São José impôs dificuldades ao Grêmio, que usou reservas em São Leopoldo
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Fiz questão de colocar como título desta coluna o resumo da entrevista do presidente Romildo Bolzan Júnior ao final do jogo de ontem. contra o São José. A par disso, quero parcialmente divergir da posição adotada pelo clube no que concerne ao time utilizado no Cristo Rei.
Essa divergência diz respeito ao fato de que, muito embora o grupo esteja acostumado a treinar junto, a repetição da escalação torna um time mais titular e mais entrosado. Tenho para mim que a ausência de vários jogadores considerados titulares causou prejuízo ao trabalho coletivo. Mesmo que seus substitutos tenham qualidade técnica.
Cito como exemplo a dupla de zaga. Pela primeira vez Geromel e Erazo atuaram juntos. A entrada de Felipe Bastos, que talvez tenha sido o melhor jogador do Grêmio na partida, jogando ao lado Wallece, é uma forma diferente de quando atuam Ramiro e Maicon.
Na primeira etapa, a equipe ainda contou com o bom trabalho de Douglas e Giuliano. Quando Douglas foi retirado do time, perdeu-se a referência. Que só foi recuperada quando Lincoln entrou. Daí a equipe voltou a ter um meia-armador.
Dúvida
Luan fez muita falta pela sua técnica, mobilidade e capacidade de chegar à área. Yuri Mamute teve atuação discreta. Não foi mal, mas não repetiu suas atuações anteriores. Tudo isso somado fez com que o Grêmio oscilasse. Criou ótimas chances de ganhar, mas também permitiu oportunidades ao São José de marcar.
Fiquei na dúvida se valeria a pena colocar equipe mista em jogo decisivo, fora de casa e contra um time sedento pela vitória que poderia dar-lhe classificação. Ainda mais que havia chance de o Grêmio acabar como líder.
Mas o que está feito, está feito. É preciso reunir todas as forças para que a melhor equipe enfrente Novo Hamburgo, quinta-feira. Com respeito ao adversário, mas como favorito à vaga.
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Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
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Essa divergência diz respeito ao fato de que, muito embora o grupo esteja acostumado a treinar junto, a repetição da escalação torna um time mais titular e mais entrosado. Tenho para mim que a ausência de vários jogadores considerados titulares causou prejuízo ao trabalho coletivo. Mesmo que seus substitutos tenham qualidade técnica.
Cito como exemplo a dupla de zaga. Pela primeira vez Geromel e Erazo atuaram juntos. A entrada de Felipe Bastos, que talvez tenha sido o melhor jogador do Grêmio na partida, jogando ao lado Wallece, é uma forma diferente de quando atuam Ramiro e Maicon.
Na primeira etapa, a equipe ainda contou com o bom trabalho de Douglas e Giuliano. Quando Douglas foi retirado do time, perdeu-se a referência. Que só foi recuperada quando Lincoln entrou. Daí a equipe voltou a ter um meia-armador.
Dúvida
Luan fez muita falta pela sua técnica, mobilidade e capacidade de chegar à área. Yuri Mamute teve atuação discreta. Não foi mal, mas não repetiu suas atuações anteriores. Tudo isso somado fez com que o Grêmio oscilasse. Criou ótimas chances de ganhar, mas também permitiu oportunidades ao São José de marcar.
Fiquei na dúvida se valeria a pena colocar equipe mista em jogo decisivo, fora de casa e contra um time sedento pela vitória que poderia dar-lhe classificação. Ainda mais que havia chance de o Grêmio acabar como líder.
Mas o que está feito, está feito. É preciso reunir todas as forças para que a melhor equipe enfrente Novo Hamburgo, quinta-feira. Com respeito ao adversário, mas como favorito à vaga.
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