Até mesmo Felipão atuou como negociador para tornar possível a vinda de Cristian Rodríguez. Com seu prestígio internacional, o técnico disse ao meia uruguaio, por telefone, que ele será o diferencial na equipe. O Grêmio espera anunciar a contratação até terça-feira. É o tempo projetado pela direção para que o italiano Parma e o espanhol Atlético de Madrid enviem os documentos liberando o jogador.
Mais do que isso, os dois clubes terão que fornecer as garantias de que a negociação não será trancada pela Fifa, em face do processo de falência judicial enfrentado pelos italianos.
— Por isso falei sábado que o negócio está 95% fechado. Os outros 5% são os documentos e algum eventual problema médico — esclarece o presidente Romildo Bolzan Júnior.
Como a janela de transferências europeia encontra-se fechada, a solução jurídica encontrada para a vinda de Cristian Rodríguez foi o reempréstimo. O Parma, que tomou o jogador por empréstimo ao Atlético de Madrid até o final de junho, irá repassá-lo ao Grêmio, sem que fique caracterizada uma nova transferência, algo que seria vetado pela legislação.
O Grêmio armou uma força-tarefa para buscar a peça que é definida como cereja do bolo. Dela, participaram Bolzan, o diretor de futebol César Pacheco e o executivo Rui Costa, além de Felipão. O treinador deixou claro a Cristian Rodríguez que será o protagonista, e não apenas mais um.
— É importante para o jogador saber que será bem-vindo — diz Bolzan.
Para trazer um atleta de renome internacional, convocado pelo Uruguai para a última Copa do Mundo, o Grêmio buscou o apoio de patrocinadores do clube. Eles irão bancar a indenização exigida pelo Parma, cujo valor não é revelado, e ajudarão a pagar o salário de R$ 300 mil mensais.
— Vamos pagar um pouco mais do que fixamos como teto, mas bem menos do que era recebido por outros jogadores — destaca Bolzan.
O contrato terá duração de quatro meses. Será o tempo para que Cristian Rodríguez obtenha a adaptação. Depois, dependendo de seu rendimento, poderá ser aberta uma nova negociação. A aposta no uruguaio também é reflexo da necessidade de atender aos anseios do torcedor. Sábado, antes e depois da partida, foi possível perceber uma sensação de maior confiança entre os que compareceram à Arena.
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Mais do que isso, os dois clubes terão que fornecer as garantias de que a negociação não será trancada pela Fifa, em face do processo de falência judicial enfrentado pelos italianos.
— Por isso falei sábado que o negócio está 95% fechado. Os outros 5% são os documentos e algum eventual problema médico — esclarece o presidente Romildo Bolzan Júnior.
Como a janela de transferências europeia encontra-se fechada, a solução jurídica encontrada para a vinda de Cristian Rodríguez foi o reempréstimo. O Parma, que tomou o jogador por empréstimo ao Atlético de Madrid até o final de junho, irá repassá-lo ao Grêmio, sem que fique caracterizada uma nova transferência, algo que seria vetado pela legislação.
O Grêmio armou uma força-tarefa para buscar a peça que é definida como cereja do bolo. Dela, participaram Bolzan, o diretor de futebol César Pacheco e o executivo Rui Costa, além de Felipão. O treinador deixou claro a Cristian Rodríguez que será o protagonista, e não apenas mais um.
— É importante para o jogador saber que será bem-vindo — diz Bolzan.
Para trazer um atleta de renome internacional, convocado pelo Uruguai para a última Copa do Mundo, o Grêmio buscou o apoio de patrocinadores do clube. Eles irão bancar a indenização exigida pelo Parma, cujo valor não é revelado, e ajudarão a pagar o salário de R$ 300 mil mensais.
— Vamos pagar um pouco mais do que fixamos como teto, mas bem menos do que era recebido por outros jogadores — destaca Bolzan.
O contrato terá duração de quatro meses. Será o tempo para que Cristian Rodríguez obtenha a adaptação. Depois, dependendo de seu rendimento, poderá ser aberta uma nova negociação. A aposta no uruguaio também é reflexo da necessidade de atender aos anseios do torcedor. Sábado, antes e depois da partida, foi possível perceber uma sensação de maior confiança entre os que compareceram à Arena.
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