Foto: Reprodução
Renato Portaluppi encara o São Paulo nesta quarta-feira em um jogo decisivo para o Grêmio. Que vale vaga na decisão da Copa do Brasil. A relação do maior ídolo gremista com o Tricolor Paulista é marcada por muitos duelos dentro e à beira do campo. E uma famosa história de 1997, quando o ponta-direita esteve muito perto de jogar pelo clube paulista. E outra bem menos conhecida de 1984, quando realmente vestiu a camisa do adversário desta quarta.
Em 1997, aos 34 anos, o atacante chegou a ser apresentado no Morumbi pelos dirigentes são-paulinos e exibiu a camisa tricolor (sem a vestir, vale ressaltar). Mas dias depois, Renato Gaúcho chegou a um acordo financeiro com a diretoria do Fluminense e permaneceu nas Laranjeiras. E no Rio - e suas praias.
Mas Renato chegou a vestir a camisa do São Paulo. Treze anos antes da entrevista coletiva no Morumbi. Em 1984, o camisa 7 já havia se tornado um super ídolo da torcida do Grêmio. No ano anterior, no Japão, fez os dois gols que garantiram o título mundial interclubes diante do Hamburgo (Alemanha). Mas mantinha relação de amor e ódio com alguns torcedores.
Em 21 de outubro, Renato não teve boa atuação no empate sem gols com o São Borja, pelo Campeonato Gaúcho. E ainda recebeu o terceiro cartão amarelo, ficando suspenso do jogo seguinte, contra o Brasil de Pelotas.
No estacionamento do estádio Olímpico, um pequeno grupo de torcedores protestou contra o camisa 7, aos gritos de "Fora mercenário".
Renato não gostou e foi encarar o grupo. Diante da reação do jogador, os gritos se transformaram em tapinhas nas costas e aplausos. O atacante usava camisa tricolor. Não a do Grêmio. Mas sim a do São Paulo. Com número 2 às costas. O uniforme presenteado a ele pelo amigo Paulo Roberto, lateral-direito campeão da Libertadores e mundial pelo clube gaúcho em 83. E que havia sido negociado com o Tricolor Paulista.
Pelo menos por um dia - e em uma situação pra lá de curiosa -, Renato Gaúcho vestiu a camisa do São Paulo.
Grêmio, Renato Gaúcho, Curiosidade, São Paulo
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Em 1997, aos 34 anos, o atacante chegou a ser apresentado no Morumbi pelos dirigentes são-paulinos e exibiu a camisa tricolor (sem a vestir, vale ressaltar). Mas dias depois, Renato Gaúcho chegou a um acordo financeiro com a diretoria do Fluminense e permaneceu nas Laranjeiras. E no Rio - e suas praias.
Mas Renato chegou a vestir a camisa do São Paulo. Treze anos antes da entrevista coletiva no Morumbi. Em 1984, o camisa 7 já havia se tornado um super ídolo da torcida do Grêmio. No ano anterior, no Japão, fez os dois gols que garantiram o título mundial interclubes diante do Hamburgo (Alemanha). Mas mantinha relação de amor e ódio com alguns torcedores.
Em 21 de outubro, Renato não teve boa atuação no empate sem gols com o São Borja, pelo Campeonato Gaúcho. E ainda recebeu o terceiro cartão amarelo, ficando suspenso do jogo seguinte, contra o Brasil de Pelotas.
No estacionamento do estádio Olímpico, um pequeno grupo de torcedores protestou contra o camisa 7, aos gritos de "Fora mercenário".
Renato não gostou e foi encarar o grupo. Diante da reação do jogador, os gritos se transformaram em tapinhas nas costas e aplausos. O atacante usava camisa tricolor. Não a do Grêmio. Mas sim a do São Paulo. Com número 2 às costas. O uniforme presenteado a ele pelo amigo Paulo Roberto, lateral-direito campeão da Libertadores e mundial pelo clube gaúcho em 83. E que havia sido negociado com o Tricolor Paulista.
Pelo menos por um dia - e em uma situação pra lá de curiosa -, Renato Gaúcho vestiu a camisa do São Paulo.
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