Foto: Lucas Uebel
Apesar do gol da vitória do Grêmio por 1 a 0 sobre o São Paulo na quarta-feira, Diego Souza não teve uma noite das mais tranquilas. O centroavante sofreu nos duelos físicos com os adversários, mas voltou a decidir em um momento crucial de semifinal da Copa do Brasil. De quebra, alcançou a maior marca de gols na carreira.
Com 11 minutos, Diego já havia sofrido faltas de Bruno Alves e Arboleda. Lances ríspidos que se repetiriam ao longo da decisão, a ponto de o jogador reclamar no intervalo.
Mesmo assim, soube aguentar a pressão para marcar o único gol da partida em um lance de oportunismo e bom posicionamento, ao disputar fisicamente o espaço na pequena área com Juanfran.
Conforme as estatísticas da TV Globo, Pepê foi quem mais sofreu faltas pelo Grêmio no duelo: sete. Atrás dele está Diego, com quatro. Para o técnico Renato Portaluppi, o espírito guerreiro do centroavante foi fundamental.
– O Diego foi bastante caçado, mas jogadas normais. É um jogador que se destaca, está sempre dividindo, recebe muitas faltas. Gosta do choque, joga no meio de três adversários. É importante ter espírito como o do Diego. Isso faz o companheiro lutar e se entregar – comentou o treinador em entrevista coletiva.
"A gente 'gladiou' o tempo inteiro, porque se fosse menos que isso não teríamos sucesso no jogo. A equipe está de parabéns, foi no limite" — Diego Souza, atacante do Grêmio.
Diego Souza chegou ao 22º gol pelo Grêmio em 2020 - o quarto na Copa do Brasil. Disparado o artilheiro da equipe, alcançou a maior fase goleadora na carreira, superando os 21 gols feitos em 2017 quando ainda atuava pelo Sport. Curiosamente, melhorou os números a partir de 2017, quando passou a atuar como centroavante.
As competições ainda vão até fevereiro, mas o centroavante também se tornou o terceiro maior artilheiro em atividade no Brasil – o primeiro entre clubes da Série A. Ele fica atrás apenas de Paulo Sérgio (23 gols pelo CSA) e Caio Dantos (24 gols pelo Sampaio Corrêa).
Diego retornou ao Grêmio em janeiro deste ano sob desconfiança da torcida em razão da idade: 35 anos. Mas inverteu as expectativas e está de contrato renovado com o clube até o fim de 2021 — data em que planeja se aposentar, conforme revelou em entrevista recente.
Enquanto o fim da carreira ainda está longe, o artilheiro tricolor repousa para dois dias de folga no Natal antes de retornar aos treinos. Ele deve ser poupado do jogo contra o Atlético-GO, às 20h30 de domingo, na Arena, pela 27ª rodada do Brasileirão.
Na quarta-feira que vem, às 21h30, no Morumbi, entra em campo para o duelo decisivo contra o São Paulo. O Grêmio pode até empatar o jogo que estará na final da Copa do Brasil. Caso o rival paulista vença por um gol de diferença, a decisão será nos pênaltis.
Grêmio, Diego Souza, Artilheiro
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Com 11 minutos, Diego já havia sofrido faltas de Bruno Alves e Arboleda. Lances ríspidos que se repetiriam ao longo da decisão, a ponto de o jogador reclamar no intervalo.
Mesmo assim, soube aguentar a pressão para marcar o único gol da partida em um lance de oportunismo e bom posicionamento, ao disputar fisicamente o espaço na pequena área com Juanfran.
Conforme as estatísticas da TV Globo, Pepê foi quem mais sofreu faltas pelo Grêmio no duelo: sete. Atrás dele está Diego, com quatro. Para o técnico Renato Portaluppi, o espírito guerreiro do centroavante foi fundamental.
– O Diego foi bastante caçado, mas jogadas normais. É um jogador que se destaca, está sempre dividindo, recebe muitas faltas. Gosta do choque, joga no meio de três adversários. É importante ter espírito como o do Diego. Isso faz o companheiro lutar e se entregar – comentou o treinador em entrevista coletiva.
"A gente 'gladiou' o tempo inteiro, porque se fosse menos que isso não teríamos sucesso no jogo. A equipe está de parabéns, foi no limite" — Diego Souza, atacante do Grêmio.
Diego Souza chegou ao 22º gol pelo Grêmio em 2020 - o quarto na Copa do Brasil. Disparado o artilheiro da equipe, alcançou a maior fase goleadora na carreira, superando os 21 gols feitos em 2017 quando ainda atuava pelo Sport. Curiosamente, melhorou os números a partir de 2017, quando passou a atuar como centroavante.
As competições ainda vão até fevereiro, mas o centroavante também se tornou o terceiro maior artilheiro em atividade no Brasil – o primeiro entre clubes da Série A. Ele fica atrás apenas de Paulo Sérgio (23 gols pelo CSA) e Caio Dantos (24 gols pelo Sampaio Corrêa).
Diego retornou ao Grêmio em janeiro deste ano sob desconfiança da torcida em razão da idade: 35 anos. Mas inverteu as expectativas e está de contrato renovado com o clube até o fim de 2021 — data em que planeja se aposentar, conforme revelou em entrevista recente.
Enquanto o fim da carreira ainda está longe, o artilheiro tricolor repousa para dois dias de folga no Natal antes de retornar aos treinos. Ele deve ser poupado do jogo contra o Atlético-GO, às 20h30 de domingo, na Arena, pela 27ª rodada do Brasileirão.
Na quarta-feira que vem, às 21h30, no Morumbi, entra em campo para o duelo decisivo contra o São Paulo. O Grêmio pode até empatar o jogo que estará na final da Copa do Brasil. Caso o rival paulista vença por um gol de diferença, a decisão será nos pênaltis.
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