Imagem: Jeferson Guareze/AGIF
A final do segundo turno do Campeonato Gaúcho coloca Grêmio e Internacional frente a frente de novo. O Gre-Nal 426 é o segundo em 15 dias, quarto da temporada. A super dose de clássicos, antes e depois da quarentena do futebol, jogou o clima de rivalidade nas alturas. Com direito a briga histórica e oito expulsos, união para volta dos jogos, mais recentemente batalha nos bastidores e provocações diretas.
O Gre-Nal tem mando de campo do Grêmio, dono de uma campanha melhor no returno. Quem vencer, vai à final do Gauchão contra o Caxias.
A decisão do Estadual pode mudar de dois para apenas um jogo, cogitado para o próximo domingo (9). A alteração precisa ser de aval dos finalistas, que deverão ser consultados na quinta-feira (6).
Diego Souza e "um minuto de silêncio"
O primeiro Gre-Nal de 2020 já foi decisivo. Na semifinal do primeiro turno, o Grêmio impôs a primeira derrota de Eduardo Coudet à frente do Internacional. E dentro do Beira-Rio. Diego Souza marcou e depois do jogo, os jogadores gremistas entoaram, mais uma vez, o cântico "Um Minuto de Silêncio", popularizado no Rio Grande do Sul após o tricampeonato da Copa Libertadores.
Oito cartões vermelhos
Menos de um mês depois, Grêmio e Inter voltaram a se encontrar. O clássico da Copa Libertadores, realizado pela primeira vez na história do torneio, terminou com pancadaria em campo. Oito expulsos. Depois do jogo, os dois clubes minimizaram o episódio e terminaram a noite em uma análise anacrônica, atribuindo a si mesmos melhor atuação e merecimento da vitória.
Grêmio não quis Gre-Nal?
Dias antes de o Gauchão ser retomado, os 12 clubes se reuniram para discutir adaptações em virtude da pandemia do novo coronavírus. Depois da videoconferência, tomou conta das redes sociais a versão de que o Grêmio queria adiar o Gre-Nal. Motivo: ausência de Renato Gaúcho em Porto Alegre, ao passo que Eduardo Coudet estava no Rio Grande do Sul todo tempo.
A Federação Gaúcha de Futebol e a diretoria gremista afirmaram que a proposta de inverter a ordem das rodadas, e consequentemente do clássico, veio antes da pandemia. Mas nas redes sociais, a história cresceu. E houve até dirigente nos bastidores usando o suposto medo do Grêmio.
Coudet fez treino proibido?
Quase como contraveneno, brotou nas redes sociais vídeo do lado de fora do CT do Internacional. As poucas cenas diante de um banner gigante tinham como trilha sonora apitos e gritos. Para vários gremistas, prova contundente de que Coudet comandou treinamentos proibidos — por serem simulação de jogo, com contato, em meio à pandemia. A história foi parar nos microfones e as diretorias ensaiaram um atrito por conta do assunto.
"Quem gosta de Criciúma é o Grêmio"
Durante as indefinições sobre jogos em Porto Alegre, o Grêmio montou planejamento para treinar em Santa Catarina. O Inter esboçou seguir o mesmo rumo. No fim, os dois ficaram onde estavam. Mas a dor de cabeça persistiu por mais um tempo, pensando até no Campeonato Brasileiro. Foi quando Marcelo Medeiros, presidente do Internacional, soltou frase ao ser perguntado sobre mando de campo em Criciúma.
"Quem gosta de Criciúma é o Grêmio", disse Medeiros em entrevista ao canal Vozes do Gigante, no YouTube.
Grêmio, Gre-Nal, Super, Dose, Rivalidade, Pandemia
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O Gre-Nal tem mando de campo do Grêmio, dono de uma campanha melhor no returno. Quem vencer, vai à final do Gauchão contra o Caxias.
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Diego Souza e "um minuto de silêncio"
O primeiro Gre-Nal de 2020 já foi decisivo. Na semifinal do primeiro turno, o Grêmio impôs a primeira derrota de Eduardo Coudet à frente do Internacional. E dentro do Beira-Rio. Diego Souza marcou e depois do jogo, os jogadores gremistas entoaram, mais uma vez, o cântico "Um Minuto de Silêncio", popularizado no Rio Grande do Sul após o tricampeonato da Copa Libertadores.
Oito cartões vermelhos
Menos de um mês depois, Grêmio e Inter voltaram a se encontrar. O clássico da Copa Libertadores, realizado pela primeira vez na história do torneio, terminou com pancadaria em campo. Oito expulsos. Depois do jogo, os dois clubes minimizaram o episódio e terminaram a noite em uma análise anacrônica, atribuindo a si mesmos melhor atuação e merecimento da vitória.
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Dias antes de o Gauchão ser retomado, os 12 clubes se reuniram para discutir adaptações em virtude da pandemia do novo coronavírus. Depois da videoconferência, tomou conta das redes sociais a versão de que o Grêmio queria adiar o Gre-Nal. Motivo: ausência de Renato Gaúcho em Porto Alegre, ao passo que Eduardo Coudet estava no Rio Grande do Sul todo tempo.
A Federação Gaúcha de Futebol e a diretoria gremista afirmaram que a proposta de inverter a ordem das rodadas, e consequentemente do clássico, veio antes da pandemia. Mas nas redes sociais, a história cresceu. E houve até dirigente nos bastidores usando o suposto medo do Grêmio.
Coudet fez treino proibido?
Quase como contraveneno, brotou nas redes sociais vídeo do lado de fora do CT do Internacional. As poucas cenas diante de um banner gigante tinham como trilha sonora apitos e gritos. Para vários gremistas, prova contundente de que Coudet comandou treinamentos proibidos — por serem simulação de jogo, com contato, em meio à pandemia. A história foi parar nos microfones e as diretorias ensaiaram um atrito por conta do assunto.
"Quem gosta de Criciúma é o Grêmio"
Durante as indefinições sobre jogos em Porto Alegre, o Grêmio montou planejamento para treinar em Santa Catarina. O Inter esboçou seguir o mesmo rumo. No fim, os dois ficaram onde estavam. Mas a dor de cabeça persistiu por mais um tempo, pensando até no Campeonato Brasileiro. Foi quando Marcelo Medeiros, presidente do Internacional, soltou frase ao ser perguntado sobre mando de campo em Criciúma.
"Quem gosta de Criciúma é o Grêmio", disse Medeiros em entrevista ao canal Vozes do Gigante, no YouTube.
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Comentários
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E para nosso azar será apitado pelo coloradíssimo Vuaden. Os moranguetes ainda mandam na FGF. A direção do Grêmio precisa reagir urgentemente.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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