Foto: Fernando Alves
A presença do Grêmio na reta final da atual edição da Copa do Brasil confirma uma rotina sob o comando de Renato Gaúcho. De 2016 para cá, o time esteve em 12 semifinais sob o comando do treinador. O sucesso no mata-mata reafirma o status do técnico, o mais longevo do futebol brasileiro.
O Grêmio eliminou o Cuiabá com duas vitórias. A mais recente ocorreu ontem (18), por 2 a 0, em Porto Alegre.
De setembro de 2016 até agora, Grêmio participou de 16 competições e chegou à 12 semifinais. O êxito em confrontos eliminatórios forjou o trabalho do treinador e o elenco atual, que cresce em jogos decisivos.
Foi assim em 2016, mesmo com jejum de 15 anos sem taças fora do Rio Grande do Sul. Igualmente no ano seguinte, quando ganhou o tricampeonato da Copa Libertadores. E em 2018 e 2019, quando chegou à semifinal do torneio sul-americano de novo.
O Grêmio também tem boas campanhas no Campeonato Brasileiro, só terminou fora do G-4 justamente no primeiro ano da atual passagem de Renato. Mas em toda temporada deu atenção especial aos duelos de mata-mata. Pela leitura de que tem mais chances e por ideia do treinador, que particularmente prefere as copas.
A biografia em competições eliminatórias pesou sempre que Renato Gaúcho esteve ameaçado no cargo. E olha que foram raros esses momentos. Depois de levar 5 a 0 do Flamengo ano passado, o Grêmio considerou o resultado como fora da curva. O mesmo valeu para o duelo com o River Plate, na semifinal do ano anterior.
"Não importa o adversário, o momento. Estamos em uma crescente, mas o mais importante é o trabalho. Há 30 dias muita gente não acreditava no Grêmio, e o Grêmio está aí. Eu sempre confiei nos profissionais que estavam aqui dentro. Sem provar nada para ninguém, quietos. E subindo de produção. Nunca houve dúvidas aqui com o trabalho. Estamos dando sequência ao trabalho e confiança a todo mundo", disse Renato.
Além das 12 semifinais, o Grêmio deste período tem sete finais no currículo. E das sete decisões, só perdeu uma. A final do Mundial de Clubes, para o Real Madrid. Todas as outras ficaram com Renato e o clube gaúcho.
Grêmio, Renato Gaúcho, Mata-Mata
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Foi assim em 2016, mesmo com jejum de 15 anos sem taças fora do Rio Grande do Sul. Igualmente no ano seguinte, quando ganhou o tricampeonato da Copa Libertadores. E em 2018 e 2019, quando chegou à semifinal do torneio sul-americano de novo.
O Grêmio também tem boas campanhas no Campeonato Brasileiro, só terminou fora do G-4 justamente no primeiro ano da atual passagem de Renato. Mas em toda temporada deu atenção especial aos duelos de mata-mata. Pela leitura de que tem mais chances e por ideia do treinador, que particularmente prefere as copas.
A biografia em competições eliminatórias pesou sempre que Renato Gaúcho esteve ameaçado no cargo. E olha que foram raros esses momentos. Depois de levar 5 a 0 do Flamengo ano passado, o Grêmio considerou o resultado como fora da curva. O mesmo valeu para o duelo com o River Plate, na semifinal do ano anterior.
"Não importa o adversário, o momento. Estamos em uma crescente, mas o mais importante é o trabalho. Há 30 dias muita gente não acreditava no Grêmio, e o Grêmio está aí. Eu sempre confiei nos profissionais que estavam aqui dentro. Sem provar nada para ninguém, quietos. E subindo de produção. Nunca houve dúvidas aqui com o trabalho. Estamos dando sequência ao trabalho e confiança a todo mundo", disse Renato.
Além das 12 semifinais, o Grêmio deste período tem sete finais no currículo. E das sete decisões, só perdeu uma. A final do Mundial de Clubes, para o Real Madrid. Todas as outras ficaram com Renato e o clube gaúcho.
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