Arena do Grêmio (Foto: Drone Service Brasil)
O Grupo OAS apresentou, nesta terça-feira, pedido de recuperação judicial em São Paulo para nove de suas empresas. Apesar de colocar à venda as arenas Fonte Nova e das Dunas, a construtora não citou em sua nota oficial a Arena do Grêmio. O clube gaúcho ainda não tem informações mais profundas sobre o assunto e afirma que tentará contato com a empreiteira para mais detalhes. Por ora, não tem posicionamento se o pedido é positivo ou negativo para a negociação que mantém para compra da gestão do seu estádio.
A cúpula gremista se reuniu na tarde desta terça-feira para analisar o que poderia acarretar a recuperação judicial da OAS. No entanto, não há ainda uma posição definitiva. O presidente Romildo Bolzan Júnior afirma que o clube vai se debruçar sobre o tema novamente nesta quarta-feira.
- Não obtivemos nenhuma conclusão, só temos as informações que foram colocadas na nota oficial. Ainda vamos buscar mais detalhes. Não tem como saber (se a Arena não ter sido citada é positivo), ainda não temos mais detalhes. Prefiro esperar, ainda vamos analisar mais a questão - avisou o mandatário gremista.
Tricolor e OAS já tinham acertado termos da negociação para compra da administração do estádio por parte do clube. Só precisavam acertar as garantias bancárias com as instituições financeiras. Mas a Operação Lava Jato travou as conversas, pela investigação profunda à empresa. Bolzan Júnior crê que o caso vai se estender durante todo o ano, no pior dos cenários.
A empreiteira incluiu nove de suas empresas no pedido, que consiste em pagar as dívidas com intermédio da Justiça. Serão colocadas à venda a participação da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio), a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%). Também serão negociadas a Arena Fonte Nova (50%) e a Arena das Dunas (100%).
No ano passado, o clube anunciou que havia fechado a compra da gestão da Arena, semanas antes da eleição para presidente. No entanto, ainda não houve efetivamente o término da negociação. O ex-presidente Fábio Koff, apesar de ter deixado o departamento de futebol, é quem capitaneia as conversas com a empresa.
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A cúpula gremista se reuniu na tarde desta terça-feira para analisar o que poderia acarretar a recuperação judicial da OAS. No entanto, não há ainda uma posição definitiva. O presidente Romildo Bolzan Júnior afirma que o clube vai se debruçar sobre o tema novamente nesta quarta-feira.
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Tricolor e OAS já tinham acertado termos da negociação para compra da administração do estádio por parte do clube. Só precisavam acertar as garantias bancárias com as instituições financeiras. Mas a Operação Lava Jato travou as conversas, pela investigação profunda à empresa. Bolzan Júnior crê que o caso vai se estender durante todo o ano, no pior dos cenários.
A empreiteira incluiu nove de suas empresas no pedido, que consiste em pagar as dívidas com intermédio da Justiça. Serão colocadas à venda a participação da OAS S.A. na Invepar (24,44% do negócio), a fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), a OAS Empreendimentos (80%), a OAS Soluções Ambientais (100%), a OAS Óleo e Gás (61%) e a OAS Defesa (100%). Também serão negociadas a Arena Fonte Nova (50%) e a Arena das Dunas (100%).
No ano passado, o clube anunciou que havia fechado a compra da gestão da Arena, semanas antes da eleição para presidente. No entanto, ainda não houve efetivamente o término da negociação. O ex-presidente Fábio Koff, apesar de ter deixado o departamento de futebol, é quem capitaneia as conversas com a empresa.
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