Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba, em reunião do Bom Senso
Criado há um mês e meio, o Grupo Técnico do governo federal que elabora a Medida Provisória do refinanciamento da dívida dos clubes em troca de medidas de responsabilidade fiscal ainda não chegou ao produto final. Enquanto isso, deputados pretendem votar na próxima quarta-feira projeto de lei sobre o assunto.
Ainda não se sabe o conteúdo da MP do governo, que está sendo coordenada pelo Ministério do Esporte e pela Casa Civil. Já o texto do projeto de lei não agrada a 100% dos envolvidos. Ele prevê o prazo para pagamento das dívidas em 250 parcelas e também contrapartidas. Mas para o Bom Senso, a proposta peca na fiscalização das regras e deveria incluir a exigência da participação de jogadores na gestão da CBF.
"O projeto fala de alguns princípios de fiscalização de forma muito superficial. É muito fraco neste sentido. O texto diz que o controle será feito pelo CNE (Conselho Nacional do Esporte), que é um órgão de assessoramento ao Ministério do Esporte e se encontra uma vez por ano.
Queremos que a CBF crie um comitê para fiscalizar e punir, que seja independente e tenha a participação de jogadores e todos os envolvidos", disse o diretor-executivo do Bom Senso, Ricardo Borges.
De acordo com um dos deputados que participam da elaboração da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, Otávio Leite, a ideia é que os participantes elaborem uma emenda global quando o projeto entrar para votação.
"Seria um desrespeito ao Congresso o governo editar uma MP sobre o assunto. Estamos discutindo o assunto com todos. Fazemos uma emenda global para atender aos diversos pontos", disse o deputado, que ficará com a função de revisar o projeto.
O Bom Senso apoia a MP, segundo Borges: "Não entendo como um desrespeito. O Governo está há meses conversando com todas as partes. E temos a expectativa de que a MP seja mais forte, mais robusta, estabeleça mais critérios para a modernização e melhoria na gestão do futebol".
Caso a MP seja editada, ela também passará pelo Congresso. Mas passa a valer imediatamente, mesmo antes da apreciação dos parlamentares.
Eurico sobre Bom Senso: "acadêmicos de teatro"
Em reunião realizada em Brasília para discutir o assunto na última terça-feira, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, pediu a palavra para contestar a presença de integrantes do Bom Senso no encontro, entre eles o jogador Gilberto Silva.
"Com o Bom Senso, eu não dialogo. Esse movimento é formado por estudante de teatro, acadêmico de não sei o quê. No Rio de Janeiro temos acadêmicos de tudo, até Acadêmicos do Salgueiro, que é uma escola de samba. Eles querem discutir um assunto que conhecem muito pouco", disse o dirigente.
O Bom Senso rebateu Eurico. "Engraçado ele falar de estudantes de teatro, quando ele (Eurico) é sempre muito teatral em suas falas. Demos risada dele lá atrás. Em dado momento ele diz que só fala com os jogadores, que não fala com representantes dos jogadores. É bom frisar que nós fomos autorizados pelos atletas a falar por eles. O Bom Senso é um movimento de melhoria do futebol como um todo e não somente para a melhoria do ponto de vista do jogador", disse Ricardo Borges.
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Criado há um mês e meio, o Grupo Técnico do governo federal que elabora a Medida Provisória do refinanciamento da dívida dos clubes em troca de medidas de responsabilidade fiscal ainda não chegou ao produto final. Enquanto isso, deputados pretendem votar na próxima quarta-feira projeto de lei sobre o assunto.
Ainda não se sabe o conteúdo da MP do governo, que está sendo coordenada pelo Ministério do Esporte e pela Casa Civil. Já o texto do projeto de lei não agrada a 100% dos envolvidos. Ele prevê o prazo para pagamento das dívidas em 250 parcelas e também contrapartidas. Mas para o Bom Senso, a proposta peca na fiscalização das regras e deveria incluir a exigência da participação de jogadores na gestão da CBF.
"O projeto fala de alguns princípios de fiscalização de forma muito superficial. É muito fraco neste sentido. O texto diz que o controle será feito pelo CNE (Conselho Nacional do Esporte), que é um órgão de assessoramento ao Ministério do Esporte e se encontra uma vez por ano.
Queremos que a CBF crie um comitê para fiscalizar e punir, que seja independente e tenha a participação de jogadores e todos os envolvidos", disse o diretor-executivo do Bom Senso, Ricardo Borges.
De acordo com um dos deputados que participam da elaboração da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, Otávio Leite, a ideia é que os participantes elaborem uma emenda global quando o projeto entrar para votação.
"Seria um desrespeito ao Congresso o governo editar uma MP sobre o assunto. Estamos discutindo o assunto com todos. Fazemos uma emenda global para atender aos diversos pontos", disse o deputado, que ficará com a função de revisar o projeto.
O Bom Senso apoia a MP, segundo Borges: "Não entendo como um desrespeito. O Governo está há meses conversando com todas as partes. E temos a expectativa de que a MP seja mais forte, mais robusta, estabeleça mais critérios para a modernização e melhoria na gestão do futebol".
Caso a MP seja editada, ela também passará pelo Congresso. Mas passa a valer imediatamente, mesmo antes da apreciação dos parlamentares.
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Em reunião realizada em Brasília para discutir o assunto na última terça-feira, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, pediu a palavra para contestar a presença de integrantes do Bom Senso no encontro, entre eles o jogador Gilberto Silva.
"Com o Bom Senso, eu não dialogo. Esse movimento é formado por estudante de teatro, acadêmico de não sei o quê. No Rio de Janeiro temos acadêmicos de tudo, até Acadêmicos do Salgueiro, que é uma escola de samba. Eles querem discutir um assunto que conhecem muito pouco", disse o dirigente.
O Bom Senso rebateu Eurico. "Engraçado ele falar de estudantes de teatro, quando ele (Eurico) é sempre muito teatral em suas falas. Demos risada dele lá atrás. Em dado momento ele diz que só fala com os jogadores, que não fala com representantes dos jogadores. É bom frisar que nós fomos autorizados pelos atletas a falar por eles. O Bom Senso é um movimento de melhoria do futebol como um todo e não somente para a melhoria do ponto de vista do jogador", disse Ricardo Borges.
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