Após a assinatura da Medida Provisória (MP) do governo que visa modernizar o futebol brasileiro, o Congresso apresentou um total de 181 emendas para modificar o texto original elaborado pelo Poder Executivo. As sugestões foram apresentadas durante as sessões desta semana e serão debatidas pelos parlamentares quando o documento entrar na pauta do Congresso.
O senador Romero Jucá (PMDB-RR) foi o que apresentou o maior número de emendas, 18 no total. Na sequência aparecem os deputados federais Luiz Carlos Hauly, com 13 emendas, William Woo, com 8 sugestões de mudanças ao texto da MP.
Segundo o deputado e ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, que apresentou seis emendas, três pontos devem concentrar os debates no Congresso em relação ao conteúdo original da MP: os investimentos no futebol feminino como contrapartida para os clubes aderirem ao refinanciamento de suas dívidas, a aplicação de medidas que regulamentam a CBF, e o percentual de 6% sobre a receita total dos clubes a serem pagas no início do parcelamento, índice considerado alto por muitos parlamentares.
- Apesar da grande quantidade de emendas, esse é um número padrão para questões importantes como é essa para o futebol brasileiro – afirmou Silva, sobre as 181 emendas apresentadas.
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O senador Romero Jucá (PMDB-RR) foi o que apresentou o maior número de emendas, 18 no total. Na sequência aparecem os deputados federais Luiz Carlos Hauly, com 13 emendas, William Woo, com 8 sugestões de mudanças ao texto da MP.
Segundo o deputado e ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, que apresentou seis emendas, três pontos devem concentrar os debates no Congresso em relação ao conteúdo original da MP: os investimentos no futebol feminino como contrapartida para os clubes aderirem ao refinanciamento de suas dívidas, a aplicação de medidas que regulamentam a CBF, e o percentual de 6% sobre a receita total dos clubes a serem pagas no início do parcelamento, índice considerado alto por muitos parlamentares.
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