Preocupado com possível venda de Pepê para o Real Madrid, Grêmio estuda contratação de Nicolás De La Cruz para 2021
Foto: Getty Images
O Grêmio deu um passo importante rumo a mais uma final da Copa do Brasil ao vencer o São Paulo por 1 a 0, na Arena, na última quarta-feira (23). Agora para ficar com a vaga, basta o Tricolor empatar no Morumbi para Ficar apenas dois jogos de conquistar seu sexto título da competição mais democrática do país.

Mesmo estando focado nas disputas da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, a diretoria do Grêmio já está preocupada com o planejamento da próxima temporada. Com o receio de perder Pepê para o futebol europeu, o presidente Romildo Bolzan Júnior junto com Renato Portaluppi, já procuram no mercado um substituto para o novo xodó da torcida gremista. E o nome da vez é o meia-atacante Nicolás De La Cruz.

O meia-atacante uruguaio, um dos principais jogadores sul-americano já pode assinar um pré contrato com qualquer equipe, já que seu vínculo com o River Plate, da Argentina se encerra no próximo dia 30 de junho de 2021. A informação é do jornalista Jorge Nicola. De acordo com o portal Transfermarketing, Nicolás De La Cruz está avaliado em € 12 milhões (cerca de 72 milhões de reais).

O grande problema para o Imortal concretizar essa possível operação é que o clube gaúcho terá a concorrência do Flamengo, do Palmeiras, do Atlético Mineiro e de outros times da Europa. Até por isso, quem quiser ficar com o uruguaio terá que desembolsar um bom dinheiro com salários e luvas. No momento para o Tricolor dos Pampas, isso só será possível caso a venda de Pepê seja realmente concluída.

O Grêmio volta a campo neste domingo (27), às 18h15, contra o Atlético Goianiense, pela 27ª’rodada do Campeonato Brasileiro.






Grêmio, Reforço, De La Cruz

VEJA TAMBÉM
- QUASE MEIO TIME! Grêmio muda diversas peças desde o último Gre-Nal; veja as alterações
- CLÁSSICO À VISTA! Grêmio joga tudo no Gre-Nal para evitar crise e restaurar confiança
- VALEU A PENA? Grêmio aumenta salário de Braithwaite e torcida debate custo-benefício