Para não virar roteiro de filme, o destino deu um dia de diferença. Mas o fim do mês de agosto tem sido generoso com Alisson. Na noite de terça-feira, 27 de agosto de 2019, ele foi responsável por uma assistência e um gol que colocaram o Grêmio na semifinal da Libertadores. No dia 28 de agosto de 2018, uma cabeçada do atacante deu vida ao time para também se classificar pela mesma competição.
Diante das atuações de gala de Everton e Geromel no 2 a 1 sobre o Palmeiras, não recebeu toda atenção que merecia pelo papel decisivo no duelo. E a eliminação encaminhada virou classificação heroica a partir da visão de Alisson em uma bola parada, aos 17 minutos do primeiro tempo, com direito a riqueza de detalhes.
– Era uma situação em que estávamos atrás do resultado. Vínhamos fazendo aquele tipo de falta muito bem nas partidas. O Maicon tinha me falado para todo mundo ir para a área. Tivemos a felicidade de fazer o gol – comentou Alisson sobre a origem do primeiro gol do Grêmio no Pacaembu.
– A gente estava numa situação desconfortável no jogo. A falta foi num local que era difícil de botar na área. O Alisson pegou a bola e disse que dava. E o Renato dá essa abertura para a gente decidir o que achar melhor. Eu até ia para a bola, mas o Everton foi muito bem em gritar e fez o gol – acrescentou Geromel.
É a quarta vez que o atacante deixa sua marca em momentos decisivos, sem contar os gols nas finais do Gauchão de 2018. E então o tempo volta (quase) exatamente um ano. Em 28 de agosto de 2018, o Grêmio empatava em 1 a 1 com o Estudiantes, na Arena, no segundo jogo das oitavas de final da mesma Libertadores. Como havia perdido na Argentina por 2 a 1, precisava de mais um gol para levar a partida aos pênaltis.
Eis que, aos 47 minutos do segundo tempo, Luan ergue a bola na área e Alisson aparece de surpresa para cabecear no fundo da rede adversária. O estádio explode e empurra o time para superar os hermanos nas penalidades.
Na Bahia e na Argentina
A alcunha de "talismã" gremista ganhou força após Alisson marcar na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, em Salvador, que colocou o Tricolor também em uma semifinal, mas da Copa do Brasil. O empate em 1 a 1 no jogo de ida, na Arena, da mesma forma obrigava o time a buscar o resultado fora de casa.
Aos 18 minutos do segundo tempo, o camisa 23 gremista recebe uma bola na ponta direita, passa por dois adversários e finaliza no canto direito com o pé esquerdo. Sem aquele golaço, talvez o Tricolor não estivesse prestes a se classificar para a final da competição.
O Grêmio ainda chegou à semifinal da Libertadores de 2018 porque Alisson decidiu diante do Atlético Tucumán já no primeiro jogo, na Argentina. Com um roteiro parecido ao desta terça, ele marcou um gol e deu assistência para Everton no segundo. O Tricolor venceu por 2 a 0 e ganhou tranquilidade para carimbar a vaga com uma goleada por 4 a 0 em Porto Alegre.
O talismã tricolor atingiu a marca de 80 partidas pelo clube gaúcho e 12 gols. Nesta quarta, irá acompanhar pela televisão o duelo entre Inter e Flamengo que definirá o rival da semifinal da Libertadores. Os jogos serão disputados em outubro, mas sem datas confirmadas pela Conmebol.
Grêmio, Alisson, Tricolor, Libertadores
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Diante das atuações de gala de Everton e Geromel no 2 a 1 sobre o Palmeiras, não recebeu toda atenção que merecia pelo papel decisivo no duelo. E a eliminação encaminhada virou classificação heroica a partir da visão de Alisson em uma bola parada, aos 17 minutos do primeiro tempo, com direito a riqueza de detalhes.
– Era uma situação em que estávamos atrás do resultado. Vínhamos fazendo aquele tipo de falta muito bem nas partidas. O Maicon tinha me falado para todo mundo ir para a área. Tivemos a felicidade de fazer o gol – comentou Alisson sobre a origem do primeiro gol do Grêmio no Pacaembu.
– A gente estava numa situação desconfortável no jogo. A falta foi num local que era difícil de botar na área. O Alisson pegou a bola e disse que dava. E o Renato dá essa abertura para a gente decidir o que achar melhor. Eu até ia para a bola, mas o Everton foi muito bem em gritar e fez o gol – acrescentou Geromel.
É a quarta vez que o atacante deixa sua marca em momentos decisivos, sem contar os gols nas finais do Gauchão de 2018. E então o tempo volta (quase) exatamente um ano. Em 28 de agosto de 2018, o Grêmio empatava em 1 a 1 com o Estudiantes, na Arena, no segundo jogo das oitavas de final da mesma Libertadores. Como havia perdido na Argentina por 2 a 1, precisava de mais um gol para levar a partida aos pênaltis.
Eis que, aos 47 minutos do segundo tempo, Luan ergue a bola na área e Alisson aparece de surpresa para cabecear no fundo da rede adversária. O estádio explode e empurra o time para superar os hermanos nas penalidades.
Na Bahia e na Argentina
A alcunha de "talismã" gremista ganhou força após Alisson marcar na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, em Salvador, que colocou o Tricolor também em uma semifinal, mas da Copa do Brasil. O empate em 1 a 1 no jogo de ida, na Arena, da mesma forma obrigava o time a buscar o resultado fora de casa.
Aos 18 minutos do segundo tempo, o camisa 23 gremista recebe uma bola na ponta direita, passa por dois adversários e finaliza no canto direito com o pé esquerdo. Sem aquele golaço, talvez o Tricolor não estivesse prestes a se classificar para a final da competição.
O Grêmio ainda chegou à semifinal da Libertadores de 2018 porque Alisson decidiu diante do Atlético Tucumán já no primeiro jogo, na Argentina. Com um roteiro parecido ao desta terça, ele marcou um gol e deu assistência para Everton no segundo. O Tricolor venceu por 2 a 0 e ganhou tranquilidade para carimbar a vaga com uma goleada por 4 a 0 em Porto Alegre.
O talismã tricolor atingiu a marca de 80 partidas pelo clube gaúcho e 12 gols. Nesta quarta, irá acompanhar pela televisão o duelo entre Inter e Flamengo que definirá o rival da semifinal da Libertadores. Os jogos serão disputados em outubro, mas sem datas confirmadas pela Conmebol.
Grêmio, Alisson, Tricolor, Libertadores
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