Renato revela torcida por Gre-Nal na Libertadores: "uma viagem a menos pra Colômbia"

Treinador comentou que tem que pensar o que é melhor para o Grêmio e avaliou que clássico valoriza o futebol brasileiro


Fonte: Correio do Povo

Inter ou Tolima entrarão no grupo do Tricolor | Foto: Fabiano do Amaral
Após a classificação para a final do primeiro turno do campeonato Gaúcho com uma vitória no primeiro Gre-Nal do ano, o técnico Renato Portaluppi comentou que gostaria que o Inter avançasse para a fase de grupos da Libertadores, na qual ficaria na mesma chave que o Tricolor. Na quarta-feira, o Colorado enfrenta os colombianos do Club Deportes Tolima, fora de casa, na primeira partida para ver quem avançará no torneio continental. "O Grêmio é grande e isso (clássico) valoriza o futebol brasileiro. Não vou torcer contra porque é o nosso rival. Tem a rivalidade, mas eu tenho que pensar o melhor pro Grêmio. Uma viagem a menos pra Colômbia, que é longa", avaliou.



Depois do triunfo de sábado no Beira-Rio, conquistado com um gol de Diego Souza no segundo tempo, o treinador disse que cumprimentou os adversário. "Fui lá, dei os parabéns, e falei pra eles: tô torcendo pra vocês passarem. Elogiando, falando que tava torcendo pro Internacional. Valoriza o futebol brasileiro. A rivalidade", disse. "Libertadores, que venha o Internacional", completou o ex-camisa 7, que garantiu que o time está trabalhando sério para ganhar o primeiro turno do torneio estadual.

"O Grêmio ganhou mais um Gre-Nal. Eu vou lembrar no futuro disso. Mais um que a gente venceu nosso rival. Mais uma vantagem que a gente tem. Se vencer esse turno, vai começar a Libertadores. Daí não pode jogar toda hora com o mesmo time. Porque estamos trabalhando? Começamos pra ganhar o turno. Se ganhar o turno, estar na final. Segundo turno vai ser desgastante. Vantagem pro vencedor do turno", comentou.

Esquema tático

Renato também comentou a opção por três volantes e indicou que o esquema pode ser repetido durante a temporada. "Em três anos, usei várias vezes esse esquema. Se tiver que usar, vou usar. Depende o que eu preciso durante a partida. São características diferentes, não tem a criatividade do Tiago, do Everton, mas tenho velocidade" avaliou, refutando comparações com o a estratégia adotada pelo ex-treinador do Santos, Jorge Sampaoli, na equipe da Vila Belmiro durante a última temporada.



Para o técnico, "não tem nada a ver com o Sampaoli". "Pode se assemelhar um pouco ao esquema do Santos. O mais importante é a estratégia. Ganhamos do Santos lá, 3 a 0. Jogar com um esquema que você joga, como o Sampaoli joga, se torna um futebol ofensivo. Ter certos jogadores pra não dar espaço. Foi em cima disso que tentamos tirar proveito", analisou.

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