A capital carioca será a primeira cidade da América do Sul a receber os Jogos Olímpicos. A responsabilidade aumenta e os olhos do mundo vão analisar cada detalhe (Divulgação)
O Rio de Janeiro está a 500 dias de viver um momento histórico. Quando o fogo acender a pira olímpica, a magia dos Jogos Olímpicos vai incendiar de vez a primeira cidade da América do Sul a receber o maior evento esportivo do planeta. Vai demorar anos, décadas, ou talvez nunca mais uma sede brasileira, ou sul-americana, seja escolhida para receber as Olímpiadas. A responsabilidade faz com que o trabalho tenha que ser ainda mais impecável. O mundo estará de olhos no Brasil e nada pode dar errado.
O período de espera para que os Jogos Olímpicos chegue logo é dividido em duas partes: a ansiedade dos atletas para fazer história de disputar o grande evento em casa e a preocupação dos dirigentes para que tudo saia como planejado.
Mesmo atletas que são experientes em disputas olímpicas, e em conquistas de medalhas, sabem que os 500 dias passarão rápidos.
“É um marco importante, estamos nos aproximando bem rápido das Olimpíadas. É um período importante, pois ainda dá tempo de nos prepararmos, mas ao mesmo tempo já não estamos mais no começo do ciclo olímpico, o que não nos deixa com tanto tempo assim” comentou o bicampeão olímpico Robert Scheidt.
O tempo corre e diminui para os atletas se prepararem e os prazos das entregas das obras do Parques Olímpicos e das obras de infraestruturas vão ficando cada vez menores. Apesar dos cronogramas apertados, a promessa é que tudo será entregue no período pré-estabelecido:
“Temos pleno controle do processo hoje. Aquilo que nos assustava no início do ano, como o Parque de Deodoro, não nos assusta mais” comentou o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, que garante que a cidade terá melhorias de transporte e estará entregando mais do que o planejado no dossiê de candidatura.
A preparação da cidade segue a todo vapor, assim como as seleções e atletas brasileiros. E a chance de vestir a camisa verde amarela no Rio de Janeiro faz com que a ansiedade aumente.
“Vestir a camisa da seleção brasileira é sempre motivo de orgulho e jogar em casa é sempre um prazer a mais, pois teremos a chance de contar com o apoio dos nossos torcedores. As Olimpíadas são uma competição muito importante, têm o seu brilho e sua representatividade histórica” comentou o armador da seleção brasileira de basquete Marcelinho Huertas.
Apesar dos 500 dias serem um marco histórico e todos os fãs de esportes estarem de olho no ano de 2016, a preparação e a importância de 2015 é gigantesca.
“São 500 dias que passarão muito rápido. Nessa caminhada é importante chegar a 2016 de maneira ascendente. E cada competição neste ano será um desafio. Por ser o ano que antecede as Olimpíadas, todas as competições estão com um nível técnico muito alto” analisou o judoca peso pesado, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, Rafael Silva.
“O ano de 2015 é muito importante para nós, temos muita coisa pela frente. Temos Mundial, Jogos Pan-Americanos e evento-teste. Preciso velejar muito no Rio de Janeiro ainda, e me sentir cada vez mais à vontade para quando o grande dia chegar” comentou o maior medalhista brasileiro em Olimpíadas Robert Scheidt.
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O Rio de Janeiro está a 500 dias de viver um momento histórico. Quando o fogo acender a pira olímpica, a magia dos Jogos Olímpicos vai incendiar de vez a primeira cidade da América do Sul a receber o maior evento esportivo do planeta. Vai demorar anos, décadas, ou talvez nunca mais uma sede brasileira, ou sul-americana, seja escolhida para receber as Olímpiadas. A responsabilidade faz com que o trabalho tenha que ser ainda mais impecável. O mundo estará de olhos no Brasil e nada pode dar errado.
O período de espera para que os Jogos Olímpicos chegue logo é dividido em duas partes: a ansiedade dos atletas para fazer história de disputar o grande evento em casa e a preocupação dos dirigentes para que tudo saia como planejado.
Mesmo atletas que são experientes em disputas olímpicas, e em conquistas de medalhas, sabem que os 500 dias passarão rápidos.
“É um marco importante, estamos nos aproximando bem rápido das Olimpíadas. É um período importante, pois ainda dá tempo de nos prepararmos, mas ao mesmo tempo já não estamos mais no começo do ciclo olímpico, o que não nos deixa com tanto tempo assim” comentou o bicampeão olímpico Robert Scheidt.
O tempo corre e diminui para os atletas se prepararem e os prazos das entregas das obras do Parques Olímpicos e das obras de infraestruturas vão ficando cada vez menores. Apesar dos cronogramas apertados, a promessa é que tudo será entregue no período pré-estabelecido:
“Temos pleno controle do processo hoje. Aquilo que nos assustava no início do ano, como o Parque de Deodoro, não nos assusta mais” comentou o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, que garante que a cidade terá melhorias de transporte e estará entregando mais do que o planejado no dossiê de candidatura.
A preparação da cidade segue a todo vapor, assim como as seleções e atletas brasileiros. E a chance de vestir a camisa verde amarela no Rio de Janeiro faz com que a ansiedade aumente.
“Vestir a camisa da seleção brasileira é sempre motivo de orgulho e jogar em casa é sempre um prazer a mais, pois teremos a chance de contar com o apoio dos nossos torcedores. As Olimpíadas são uma competição muito importante, têm o seu brilho e sua representatividade histórica” comentou o armador da seleção brasileira de basquete Marcelinho Huertas.
Apesar dos 500 dias serem um marco histórico e todos os fãs de esportes estarem de olho no ano de 2016, a preparação e a importância de 2015 é gigantesca.
“São 500 dias que passarão muito rápido. Nessa caminhada é importante chegar a 2016 de maneira ascendente. E cada competição neste ano será um desafio. Por ser o ano que antecede as Olimpíadas, todas as competições estão com um nível técnico muito alto” analisou o judoca peso pesado, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, Rafael Silva.
“O ano de 2015 é muito importante para nós, temos muita coisa pela frente. Temos Mundial, Jogos Pan-Americanos e evento-teste. Preciso velejar muito no Rio de Janeiro ainda, e me sentir cada vez mais à vontade para quando o grande dia chegar” comentou o maior medalhista brasileiro em Olimpíadas Robert Scheidt.
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