Diego Souza do Grêmio comemora gol contra o Internacional e início fulminante no Grêmio Imagem: Pedro H. Tesch/AGIF
Diego Souza tem três gols em três jogos pelo Grêmio. Com 205 minutos em campo, o atacante soma um gol a cada, aproximadamente, 68 minutos com a camisa azul, branca e preta. Essa boa arrancada pode ser explicada por uma preparação que contou com uma combinação de praia (sim), futevôlei (isso, mesmo) e o Bombeiro.
Mas, não: nesse terceiro quesito, não estamos falando sobre aquele profissional responsável por, entre outras coisas, apagar incêndios. Trata-se, sim, do apelido do personal trainer que ajudou o jogador no período sem clube, desde que se desligou do Botafogo.
"Eu fiz academia e a parte aeróbica fazia na praia, jogo futevôlei também. No futevôlei eu aliei o hobby com esse treino. Eu tinha um personal, o Bombeiro, e ele me deu assistência para chegar bem, chegar e acelerar um pouco o processo", contou Diego em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.
Diego tinha 11 minutos em campo quando marcou seu primeiro gol pelo Tricolor, contra o Esportivo. Depois vieram outros contra Aimoré e Inter. No clássico, de cabeça, ele colocou o Tricolor na final do primeiro turno do Estadual.
"Eu imaginei o melhor possível, né? Era um momento que eu buscava, que eu precisava. Quando recebi a chance, dei valor e estou me dedicando e focado para fazer dar certo. Estou feliz aqui e vou dar meu melhor", afirmou.
E os treinos na areia, sob comando do Bombeiro, se refletem no rendimento em campo, na avaliação dele.
"Essa preparação, por mais que tenha sido sozinho e chato, me ajudou bastante para eu ter confiança. Ajudou muito no processo de eu dizer sim quando o Renato me perguntou se eu estava pronto", completou.
O treinador poderá ser até parceiro de futevôlei no futuro. Renato Portaluppi também pratica o esporte que ajudou seu centroavante a entrar em forma.
"Eu sempre brinquei, sempre joguei. É bem melhor que pelada por não ter contato, então, se lesionar é muito mais difícil. O futevôlei melhora fundamento de cabeceio, domínio a qualidade no toque na bola", explicou.
O tal fundamento do cabeceio já terminou nas redes duas vezes, talvez reflexo do treino na areia.
Grêmio, Diego Souza, Volta
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Mas, não: nesse terceiro quesito, não estamos falando sobre aquele profissional responsável por, entre outras coisas, apagar incêndios. Trata-se, sim, do apelido do personal trainer que ajudou o jogador no período sem clube, desde que se desligou do Botafogo.
"Eu fiz academia e a parte aeróbica fazia na praia, jogo futevôlei também. No futevôlei eu aliei o hobby com esse treino. Eu tinha um personal, o Bombeiro, e ele me deu assistência para chegar bem, chegar e acelerar um pouco o processo", contou Diego em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.
Diego tinha 11 minutos em campo quando marcou seu primeiro gol pelo Tricolor, contra o Esportivo. Depois vieram outros contra Aimoré e Inter. No clássico, de cabeça, ele colocou o Tricolor na final do primeiro turno do Estadual.
"Eu imaginei o melhor possível, né? Era um momento que eu buscava, que eu precisava. Quando recebi a chance, dei valor e estou me dedicando e focado para fazer dar certo. Estou feliz aqui e vou dar meu melhor", afirmou.
E os treinos na areia, sob comando do Bombeiro, se refletem no rendimento em campo, na avaliação dele.
"Essa preparação, por mais que tenha sido sozinho e chato, me ajudou bastante para eu ter confiança. Ajudou muito no processo de eu dizer sim quando o Renato me perguntou se eu estava pronto", completou.
O treinador poderá ser até parceiro de futevôlei no futuro. Renato Portaluppi também pratica o esporte que ajudou seu centroavante a entrar em forma.
"Eu sempre brinquei, sempre joguei. É bem melhor que pelada por não ter contato, então, se lesionar é muito mais difícil. O futevôlei melhora fundamento de cabeceio, domínio a qualidade no toque na bola", explicou.
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