Norberto DUARTE / AFP
Em negociação com o centroavante argentino do Cerro Porteño-PAR Diego Churín, o Grêmio busca reforçar o setor de ataque. Com Diego Souza sendo o único jogador de características clássicas de um camisa 9 no elenco, o técnico Renato Portaluppi, em conjunto com o departamento de futebol, tenta uma alternativa para a posição.
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Peça-chave na equipe paraguaia, comandada pelo ex-lateral direito gremista Arce, o atleta viria para, além de disputar a posição, tentar reescrever a história recente de atacantes estrangeiros que vestiram a camisa tricolor.
Desde a saída de Lucas Barrios, ao fim de 2017, o Grêmio não teve um atacante estrangeiro em seu elenco. Antes dele, as opções que estavam à disposição do técnico Renato Portaluppi não tiveram sucesso, tampouco sequência na equipe titular. As peças não eram necessariamente opções de camisa 9, mas também de atacantes com características diferentes, como Miller Bolaños, Beto da Silva e Michael Arroyo.
Miller Bolaños
Contratado como o principal reforço gremista para a temporada de 2016, Miller Bolaños nunca se firmou no Grêmio. Entretanto, apresentou boas atuações quando desembarcou em Porto Alegre, vindo do Emelec. Logo na sua segunda partida com a camisa tricolor, o equatoriano sofreu uma lesão grave no maxilar, após ter sofrido um cotovelaço do ex-lateral do Inter, William.
No fim do ano, foi o autor do gol que garantiu o título da Copa do Brasil para o Grêmio, no empate em 1 a 1 na Arena, contra o Atlético-MG. Em 2017, não foi muito utilizado popr Renato Portaluppi e foi negociado com o Tijuana do México, antes mesmo do fim da campanha vitoriosa do Grêmio na Libertadores.
• 46 jogos
• 15 gols marcados
Lucas Barrios
Foi por uma temporada, mas valeu! Grêmio e Lucas Barrios tiveram o relacionamento dos sonhos. O centroavante paraguaio chegou após deixar o Palmeiras para ser titular absoluto da camisa 9 gremista e conquistar a Libertadores em 2017.
Pedido pelo técnico Renato Portaluppi, o atleta foi o autor do gol que classificou o Tricolor para as semifinais da competição continental. No duelo contra o Botafogo, em uma partida complicada, foi a cabeçada de Barrios que manteve o sonho dos gremistas vivos para a conquista do Tri.
• 46 jogos
• 19 gols
Braian Rodríguez
O uruguaio chegou, jogou e foi negociado sem que o torcedor aprovasse o seu rendimento. Vindo do Numancia-ESP, o centroavante foi comandado por Felipão e Roger Machado, mas nunca passou confiança suficiente para os treinadores.
O primeiro ainda insistiu com o jogador, porém, com a vinda de Roger, o atleta foi perdendo cada vez mais espaço por conta do estilo de jogo implantado pelo técnico.
• 28 jogos
• 2 gols
Hernán Barcos
Vindo do Palmeiras em 2013, após uma negociação que envolveu um "pacotão" gremista, o argentino chegou com status de potencial ídolo do Grêmio. Foram duas temporada vestindo a camisa tricolor sendo a liderança técnica e capitão da equipe.
Em 2015, o jogador foi vendido para o futebol chinês, junto com Marcelo Moreno, no ano em que começou a reformulação do elenco gremista na gestão do presidente Romildo Bolzan Júnior.
• 112 jogos
• 45 gols
Beto da Silva
O peruano, filho de pai brasileiro, teve uma passagem pela a base gremista e retornou em 2017 vindo do Ajax-HOL. Porém, não teve muita sequência na equipe por conta de problemas físicos. Em 2018 rescindiu seu contrato para atuar no Argentinos Juniors.
• 13 jogos
• 1 gol marcado
O Grêmio ainda teve o atacante equatoriano Michael Arroyo, que foi contratado em 2017 pela equipe tricolor. Porém, o atleta atuou em apenas sete partidas e não marcou gols com a camisa gremista. Com problemas para entrar em forma, o jogador não teve sequência com o técnico Renato Portaluppi, ficando de fora da final da Libertadores e da viagem para o Mundial de Clubes.
Grêmio, Mercado, Churín, Estrangeiros, Rendimento, Imortal
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Desde a saída de Lucas Barrios, ao fim de 2017, o Grêmio não teve um atacante estrangeiro em seu elenco. Antes dele, as opções que estavam à disposição do técnico Renato Portaluppi não tiveram sucesso, tampouco sequência na equipe titular. As peças não eram necessariamente opções de camisa 9, mas também de atacantes com características diferentes, como Miller Bolaños, Beto da Silva e Michael Arroyo.
Miller Bolaños
Contratado como o principal reforço gremista para a temporada de 2016, Miller Bolaños nunca se firmou no Grêmio. Entretanto, apresentou boas atuações quando desembarcou em Porto Alegre, vindo do Emelec. Logo na sua segunda partida com a camisa tricolor, o equatoriano sofreu uma lesão grave no maxilar, após ter sofrido um cotovelaço do ex-lateral do Inter, William.
No fim do ano, foi o autor do gol que garantiu o título da Copa do Brasil para o Grêmio, no empate em 1 a 1 na Arena, contra o Atlético-MG. Em 2017, não foi muito utilizado popr Renato Portaluppi e foi negociado com o Tijuana do México, antes mesmo do fim da campanha vitoriosa do Grêmio na Libertadores.
• 46 jogos
• 15 gols marcados
Lucas Barrios
Foi por uma temporada, mas valeu! Grêmio e Lucas Barrios tiveram o relacionamento dos sonhos. O centroavante paraguaio chegou após deixar o Palmeiras para ser titular absoluto da camisa 9 gremista e conquistar a Libertadores em 2017.
Pedido pelo técnico Renato Portaluppi, o atleta foi o autor do gol que classificou o Tricolor para as semifinais da competição continental. No duelo contra o Botafogo, em uma partida complicada, foi a cabeçada de Barrios que manteve o sonho dos gremistas vivos para a conquista do Tri.
• 46 jogos
• 19 gols
Braian Rodríguez
O uruguaio chegou, jogou e foi negociado sem que o torcedor aprovasse o seu rendimento. Vindo do Numancia-ESP, o centroavante foi comandado por Felipão e Roger Machado, mas nunca passou confiança suficiente para os treinadores.
O primeiro ainda insistiu com o jogador, porém, com a vinda de Roger, o atleta foi perdendo cada vez mais espaço por conta do estilo de jogo implantado pelo técnico.
• 28 jogos
• 2 gols
Hernán Barcos
Vindo do Palmeiras em 2013, após uma negociação que envolveu um "pacotão" gremista, o argentino chegou com status de potencial ídolo do Grêmio. Foram duas temporada vestindo a camisa tricolor sendo a liderança técnica e capitão da equipe.
Em 2015, o jogador foi vendido para o futebol chinês, junto com Marcelo Moreno, no ano em que começou a reformulação do elenco gremista na gestão do presidente Romildo Bolzan Júnior.
• 112 jogos
• 45 gols
Beto da Silva
O peruano, filho de pai brasileiro, teve uma passagem pela a base gremista e retornou em 2017 vindo do Ajax-HOL. Porém, não teve muita sequência na equipe por conta de problemas físicos. Em 2018 rescindiu seu contrato para atuar no Argentinos Juniors.
• 13 jogos
• 1 gol marcado
O Grêmio ainda teve o atacante equatoriano Michael Arroyo, que foi contratado em 2017 pela equipe tricolor. Porém, o atleta atuou em apenas sete partidas e não marcou gols com a camisa gremista. Com problemas para entrar em forma, o jogador não teve sequência com o técnico Renato Portaluppi, ficando de fora da final da Libertadores e da viagem para o Mundial de Clubes.
Grêmio, Mercado, Churín, Estrangeiros, Rendimento, Imortal
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Comentários
Comentários (5)
Pra essa diretoria serve o ditado: de onde menos se espera daí mesmo é que não sai nada.
O grêmio não quer contratar por causa do Renato como e que os outros contratam e os cara jogam temos varios exemplos vasco ateltico mineiro flamengo Santos inter se sao equipes que estão bem o Bolanosjogava muito mais o renatobotava 20 minuto as vezes 10 ai não dá o problema do gremio e bruxismo exemplo o taciano e Cortez olha so não adianta enfiar jogador da bese na libertadores o Darlan se sumiu nos jogos tem que ser mesclados.
Acho que com esse dinheiro consegue jogador mais novo e melhor jogar no Paraguai e fazer poucos gol com o futebol que esse país tem não acho que seja um bom atacante
Gasta muito nao mais pode ter certeza que vai da certo no Grêmio
Esse é de longe o pior reforço extrangeiro da história do Grêmio.
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