(Foto: Divulgação)
Mais gente está indo aos estádios para ver o Campeonato Brasileiro em 2019. Após três anos consecutivos de aumento de público, a edição deste temporada alcançou uma marca significativa ao fim do 1º turno: média de 21.632 pagantes, a maior desde 1983 e a maior levando em conta apenas a era dos pontos corridos, iniciada em 2003.
Se o ritmo seguir até o fim do torneio, também será a primeira vez desde 1987 que o Brasileirão terá média superior a 20 mil pagantes por partida. A taxa de ocupação também é notável: 48%, com quase metade dos assentos ocupados.
Após uma década de 1990 marcada por médias muito baixas, por volta dos 10 mil pagantes, o formato de pontos corridos passou a levar mais torcida em seus primeiros anos de implementação. A partir de 2010, as marcas oscilaram, mas a década chega ao fim com um aumento exponencial, partindo de 14.839 até os números de 2019.
O líder Flamengo também lidera com folga a lista de maiores médias, com marca superior a 50 mil pagantes por jogo. Depois, um trio paulista, Corinthians, São Paulo e Palmeiras, e outro nordestino, Fortaleza, Bahia e Ceará, também mostram bons números.
"A gente tinha que voltar um pouquinho mais no tempo e pegar o dado do primeiro Brasileiro de pontos corridos (em 2003, a média de publico foi 10.468 pagantes). A gente vem tendo um crescimento, não na velocidade que a gente gostaria, mas em geral os número são bem robustos, no sentido de mostrar crescimento", conta Rafael Plastina, especialista em marketing esportivo.
"Isso está saltando mais aos olhos agora porque temos um time de massa liderando. Temos Palmeiras e Corinthians consolidando altas médias de público e três times do Nordeste se destacando. O que é legar é observar as coisas que ficam escondidas. De 2003 para cá, não mudaram a regra do jogo, e isso é importante porque o torcedor vai se acostumando, vai entendendo que ir ao estádio é legal independente da posição do clube", argumenta Plastina.
Confira o ranking de arrecadação dos clubes no 1º turno do Brasileiro:
E o bom público realmente não está concentrado apenas nos clubes que disputam o título. Quatro das dez equipes da segunda metade da tabela tem médias de ocupação de estádio superior a 40%, incluindo dois dos últimos três colocados, CSA e Avaí.
"A gente está conseguindo valorizar as brigas dentro da competição. A briga não é só pelo título, é também para pegar uma vaga direta para a Libertadores, para pegar uma vaga classificatória para a Libertadores, para a Sul-Americana e para não cair, então aos poucos o torcedor vai entendendo que tem uma coisa muito legal no meio do caminho", destaca o especialista.
Brasileirão, Público, Série A, 2019
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Após uma década de 1990 marcada por médias muito baixas, por volta dos 10 mil pagantes, o formato de pontos corridos passou a levar mais torcida em seus primeiros anos de implementação. A partir de 2010, as marcas oscilaram, mas a década chega ao fim com um aumento exponencial, partindo de 14.839 até os números de 2019.
O líder Flamengo também lidera com folga a lista de maiores médias, com marca superior a 50 mil pagantes por jogo. Depois, um trio paulista, Corinthians, São Paulo e Palmeiras, e outro nordestino, Fortaleza, Bahia e Ceará, também mostram bons números.
"A gente tinha que voltar um pouquinho mais no tempo e pegar o dado do primeiro Brasileiro de pontos corridos (em 2003, a média de publico foi 10.468 pagantes). A gente vem tendo um crescimento, não na velocidade que a gente gostaria, mas em geral os número são bem robustos, no sentido de mostrar crescimento", conta Rafael Plastina, especialista em marketing esportivo.
"Isso está saltando mais aos olhos agora porque temos um time de massa liderando. Temos Palmeiras e Corinthians consolidando altas médias de público e três times do Nordeste se destacando. O que é legar é observar as coisas que ficam escondidas. De 2003 para cá, não mudaram a regra do jogo, e isso é importante porque o torcedor vai se acostumando, vai entendendo que ir ao estádio é legal independente da posição do clube", argumenta Plastina.
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E o bom público realmente não está concentrado apenas nos clubes que disputam o título. Quatro das dez equipes da segunda metade da tabela tem médias de ocupação de estádio superior a 40%, incluindo dois dos últimos três colocados, CSA e Avaí.
"A gente está conseguindo valorizar as brigas dentro da competição. A briga não é só pelo título, é também para pegar uma vaga direta para a Libertadores, para pegar uma vaga classificatória para a Libertadores, para a Sul-Americana e para não cair, então aos poucos o torcedor vai entendendo que tem uma coisa muito legal no meio do caminho", destaca o especialista.
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