Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação
De volta ao Grêmio após a campanha do título sul-americano sub-17 com a seleção brasileira, o meia Lincoln volta a ficar à disposição de Luiz Felipe Scolari. O período fora pode tê-lo deixado para trás na briga pela titularidade — sua última partida foi no Gre-Nal 404 —, mas ele conta com o apoio do treinador e também dos novos reforços. E garante que a disputa por uma vaga no time não tem vaidades.
— Meus diferenciais não são nada mais do que os deles (meio-campistas). O professor (Felipão) fala que meu passe é muito bom, a movimentação e a intensidade. (Os reforços) Estão aqui para me ajudar, sabem que sou muito novo. São parceiros mesmo — disse o jovem de 16 anos em entrevista coletiva após o treino desta sexta-feira.
Lincoln admite que a chegada de jogadores mais rodados alivia a pressão sobre os mais novos, mas não os exime de seguir em busca de uma posição de destaque na equipe. A experiência vivida como capitão da seleção sub-17 deu uma nova carga de ânimo ao garoto.
O ambiente mudou, mas ninguém tem cadeira cativa. Vou continuar lutando pelo meu espaço, dar o meu máximo em campo, com a mesma garra e determinação — frisou.
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— Meus diferenciais não são nada mais do que os deles (meio-campistas). O professor (Felipão) fala que meu passe é muito bom, a movimentação e a intensidade. (Os reforços) Estão aqui para me ajudar, sabem que sou muito novo. São parceiros mesmo — disse o jovem de 16 anos em entrevista coletiva após o treino desta sexta-feira.
Lincoln admite que a chegada de jogadores mais rodados alivia a pressão sobre os mais novos, mas não os exime de seguir em busca de uma posição de destaque na equipe. A experiência vivida como capitão da seleção sub-17 deu uma nova carga de ânimo ao garoto.
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