depois de ser emprestado para Cruzeiro, que o contratou e repassou por empréstimo ao Goiás, o jogador se transferiu para o Marítimo-POR na atual temporada.

— Esta situação é absurda, porque o Marcelo Hermes saiu do Grêmio, livre, porque não quis mais jogar no clube. Fez um pré-contrato (com o Benfica) e quando saiu não entrou nenhum dinheiro nos nossos cofres. Então não temos nenhuma ligação com esse assunto — afirma Nestor Hein, diretor jurídico do Grêmio.

O dirigente ainda lembra que o único valor recebido pelo Tricolor foram os direitos de formação do jogador, quando ele foi negociado pelos portugueses.







Grêmio, Negociação, Marcelo Hermes

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