Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
O anúncio da contratação do centroavante uruguaio Braian Rodriguez, 28 anos, após o Gre-Nal de domingo serviu como alento para a torcida por demonstrar que a direção pensa, sim, em reforçar o time. Esse é o lado positivo: o comando do clube sabe que o grupo atual é insuficiente.
Seria estranho não saber, afinal qualquer pessoa com o mínimo conhecimento sobre futebol se assusta ao ver o Grêmio jogar, mas o discurso era outro até "engatarmos" uma sequência de derrotas e empates na Arena contra times do Interior.
Feita essa introdução, só o tempo dirá se o uruguaio, ex-jogador do Huachipato (aquele mesmo), será um jogador à altura das nossas necessidades. A biografia dele diz que não: nunca se firmou em um grande clube, estava na segunda divisão do campeonato espanhol e fez raros gols nos últimos anos.
O que ajuda Rodriguez é o fato de ele ter jogado bem contra o Grêmio nos jogos em que enfrentamos o Huachipato. Mas será que isso é suficiente?
A chegada de Braian Rodriguez também demonstra a "aleatoriedade" das contratações do clube neste ano. O Grêmio tem um executivo remunerado (e muito bem remunerado, com salários na casa dos três dígitos), mas não consegue mais garimpar jogadores no mercado.
O próprio Rui Costa, no ano passado, buscou um tal de Pedro Geromel, que ninguém conhecia, e ele formou, ao lado do Rhodolfo, a melhor zaga do Brasileirão. Em outros anos, trouxemos Réver, Victor, entre outros. Eram jogadores desconhecidos para o grande público, mas que tinham qualidade e os nossos olheiros souberam detectar isso. Esse tipo de situação parece ter acabado.
O Grêmio fez poucas contratações neste ano e a maioria delas foi de ocasião. Não tem lógica alguma você contratar um lateral como o Galhardo, que fracassou em todos os grandes clubes pelos quais passou e era reserva do rebaixado Bahia, para que esse atleta solucione os problemas do time. As chances de sucesso são mínimas e já vimos que ele vai acabar no arquivo do Felipão.
Ainda falta muito, apesar da atuação regular no Gre-Nal. O Grêmio está quase fora da faixa de classificação do Campeonato Gaúcho, amigos. Um torneio no qual se classificam os OITO melhores. É muito pouco. A direção fala em contratar mais um atacante de velocidade e um meia. Aguardemos.
Saudações tricolores!
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Seria estranho não saber, afinal qualquer pessoa com o mínimo conhecimento sobre futebol se assusta ao ver o Grêmio jogar, mas o discurso era outro até "engatarmos" uma sequência de derrotas e empates na Arena contra times do Interior.
Feita essa introdução, só o tempo dirá se o uruguaio, ex-jogador do Huachipato (aquele mesmo), será um jogador à altura das nossas necessidades. A biografia dele diz que não: nunca se firmou em um grande clube, estava na segunda divisão do campeonato espanhol e fez raros gols nos últimos anos.
O que ajuda Rodriguez é o fato de ele ter jogado bem contra o Grêmio nos jogos em que enfrentamos o Huachipato. Mas será que isso é suficiente?
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Ainda falta muito, apesar da atuação regular no Gre-Nal. O Grêmio está quase fora da faixa de classificação do Campeonato Gaúcho, amigos. Um torneio no qual se classificam os OITO melhores. É muito pouco. A direção fala em contratar mais um atacante de velocidade e um meia. Aguardemos.
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