Foto: Hipólito Pereira
Fernando Diniz, técnico do São Paulo, foi dirigido por Renato Gaúcho, comandante do Grêmio, em 2002, no Fluminense. Com 28 anos na época, o meia-atacante já se mostrava interessado no "jogo tático". Hoje (23), ele será rival do 'ex-chefe' por uma vaga na final da Copa do Brasil.
Não será a primeira vez que Diniz e Renato se encontram em lados opostos. O duelo das 21h30 (de Brasília), na Arena do Grêmio, repete o que já aconteceu quatro vezes, com dois empates e uma vitória para cada lado.
Quando estiveram do mesmo lado, uma amizade foi formada. Diniz era um jogador importante no Fluminense de Renato, o treinador tinha iniciado carreira como técnico há pouco tempo.
Deste lá, o atual treinador do São Paulo mostrava interesse por questões táticas, perguntava, pois queria compreender ações coletivas do time. Tinha liderança entre os companheiros e muita atenção no que a partida oferecia.
O apreço aos detalhes de movimentação é evidente hoje. Diniz é conhecido por montar equipes com o seu estilo evidente na forma de jogar. Times propositivos, de toques curtos, posse de bola, que busquem o gol rival.
"A gente sempre se deu bem. Trabalhamos juntos no Fluminense, nos enfrentamos várias vezes. Mantivemos uma amizade e fico contente com o grande trabalho que ele está fazendo no São Paulo. Até pouco tempo ele era mais um treinador que estava desacreditado, hoje está sendo reconhecido e está de parabéns. Fico feliz por enfrentar um amigo, que está no comando de um grande grupo, em um grande time", disse Renato Gaúcho.
O conhecimento mútuo, porém, não configura vantagem para ninguém, na avaliação de Portaluppi.
"Eu tenho orgulho de comandar meu grupo, como ele deve ter do dele também. Se os dois times chegaram, qualquer um dos dois pode passar. É 50% de chance para cada um. É um clássico do futebol brasileiro, um jogo de 180 minutos dividido em dois tempos de 90. Os dois times estão bem, qualquer um pode passar", finalizou o treinador gremista.
Grêmio, Renato Gaúcho, Fernando Diniz, Antigos Companheiros
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Não será a primeira vez que Diniz e Renato se encontram em lados opostos. O duelo das 21h30 (de Brasília), na Arena do Grêmio, repete o que já aconteceu quatro vezes, com dois empates e uma vitória para cada lado.
Quando estiveram do mesmo lado, uma amizade foi formada. Diniz era um jogador importante no Fluminense de Renato, o treinador tinha iniciado carreira como técnico há pouco tempo.
Deste lá, o atual treinador do São Paulo mostrava interesse por questões táticas, perguntava, pois queria compreender ações coletivas do time. Tinha liderança entre os companheiros e muita atenção no que a partida oferecia.
O apreço aos detalhes de movimentação é evidente hoje. Diniz é conhecido por montar equipes com o seu estilo evidente na forma de jogar. Times propositivos, de toques curtos, posse de bola, que busquem o gol rival.
"A gente sempre se deu bem. Trabalhamos juntos no Fluminense, nos enfrentamos várias vezes. Mantivemos uma amizade e fico contente com o grande trabalho que ele está fazendo no São Paulo. Até pouco tempo ele era mais um treinador que estava desacreditado, hoje está sendo reconhecido e está de parabéns. Fico feliz por enfrentar um amigo, que está no comando de um grande grupo, em um grande time", disse Renato Gaúcho.
O conhecimento mútuo, porém, não configura vantagem para ninguém, na avaliação de Portaluppi.
"Eu tenho orgulho de comandar meu grupo, como ele deve ter do dele também. Se os dois times chegaram, qualquer um dos dois pode passar. É 50% de chance para cada um. É um clássico do futebol brasileiro, um jogo de 180 minutos dividido em dois tempos de 90. Os dois times estão bem, qualquer um pode passar", finalizou o treinador gremista.
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