Há três jogos o Grêmio não vencia em casa, mas ontem, 07, pela nona rodada do campeonato gaúcho, a Arena relembrou o Olímpico… não a antiga casa, mas o “gol olímpico”. O tricolor começou o jogo fora do G8, e terminou ela, até o momento, na 2ª posição, vencendo o Caxias por 3×1.
O Grêmio precisava vencer na arena –como no campeonato-. Além disso, era preciso CONVENCER seu torcedor, que ainda está em dúvida sobre o time que ora joga bem, ora mal, ora isso, ora aquilo…ora nada! Convenceu? Nem tanto. O resultado do jogo foi melhor que a atuação. Porém-? ah, porém, há um caso diferente… ?. E o diferencial se chama Douglas!
Novamente o time de Felipão encontrou dificuldades para furar o bloqueio do adversário. O motivo? O mesmo de sempre: Lentidão no meio campo. Ao decorrer do jogo, o tricolor teve oportunidades que esbarraram na falta de “pontaria”. Além disso, a equipe porto-alegrense proporcionava chances ao Caxias nos erros de passes; pela própria falta de atenção; ou por falta de um companheiro para gritar: “ÓH O LADRÃO, CARA”.
Somente nos minutos finais da primeira etapa – aos 40 minutos – os mais de 23 mil torcedores puderam comemorar um gol. Não apenas um gol. Um BAITA gol. Um gol olímpico. O primeiro gol olímpico da história da Arena. E, além de tudo, vindo de um jogador que estava sendo contestado e vaiado: Douglas! Ao cobrar escanteio, mandou a gorduchinha direto para as redes (tudo bem que contou com uma ajudinha do goleiro Renan). Nesse momento soou uma corneta na área técnica. Felipão virou para Murtosa e disse: “Só assim, Murtosa. Só assim pra fazer gol”.
Douglas queria mostrar que o gol não havia sido por “pura” sorte. De vaiado a maestro, o camisa 10 cadenciou o ritmo da partida. Arriscou chutes, serviu os companheiros, perdeu um gol “feito”, arrancou mais UUUUH dos torcedores, não de vaias, mas de “quaaaase”. Saiu de campo aplaudido e, inclusive, como o melhor jogador em campo. Aos 26 minutos o Grêmio aumentou o marcador com Marcelo Oliveira, ele criou a jogada e tocou para Everaldo que chutou cruzado para o gol. Renan espalmou e, no rebote, Oliveira que acompanhava a jogada marcou.
O retorno do maestro. Imagem: Carlos Santos
Quando todos viam um Grêmio “perfeito” – , apareceu a falha. De onde? De onde? De onde? Háá! Da zaga! Numa “falha de comunicação”, Grohe (que é acostumado a operar grandes milagres sob a goleira tricolor, e que recentemente foi convocado por Dunga para a Seleção Brasileira) ficou no “vou-não-vou”, “tira zaga-tira eu”,e Vanderlei – que não teve nada a ver com a indecisão, descontou o marcador. E quase que o “goleiro da seleção” entrega o empate para a equipe Grená.
A tensão começava a brotar nos rostos tricolores até que Yuri Mamute resolveu acabar com essa preocupação. Em contra-ataque, Mamute saiu em velocidade e chutou para a rede na saída do goleiro. Aumentando e concretizando o placar.
Vitória cheia de charme. Charme do maestro Douglas e o charme vindo das arquibancadas. O charme das mulheres que abrilhantaram ainda mais a Arena. Feliz dia GRÊMIOnacional para as gurias, meninas, mulheres tricolores!
A Arena também foi delas! Foto: Lucas Uebel
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Novamente o time de Felipão encontrou dificuldades para furar o bloqueio do adversário. O motivo? O mesmo de sempre: Lentidão no meio campo. Ao decorrer do jogo, o tricolor teve oportunidades que esbarraram na falta de “pontaria”. Além disso, a equipe porto-alegrense proporcionava chances ao Caxias nos erros de passes; pela própria falta de atenção; ou por falta de um companheiro para gritar: “ÓH O LADRÃO, CARA”.
Somente nos minutos finais da primeira etapa – aos 40 minutos – os mais de 23 mil torcedores puderam comemorar um gol. Não apenas um gol. Um BAITA gol. Um gol olímpico. O primeiro gol olímpico da história da Arena. E, além de tudo, vindo de um jogador que estava sendo contestado e vaiado: Douglas! Ao cobrar escanteio, mandou a gorduchinha direto para as redes (tudo bem que contou com uma ajudinha do goleiro Renan). Nesse momento soou uma corneta na área técnica. Felipão virou para Murtosa e disse: “Só assim, Murtosa. Só assim pra fazer gol”.
Douglas queria mostrar que o gol não havia sido por “pura” sorte. De vaiado a maestro, o camisa 10 cadenciou o ritmo da partida. Arriscou chutes, serviu os companheiros, perdeu um gol “feito”, arrancou mais UUUUH dos torcedores, não de vaias, mas de “quaaaase”. Saiu de campo aplaudido e, inclusive, como o melhor jogador em campo. Aos 26 minutos o Grêmio aumentou o marcador com Marcelo Oliveira, ele criou a jogada e tocou para Everaldo que chutou cruzado para o gol. Renan espalmou e, no rebote, Oliveira que acompanhava a jogada marcou.
O retorno do maestro. Imagem: Carlos SantosQuando todos viam um Grêmio “perfeito” – , apareceu a falha. De onde? De onde? De onde? Háá! Da zaga! Numa “falha de comunicação”, Grohe (que é acostumado a operar grandes milagres sob a goleira tricolor, e que recentemente foi convocado por Dunga para a Seleção Brasileira) ficou no “vou-não-vou”, “tira zaga-tira eu”,e Vanderlei – que não teve nada a ver com a indecisão, descontou o marcador. E quase que o “goleiro da seleção” entrega o empate para a equipe Grená.
A tensão começava a brotar nos rostos tricolores até que Yuri Mamute resolveu acabar com essa preocupação. Em contra-ataque, Mamute saiu em velocidade e chutou para a rede na saída do goleiro. Aumentando e concretizando o placar.
Vitória cheia de charme. Charme do maestro Douglas e o charme vindo das arquibancadas. O charme das mulheres que abrilhantaram ainda mais a Arena. Feliz dia GRÊMIOnacional para as gurias, meninas, mulheres tricolores!
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