Foto: Conmebol / Divulgação / CP
A Conmebol reuniu nesta segunda-feira na sede, em Luque, no Paraguai, os presidentes de Boca Juniors, River Plate e Flamengo para acertar todos os detalhes referentes às duas partidas das semifinais. O presidente gremista Romildo Bolzan disse que não pôde comparecer ao encontro devido a atraso no voo que o levaria de Porto Alegre para São Paulo, onde faria conexão para Assunção.
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Além dos cuidados operacionais, institucionais e de segurança, outro assunto tratado foi a final do dia 23 de novembro, no Estádio Nacional de Santiago do Chile. "É hora de projetar o espetáculo e a melhor imagem do futebol sul-americano no mundo", disse o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, que se referiu às semifinais como "as partidas sonhadas pelo público".
No encontro, foi anunciado que o horário da final única será às 17h30min. O a medida foi tomada para que a transmissão ocorra para mais de 100 países com um público potencial 1,5 bilhão de telespectadores. O campeão receberá 12 milhões de dólares e o vice 6 milhões de dólares. Ambos ainda receberão 25% da bilheteria do jogo.
Em 2018, o Grêmio participou do mesmo encontro e assinou junto com o Palmeiras, Boca Juniors e River Plate um documento "Fair Play" redigido pela entidade organizadora da Libertadores prometendo decisões limpas e sem nenhuma polêmica. Entretanto, os episódios na partida semifinal contra o River, quando o técnico Marcelo Gallardo passou instruções para os jogadores e foi até o vestiário no intervalo, mesmo suspenso, geraram indignação no Tricolor e reclamações contra a instituição que organiza o futebol sul-americano.
O jornal argentino Clarín lembrou o caso e afirmou que o fato do Grêmio não ter participado é uma indicação de que os protestos do clube contra a Conmebol continuam. O presidente Romildo Bolzan negou que a ausência tenha a ver com os problemas ocorridos em 2018.
Grêmio, Conmebol, Romildo Bolzan, Libertadores, Tricolor
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No encontro, foi anunciado que o horário da final única será às 17h30min. O a medida foi tomada para que a transmissão ocorra para mais de 100 países com um público potencial 1,5 bilhão de telespectadores. O campeão receberá 12 milhões de dólares e o vice 6 milhões de dólares. Ambos ainda receberão 25% da bilheteria do jogo.
Em 2018, o Grêmio participou do mesmo encontro e assinou junto com o Palmeiras, Boca Juniors e River Plate um documento "Fair Play" redigido pela entidade organizadora da Libertadores prometendo decisões limpas e sem nenhuma polêmica. Entretanto, os episódios na partida semifinal contra o River, quando o técnico Marcelo Gallardo passou instruções para os jogadores e foi até o vestiário no intervalo, mesmo suspenso, geraram indignação no Tricolor e reclamações contra a instituição que organiza o futebol sul-americano.
O jornal argentino Clarín lembrou o caso e afirmou que o fato do Grêmio não ter participado é uma indicação de que os protestos do clube contra a Conmebol continuam. O presidente Romildo Bolzan negou que a ausência tenha a ver com os problemas ocorridos em 2018.
Grêmio, Conmebol, Romildo Bolzan, Libertadores, Tricolor
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Comentários
Comentários (3)
Depois romildo bolzan vai reclamar da commebol , não vai a reunião e depois acha que ta certo
Ano passado eles descumpriu as regras
Ele ta certo ana passado nois foi roubado dentro de campo e fora também não ia não
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Aplicativo Gremio Avalanche
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