Após o jogo com o São José, no Estádio Cristo Rei, o discurso no vestiário gremista era em clima de cobrança. Nem parecia que o resultado era 1 a 1 e o Grêmio ainda estava em segundo colocado do Gauchão. Presidente, jogadores e técnico concordaram que a igualdade na última rodada da fase inicial, com o time misto, marcada por desorganização em campo, serve de alerta para evitar repetição dessas mazelas na partida decisiva de quinta-feira, às 19h30, contra o Novo Hamburgo. Lições que chegam junto com o fim da sequência de vitórias do time de Felipão, que também não levava gols há cinco partidas.
A linha seguida, do presidente Romildo Bolzan Júnior aos operários em campo, como Fellipe Bastos, passando pelo comandante Felipão, é de que o Tricolor teve uma atuação ruim. E, por isso, criou-se um alerta dentro do clube. Depois de uma sequência de calmaria e boas atuações, em 11 jogos de invencibilidade, entre Gauchão e Copa do Brasil.
- A questão é de alerta, temos que ficar sempre atentos. Jogamos um bom primeiro tempo, mas não fomos bem no segundo. Temos que estar sempre atentos. Tiramos uma lição. Nenhuma profissão do mundo é tão exigente quanta essa, do ponta de vista das legitimações diárias. Joga grande partida, joga mal depois e tem que ir bem na outra partida para provar. Acho que isso serve de alerta para os jogadores que possam ter esses altos e baixos. Não devem ser levados em conta o comportamento que a imprensa dita, mas o que eles levam para fazer - avaliou o presidente Romildo Bolzan Júnior.

Felipão não gostou de atuação do Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
O Grêmio deixou de ganhar o jogo em seu próprio desperdício. Nos dois tempos, perdeu chances na cara de Fábio. Yuri Mamute acertou a trave e parou no goleiro do São José em outras oportunidades. Giuliano repetiu o jovem. Matías errou quase na pequena área. Faltou competência na finalização.
Quem estava em campo detectou também uma desorganização do Tricolor. Parecia que a vitória era necessária a todo custo, com a classificação para a próxima fase em perigo. O que acarretou em erros de posicionamento e movimentação.
- Quando tomamos o empate, queríamos muito vencer o jogo, mesmo não sabendo o resultado do Inter. Para continuar encostado ou passar. E desorganizamos porque queríamos atacar de qualquer maneira e não é assim. Atacamos em outros jogos mais organizados e fizemos os gols. Desorganizamos e queríamos apressar o jogo demais. Erramos bastante finalização. É uma coisas que temos que levar para o próximo jogo, não podemos errar, temos que levar como lição - pediu Fellipe Bastos.
Felipão colocou em campo uma equipe mista, ao poupar jogadores que estavam pendurados. O que acarretou na entrada de atletas que não vinham jogando, como Júnior, Walace, Fellipe Bastos e Everton. O que incomodou o treinador foi o hiato que se criou entre o time titular e esse que empatou no domingo. Após o jogo, o comandante ainda reclamou da postura de alguns jogadores, que teriam se deslumbrado com elogios da imprensa.
- À medida que a gente coloca alguns jogadores, eles treinam juntos, fazem a parte tática, participam do trabalho. Não é motivo nenhum para ficar distanciado do profissional que aqui não estava. Se são escolhidos, têm condições de jogar dentro do exigido - cobrou o treinador gremista. - Erramos no chute final, ou tentamos fazer o gol mais bonito, ou acreditamos em coisas que a imprensa diz sobre os nossos jogadores. Cada um é o melhor do mundo uma vez na semana. E não é assim. Cada um é o Pelé, joga muito. Mas tem que ter trabalho. Senão não joga muito, não
A reapresentação do Tricolor ocorre na manhã desta segunda-feira, no CT Luiz Carvalho. O técnico terá retornos dos jogadores poupados diante do Novo Hamburgo, na quinta, às 19h30. A dúvida fica por conta da presença de Cristian Rodríguez, que ainda se recupera de lesão muscular.
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A linha seguida, do presidente Romildo Bolzan Júnior aos operários em campo, como Fellipe Bastos, passando pelo comandante Felipão, é de que o Tricolor teve uma atuação ruim. E, por isso, criou-se um alerta dentro do clube. Depois de uma sequência de calmaria e boas atuações, em 11 jogos de invencibilidade, entre Gauchão e Copa do Brasil.
- A questão é de alerta, temos que ficar sempre atentos. Jogamos um bom primeiro tempo, mas não fomos bem no segundo. Temos que estar sempre atentos. Tiramos uma lição. Nenhuma profissão do mundo é tão exigente quanta essa, do ponta de vista das legitimações diárias. Joga grande partida, joga mal depois e tem que ir bem na outra partida para provar. Acho que isso serve de alerta para os jogadores que possam ter esses altos e baixos. Não devem ser levados em conta o comportamento que a imprensa dita, mas o que eles levam para fazer - avaliou o presidente Romildo Bolzan Júnior.

Felipão não gostou de atuação do Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
O Grêmio deixou de ganhar o jogo em seu próprio desperdício. Nos dois tempos, perdeu chances na cara de Fábio. Yuri Mamute acertou a trave e parou no goleiro do São José em outras oportunidades. Giuliano repetiu o jovem. Matías errou quase na pequena área. Faltou competência na finalização.
Quem estava em campo detectou também uma desorganização do Tricolor. Parecia que a vitória era necessária a todo custo, com a classificação para a próxima fase em perigo. O que acarretou em erros de posicionamento e movimentação.
- Quando tomamos o empate, queríamos muito vencer o jogo, mesmo não sabendo o resultado do Inter. Para continuar encostado ou passar. E desorganizamos porque queríamos atacar de qualquer maneira e não é assim. Atacamos em outros jogos mais organizados e fizemos os gols. Desorganizamos e queríamos apressar o jogo demais. Erramos bastante finalização. É uma coisas que temos que levar para o próximo jogo, não podemos errar, temos que levar como lição - pediu Fellipe Bastos.
Felipão colocou em campo uma equipe mista, ao poupar jogadores que estavam pendurados. O que acarretou na entrada de atletas que não vinham jogando, como Júnior, Walace, Fellipe Bastos e Everton. O que incomodou o treinador foi o hiato que se criou entre o time titular e esse que empatou no domingo. Após o jogo, o comandante ainda reclamou da postura de alguns jogadores, que teriam se deslumbrado com elogios da imprensa.
- À medida que a gente coloca alguns jogadores, eles treinam juntos, fazem a parte tática, participam do trabalho. Não é motivo nenhum para ficar distanciado do profissional que aqui não estava. Se são escolhidos, têm condições de jogar dentro do exigido - cobrou o treinador gremista. - Erramos no chute final, ou tentamos fazer o gol mais bonito, ou acreditamos em coisas que a imprensa diz sobre os nossos jogadores. Cada um é o melhor do mundo uma vez na semana. E não é assim. Cada um é o Pelé, joga muito. Mas tem que ter trabalho. Senão não joga muito, não
A reapresentação do Tricolor ocorre na manhã desta segunda-feira, no CT Luiz Carvalho. O técnico terá retornos dos jogadores poupados diante do Novo Hamburgo, na quinta, às 19h30. A dúvida fica por conta da presença de Cristian Rodríguez, que ainda se recupera de lesão muscular.
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