O Grêmio é copeiro e a Libertadores carrega um vínculo eterno com o clube


Fonte: Grêmio Avalanche e Blo

(Foto: Conteúdo/EsportesSM)
Grêmio e Libertadores parece aquele amor correspondido, ou, aquela mistura perfeita entre queijo e goiabada, atacante matador e a camisa 9. A verdade é que o Imortal não vive sem a Libertadores! Tricampeão da América, o Tricolor venceu a competição em 1983, 1995 e 2017. Ainda vivo na Copa em 2019, o Grêmio pode chegar ao seu 4º título e ultrapassar São Paulo e Santos, tornando-se o time brasileiro com mais conquistas.



A atmosfera gremista nos jogos da Libertadores é diferente, a torcida que joga junto nas outras competições grita ainda mais forte na Copa. A festa de recepção é mais azul, o batuque do tambor tem mais sintonia, o grito de gol sai com mais ímpeto. O time do Grêmio e a sua torcida nasceram para jogarem a Libertadores e conhecem muito bem toda essa linda atmosfera!

Hoje jogador do West Ham, da Inglaterra, Felipe Anderson comentou em entrevista ao blog Betway Insider sobre o clima e o estilo de jogo das equipes sul-americanos na Copa Libertadores. O atleta ainda ponderou sobre o aspecto psicológico da competição dentro de campo e todos os “recursos” utilizados pelos times para até mesmo desestabilizar emocionalmente.

“muito pegado, difícil, com muita catimba. Quando um time não está bem taticamente ou tecnicamente, começa a tentar ganhar por outras partes, desestabilizando psicologicamente o outro time, então é muito difícil jogar Libertadores”, disse o atleta.

“Eles têm um controle emocional. Eles sabem que o brasileiro perde o controle facilmente. Sempre que eu joguei contra times argentinos, é difícil se manter calmo e focado”. Mas este não é o único motivo. “Eles também sempre têm muita qualidade nos times, são aguerridos. Tem muita qualidade e experiência”, completou o brasileiro.

CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

Além do ex-santista, o time de conteúdo da Betway Apostas Esportivas Online , entrevistou o paraguaio Felipe Anderson e o argentino Lanzini, os três fazem parte do elenco do West Ham, clube da primeira divisão inglesa. Além dos jogadores citados, a entrevista também contou com a participação do argentino Lisandro Magallán, argentino que teve 6 anos de contrato com o Boca Juniors, um dos maiores vencedores da Libertadores da América com 6 títulos em 1977, 1978 ,2000, 2001, 2003 e 2007. Além dos assuntos sobre a atmosfera, a entrevista abordou a superioridade argentina na competição em relação aos demais países, inclusive o Brasil. Os “Hermanos” contem 25 títulos, entre eles estão Independiente, Boca, Estudiantes, River, Racing, Argentinos Juniors, Vélez e San Lorenzo; já o Brasil fica em segundo com 18 títulos, 7 a menos do que a Argentina: São Paulo, Grêmio, Santos, Cruzeiro, Inter, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Corinthians, Atlético-MG, são os clubes brasileiros que já ergueram a taça da Copa Libertadores.






Torneio mais querido do continente teve um lugar na carreira de todos os atletas que a jogaram. Com a apoio do time de Betway, nós conseguimos trazer um pouco do que pensam os jogadores sobre a atmosfera e todos os “bastidores” emocionais de cada um deles, seja brasileiro, argentino ou paraguaio, o sentimento de bravura é o mesmo!

O Estado do Rio Grande é o terceiro na lista com mais participações – Grêmio e Internacional, ficando atrás apenas de São Paulo (8 times já participaram) e Rio de Janeiro (5 times).

Clube brasileiro com maior número de participações empatado com Palmeiras e São Paulo, 19 para cada equipe, o Grêmio é o time que mais venceu ao lado de Santos e São Paulo também. No entanto, as participações constantes nas fases finais do torneio fazem o clube ser muito respeitado por todos os outros da América do Sul e que disputam a Copa Libertadores. Com a classificação para semifinal da atual edição, o Tricolor Gaúcho soma 10 semifinais de Libertadores em seu currículo e conseguiu vaga para 5 finalíssimas, vencendo 3 vezes.

Com Renato Gaúcho, a equipe chega em sua terceira semifinal consecutiva. A primeira, em 2017, ano do título gremista, o time eliminou o Barcelona Guaiaquil, do Equador, com uma defesa de Grohe que ficou imortalizada na mente de todos os gremistas na trajetória da equipe. Já à segunda ocorreu em 2018, quando o time caiu para o River. A terceira ainda está sendo decidida e o duelo contra o Flamengo promete muito na próxima quarta-feira (23).






As lindas noites no Olímpico lotado ou em sua nova Arena, marcam a história dos torcedores gremistas que carregam um amor especial, assim como muitos outros brasileiros, pela tão sonhada Copa e neste ano não está sendo diferente, Renato Gaúcho conduziu o time a sua 10ª semifinal de Libertadores e pode chegar a sua 6ª final, número que impressionam e dão ainda mais sentido a frase: “o Grêmio é copeiro”.





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